Reflexão sobre a Morte
"O inimigo é o autor da morte e já perdeu sua chance, mas Jesus é o Autor da Vida e o Seu túmulo vazio é a prova de que Ele reina vivo no céu."
"A morte não O segurou, a terra não O guardou e a mentira não O calou: Jesus vive, e só Nele há vida de verdade."
"A verdade de Jesus é a única que o tempo não apaga e a morte não silencia: o túmulo vazio não é um mistério, é a prova de que Ele venceu o que ninguém mais venceu para nos dar a vida que o mundo não pode oferecer."
NADA TRANSCENDE À REALIDADE:
Discorrer à morte...
Remete-nos às margens
Dos rios
Que se vão
Rumo ao mar longínquo
Com a fúria do vendaval
Arrebatando sonhos e ilusões.
Discorrer à morte...
Nos conduz ao epicentro
Das incertezas.
Encetando-me a nitidez de que
Nada tenho ou sou
Ou para aonde vou.
Que tudo é nada.
E a única inferência
É morrer.
"Sem angústia.
Sem culpa.
Sem dor.
Sem morte.
Sem aflição.
Comigo Senhor,
sempre andarás..."
Amém!
☆Haredita Angel
"A morte para o espírito é aquele pássaro livre a voar fora das grades da vida!"
Haredita Angel
22.08.24
Não se dissipe de você!
Decretar a própria morte enquanto o coração bate
é se enterrar vivo!
— Van Escher_
O ataque coordenado pelos EUA/Israel e seus aliados da União Européia ao Irã,
com a morte do líder religioso iraniano
(Ali Khamenei) vai implicar em muita coisa
no mundo em geral, as principais são:
alta do petróleo e aumento da inflação.
Há quem comemore o ataque e o óbito do líder do Irã acreditando que com a eliminação dele o Irã vai se livrar do regime teocrático e ditatorial.
Ou são ingênuos ou são, totalmente, sem noção.
Muita água ainda vai correr debaixo dessa ponte... haverá uma sucessão de ataques e represálias , direta e indiretamente , aos envolvidos nesse conflito.
Há risco de uso de armas nunca vistas antes... Ninguém tem o que comemorar, mas sim se preocupar. A panela de pressão está prestes a explodir. Salve-se quem puder, se puder...
Eliminar um líder não necessariamente muda o regime.
Embora possa parecer que a morte de um líder duro enfraquece um governo, regimes teocráticos não dependem exclusivamente de uma única pessoa.
Outros membros estruturais, como instituições militares, redes de poder clerical e apoiadores ideológicos podem se reorganizar e até endurecer (ainda mais!) como resposta ao ataque.
A “lua de mel” entre guerra e paz não dura, nunca durou!
A história moderna mostra que grandes conflitos tendem a ter repercussões duradouras: mercados, diplomacia e relações entre Estados levam tempo para se ajustar,
e muitas vezes pagam o preço por anos após o cessar-fogo.
Ninguém, de fato, “vence” facilmente grandes guerras. NINGUÉM!
Conflitos amplos como esse raramente têm um resultado claro sem enorme custo humano e social, tanto para os diretamente envolvidos quanto para o resto do mundo, economicamente e geopoliticamente falando.
Eu me lembro bem (minha memória é excelente!) , enquanto meu pai assistia o "Reporter Esso" , transmissão que terminou no final de 1970, mas meu pai morreu em 2001 chamando o jornal televisivo assim,
já ouvia falar e via imagens sobre o Oriente Médio e seus conflitos e absurdos ...
Estamos em 2026 e nada (NADA!) mudou.
Não será agora que irá mudar, né?!...
O antigo ditado popular diz que:
Pau que nasce torto... permanece torto.
Eu sou dessa ideia.
✍©️@MiriamDaCosta
A angústia de morte, na maioria dos casos clínicos, não é medo do fim biológico: é a antecipação tardia de uma vida que foi ensaiada, mas não habitada. O que aterroriza não é a cessação — é a suspeita, que se impõe com força crescente, de que não houve começo verdadeiro; que o sujeito passou a existência inteira num modo de adiamento que se disfarçou de prudência. Quando essa percepção se consolida, o silêncio que se instala não é vazio: é a recusa da linguagem diante daquilo que excede a elaboração, daquilo que, ao emergir, já não cabe em palavras porque nunca foi vivido em atos.
"A morte não é o fim da história, mas o momento em que ela deixa de ser escrita por nós para ser lida por todos os que nos amaram."
Sim, vamos todos morrer e ser esquecidos. Mas entre agora e a morte, podemos amar, criar, lutar, construir. O niilista enxerga só a morte. O humanista enxerga o "entre".
