Reflexão Bíblica
Para os cristãos, a afirmação bíblica de que Jesus não pecou muitas vezes leva a uma compreensão artificial de sua santidade, de modo que a sua humanidade se perde. Dificilmente conseguimos imaginar um Jesus que tenha sido “realmente” tentado. Ora, as tentações de Jesus são “reais” e “ferozes”. Aliás, os momentos mais fortes de tentação estão nos dois extremos: ou quando já abrimos a porta e preparamos a nossa queda, ou quando estamos mais próximos de Deus, mais empenhados em sua busca. Por isso, temos de entender que Jesus “podia cair”, e que sentia uma tremenda vontade de cair, de aproveitar aquela oportunidade que o seu ambiente lhe oferecia. Precisamos humanizar a nossa imagem de Cristo; caso contrário, nosso cristianismo não nos servirá.
"Não é porquê tu não entende completamente uma doutrina que ela vai deixar de ser Bíblica."
Arminianismo, Calvinismo, Livre Arbitrio, Predestinação, Teologia Reformada & Teologia Pentecostal.
No minimo seja honesto nas suas argumentações e reconheça os textos de difícil compreensão.
É difícil pregar a palavra de Deus usando a chave bíblica!
O pior é ver os outro usarem chave micha na “pregação” .
Não é possível haver adoração bíblica e, portanto, verdadeira, se a música da igreja não é centralizada em Deus.
Uma coisa é certa: enquanto a verdade bíblica for pregada, sempre haverá pessoas que vão se doer e ainda por cima acusar-nos por ter dado uma palavra muito forte. Se querem uma massagem no ego, me perdoem, mas não vai ser a Bíblia que vai dar.
A Ira de Deus
A Ira de Deus: Uma Reflexão Bíblica
A ira de Deus é um tema que frequentemente provoca temor e introspecção profunda. Para compreendê-la plenamente, é essencial explorarmos seu contexto bíblico e teológico. A Bíblia descreve a ira de Deus como justa e santa, diferenciando-a significativamente da ira humana, que pode ser impulsiva e pecaminosa.
A Natureza da Ira de Deus
A ira de Deus é uma resposta divina à injustiça, ao pecado e à desobediência. É uma manifestação de Seu caráter santo e justo. A ira divina não é caprichosa ou descontrolada; é sempre uma resposta justa ao mal. Em Romanos 1:18, Paulo escreve: "Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça."
Exemplos Bíblicos da Ira de Deus
O Dilúvio: Em Gênesis 6-9, Deus envia um dilúvio para purificar a terra da corrupção e maldade humana. Noé e sua família são poupados devido à sua justiça e obediência.
Sodoma e Gomorra: Em Gênesis 19, Deus destrói estas cidades devido à sua extrema perversidade, poupando apenas Ló e suas filhas.
O Êxodo: Em Êxodo 7-12, as pragas do Egito demonstram a ira de Deus contra Faraó e os egípcios por sua opressão aos israelitas.
A Ira de Deus e a Cruz
A maior expressão da ira de Deus é vista na cruz de Cristo. Jesus, o Filho de Deus, sofreu a ira divina em nosso lugar, tornando-se a propiciação pelos nossos pecados (1 João 2:2). Na cruz, a justiça de Deus é satisfeita e Seu amor é revelado. Em Romanos 5:9, Paulo afirma: "Como agora fomos justificados por seu sangue, muito mais ainda seremos salvos da ira de Deus por meio dele!"
A Ira de Deus e o Futuro
A Bíblia também fala de um dia futuro de ira, conhecido como o "Dia do Senhor." Este será um tempo de julgamento final para os ímpios e de vindicação para os justos. Em 2 Tessalonicenses 1:7-8, lemos: "Isso acontecerá quando o Senhor Jesus for revelado, lá do céu, em meio ao fogo ardente, com seus anjos poderosos. Ele punirá os que não conhecem a Deus e os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus."
Conclusão
A ira de Deus, embora temível, é uma expressão de Sua santidade e justiça. É uma chamada para a humanidade se arrepender e buscar a reconciliação com Ele através de Jesus Cristo. Compreender a ira de Deus nos leva a valorizar ainda mais Sua misericórdia e graça. Que possamos viver em reverência, conscientes da seriedade do pecado e da profundidade do amor de Deus manifestado em Cristo.
Aquela célebre frase bíblica; Diga com quem tu andas que te direi quem tu és. Não se encaixava muito nas convicções de Jesus Cristo, que só andava com tranqueiras, Pedro que o negou, e Judas que o traiu eram um exemplo disso...
A igreja bíblica é como uma fonte de água no deserto.
As pessoas são atraídas pela água da vida que é oferecida.
Não importa quão distante o poço seja.
João 4.13-14
Deus use demônios para realizar suas obras ou cumprir seus planos.
Não há qualquer base bíblica para afirmar que Deus use demônios para realizar suas obras ou cumprir seus planos. Pelo contrário, a Bíblia é clara ao afirmar que os demônios são seres malignos e que suas atividades são contrárias à vontade de Deus. A tendência cristã é crer que Deus é bom e
que Ele sempre trabalha para o nosso bem e para a sua glória. Portanto, não faz sentido pensar que Ele usaria forças do mal para alcançar seus objetivos. A melhor forma de entender a relação entre Deus e os demônios é
que Ele permite que eles existam e atuem no mundo, mas apenas como
uma consequência do livre-arbítrio que Ele concedeu aos seres humanos e aos anjos. Nesse sentido, é importante lembrar que Jesus veio ao mundo para destruir as obras do diabo e libertar as pessoas do poder do mal.
"A prosperidade bíblica não é uma moeda, mas uma semente que floresce nos campos de gratidão e serviço."
"A prosperidade bíblica é um pacto sagrado: quando partilhada, multiplica; quando retida, se esvai."
Desde que Caim matou Abel, na simbologia bíblica, e até os tempos atuais, icônicos exemplos mostram irmãos se degladiando exaustivamente em guerras sem fim. Entretanto, se usássemos essa mesma energia e intensidade das batalhas entre irmãos, de forma nobremente direcionada ao mister de honrar pai e mãe, encontraríamos nisso mais satisfação e plenitude.
Palestina
De acordo com a Teologia bíblica, não pode haver dois estados na terra de Canaã! Tem que haver só um estado! Ou seja o Estado de Israel! Quem vai resolver o assunto, não é ONU, União Europeia, França ou Portugal! Quem vai resolver o assunto é Jesus Cristo no Vale de Megido. Sim naquele dia!
Amigo faz-me lembrar da narrativa bíblica do Cristo ressurreto se encontrando com Pedro, depois deste tê-lo negado três vezes. A pergunta no encontro foi: Pedro, você me ama? Perceba, não houve um pingo de acusação ou rancor. Talvez curas e confissões (leia a passagem na íntegra!).
Em muitas traduções do grego o termo amor não está como Agapē (amor divino), mas como Philēo (amor de amigo). Neste caso específico, e apenas a partir destes originais, digo, Jesus não queria saber se Pedro o amava como Deus, e sim como um amigo. O Cristo místico deseja que tenhamos uma relação de amigo com ele. Que lembremo-nos uns dos outros também no mais alto grau da transparente amizade. Isso excede todo o entendimento.
A família bíblica é um dos últimos instrumentos que ainda frea o avanço de ideologias e segmentos diabólicos.
– Jhames Fernandes Camargo. (Por você vale a pena).
Os olhos de Deus não estão direcionados para o tamanho de congregações, mas para o quanto bíblica ela é.
Existe uma teoria bíblica que ninguém pode negar: “o apocalipse”, não precisa ter fépara compreender qual será o fim deste mundo.
Não há justificativa bíblica para desejar a desgraça alheia, no entanto, muitos revestidos de uma falsa virtude alimentam o "ódio do bem" em defesa de uma boa causa imaginária.
