Realmente Nao sou Perfeita nem Dona da Verdade
Ao longo da história. É o que a maioria vê como verdade, o que não é verdade. Mas a maioria também pode mudar de opinião.
Na verdade não me importam as intenções... até porque intenções são vontades pequeninas... importa me a permissão de alimentá las e fortalece las... para que passem de intenções a vontades, depois a objetivos e por fim a uma realidade incontestável
As pessoas vivem muito bem sem as outras.
Vivem falando sobre o amor, mas na verdade, não sabem nada sobre ele.
Entre amar e ser apaixonado por alguém tem uma grande diferença.
Quem ama cuida, está perto. Quem está apaixonado vive muito bem afastado.
Uma verdade não se torna fato só porque esta escrita, fatos falso também pode ser escrito e, enganar ate os mais sábios!
A verdade é que não sei o que fazer quando alguém toca profundamente meu coração e minha alma pois tenho medo de me apaixonar, medo de que essa pessoa vá embora, medo de me machucar e medo de esquecer.
É difícil ver os nossos defeitos em outras pessoas e alguns deles não gostam de ouvir a verdade, portanto não tentes conhecer alguém igual a ti porque suponho que esta relação não irá durar uns meros segundos
Se for verdade que a Justiça é cega, não é menos verdade que a Natureza, ao retirar um dos sentidos, aguça os demais.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
O advogado é uma voz solitária que clama por todas as vozes silenciosas.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
A estrada que nos leva à Justiça é longa, estreita e acidentada. E por essa estrada todo advogado está destinado a trilhar. Mas, semelhante a um peregrino no “Caminho de Santiago de Compostela”, em busca da iluminação interior, somente andará aquele que, lembrando o Cristo-Advogado, se fizer o sal da terra; o sal da terra que a tudo e a todos dá sabor; aquele que se fizer a luz do mundo, empunhando a tocha da liberdade; aquele que empunhar a candeia do ideal, iluminando as sombras da dúvida.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Na minha vida de estudante de Direito, e depois como advogado, percebi que muitos colegas nutriam forte inclinação para as disciplinas de Direito Penal, Direito Civil, Direito Tributário, entre outras. Pouquíssimos, porém, pelas disciplinas de Filosofia do Direito, Sociologia e Linguagem Jurídica. Com isso, conheci alguns colegas que se destacavam como excelentes “Engenheiros do Direito”, já que manejavam a Lei, a Doutrina e a Jurisprudência com excelência, construindo, desta forma, uma sólida base processual. No entanto, muito poucos se destacaram como “Arquitetos do Direito”, transformando as peças processuais em verdadeiras “joias jurídicas”, dessas que emolduramos, para a memória perpétua do Direito.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Se pudesse recomendar alguma coisa a um advogado iniciante na carreira, recomendaria que ele tivesse dois corações: um somente dele, para bombear o sangue do corpo e manter-lhe a vida; e outro, para suportar, heroicamente, todas as dores da humanidade, pois todo advogado deveria ser, ao mesmo tempo, o soldado que luta e o médico que cura.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
O verdadeiro advogado é, na Grande Construção do Direito, o humilde ajudante de pedreiro, que carrega os tijolos e prepara o reboque; o pedreiro, que levanta as paredes; o engenheiro, que desenha a planta e supervisiona os trabalhos e, finalmente, o arquiteto, que, no acabamento final da obra, com o cinzel da sensibilidade, dignifica o sofrimento humano.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Ao advogado, em todas as lides, sempre se descortinam dois caminhos: o do Direito e o da Justiça. O do Direito, com terno e gravata, ele o trilha por meio das leis, da doutrina e da jurisprudência; o da Justiça, com a beca, por meio da coragem, a “luta constante, a lealdade e a tolerância, a paciência e a fé, o esquecimento dos rancores pelas últimas batalhas e o amor à profissão”.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Ética e Moral: eis dois nortes da bússola que todo advogado deve levar consigo, ao navegar pelos mares da advocacia. Nenhum profissional do Direito, ao chegar às portas da Justiça, será anunciado pelos arautos dela se se apartar da ética e da moral, pois, mesmo que venturoso, não terá o lastro da consciência, hábil a manter certa a rota de seus deveres.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Há muitos advogados éticos e morais. E muitos, por assim o serem, são vilipendiados pelos rábulas; por aqueles que, andando pela “estrada larga da perdição”, desdenham os seareiros da primeira hora. Mas, ainda que na angústia pela sobrevivência material, e espezinhados pelos maus, hão de ter em mente seu papel de excelência num mundo de aparências e desencontros. E, apesar de todas as feridas das lutas pelo Direito, estarão fadados à felicidade, pois, afirmava um sábio francês: “Só são felizes os que sabem que a luz que entra pela janela, todas as manhãs, vem iluminar a tarefa justa que lhes está reservada na harmonia do mundo”.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Obs.: O sábio francês citado é Guilherme Boulle de Larigaudie.
Um advogado comum grava seus arrazoados nas páginas de um papel. Um advogado extraordinário, nas “Tábuas da Eternidade”. Alguém pode ser um advogado comum e, enriquecendo materialmente, viver uma aposentadoria tranquila. Mas, um advogado extraordinário, ainda que vivendo comedidamente, será, para todo o sempre, um Farol a iluminar aqueles que se perderam nas sombras.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Não me empórto com a sua mízera opinião dos outros .eles não conhecem a verdade vivem com muita mediucridade!.
“Não é verdade que erramos para aprender com os mesmos, a verdade é que se erramos foi por falta de capacidade ou consciência.”
Não existe verdade. O que existe é a razão fundamentada na curiosidade, ou seja, a ciência da dúvida.
Postar fotos ou vídeos das atrocidades não é mostrar a verdade e sim colaborar para a publicidade egocêntrica da mente doentia de quem os orquestrou. O mundo já é violento o suficiente por ele mesmo, repleto de pessoas maldosas que sentem prazer ao proporcionar o medo, a dor, o terror, e não precisa da nossa ajuda.
O que é a dor, se não a incoerente não aceitação da verdade fatídica pela nossa carne profana e mortal?
Sabe qual foi nosso maior erro?
- Falar a verdade, eu, você, nós, não queremos a verdade em nossa porta.
Não existe mentira, o que existe é nosso sonho sendo contado como verdade, mesmo que pra isso ele não exista.
Agora compreendo a saudade que sinto das coisas que nunca tive... — se sentindo Que não existe mentira?
