Realmente Nao sou Perfeita nem Dona da Verdade
A nossa mente é algo impressionante, nós somos o dono da nossa mente, mas ela quem é a dona de nossas emoções e sentimentos.
Dona
Tem os olhos mais profundos que a imensidão do mar , parece uma tempestade reivindicando o que é seu por direito , eu sou sua ela diz .
É como o arder do calor nos dias de noites longas , é como o assoprar do vento em tardes frias do pôr do sol.
Azul turquesa , balançava eminente no meu coração , dois passos para frente .....
Suspirou , um, dois, três , pensou suspirou
Dane - se ela pensou ...
Em fim me beijou .
T E M P E S T A D E
"Corre dona Maria,
Tira a roupa do varal,
Sai da pelada José,
Melhor você dá no pé,
Acabou o céu de brigadeiro,
A chuva fria molha o terreiro,
Raios caem na terra,
Com um terço em oração está o frei Guerra,
Más a chuva era ligeira,
A tempestade era passageira,
Corre dona Maria,
põem a roupa no varal,
Vai para pelada José,
Jogue como Pelé."
Geraldo Magela Gonçalves
"Para amar verdadeiramente é essencial ser uma pessoa livre, dona de si mesma, amar a si mesmo sem egoísmo, assim poderá ser capaz de dar-se ao outro no casamento, famíliares e amigos! Se a pessoa é escrava de algum pecado, gula, droga, alcoolismo, prostituição, avareza etc. Ela não poderá dar o que não tem, haverá egoísmo e não terá liberdade, sem ser dona de si mesma, não conseguirá doar-se ao outro no amor."
Eterna Oração
Senhora Dona Morte! A Ti confesso!
Nesta vida de vontades que me deixa louco
Todo desejo do mundo para mim é pouco.
Retira de mim toda ânsia, é o que Te peço.
Solícito, como um solitário antropo oco,
Silenciosamente a solitude me conforta!
Dona Morte! Sou um solilóquio moco!
Seja a Perene Guardiã na minha porta.
Com a fenomenal Áurea Oriunda
Da Tua Obscura Fonte Mais Profunda
Cubra meu pranto vazio, e o resto afasta...
Deixa sair toda a utopia do meu desatino...
Nasci só e Morrerei só — é meu destino!
Expulsa todo prazer que não me basta...
Dona De Si
Ela é furacão de emoções
Viramundo através de suas formas
Fogo, ar, terra e água
Independente!
Insubmissa!
Destemida!
Deusa mulher
Dona de si
...Dona Maria descobriu-se portadora de um dom extraordinário e de uma maldição que a impedia de ser plenamente feliz: ela era uma viajante do tempo, capaz de revisitar qualquer momento de sua vida. Um eterno retorno, em pequenos recortes temporais. Se sua vida tivesse sido preenchida apenas por momentos felizes, realizações pessoais, encontros incríveis e grandes feitos, que bênção seria! No entanto, não foi assim. Ela era incapaz de controlar o destino de suas viagens, e é aqui que reside sua maldição. As chances de encontrar-se revivendo terríveis momentos de solidão, arrependimento, violência ou escárnio, prevaleciam...
Recorte do livro Tempo que o Tempo me deu
Quando a dona das horas vier me dizer que o tempo acabou, partirá de mim um sorriso tranquilo, por ter vivido intensamente e não apenas sobrevivido; que os olhares e as lembranças dos que amei em vida continuem a ser, para mim, firmes e serenos como sempre foram. E que, ao deixar este mundo, eu carregue a certeza de que cada momento foi um reflexo do amor e da plenitude com que eu vivi.
Falar de como empreender é fácil
Difícil é você ser a
Dona, funcionária entre tantos deveres que é você e você real trabalhando.
Um sonho e realidade de muitas mulheres empreendedoras.
Você me fez suspirar
É dona de um beijo singular
Reascendeu em mim o desejo de escrever cartas
Ao reler algumas dessas frases sinto um imenso orgulho por tal sentimento
Quando lhe vejo é como um corpo ressequido que se deleita num banho quente e gostoso
Experiencio um acréscimo de vida quando estou contigo!
Faz-me sentir uma pessoa superior, pois você é beleza das flores
Ao seu lado as horas passam rapidamente
Cada noite ao seu lado é um êxtase
Minha alma se veste de um luxo esplendoroso de emoções
@R_Drigos
TEMPORALIDADE
Choque de ideias.
Maestria cigana.
Pois, quem diria,
ela, pensando ser a dona do seu tempo,
acabou mortal
frente a instantes
desconexos da sua vida.
Passados cem anos,
pessoas, trabalhos, amores e solidões,
abertas suas mãos,
o nada a persegue!
Dez/1992
Quando a Cola Se Vai
(Dedico à minha mãe, dona Jucelia Fogaça Garcia/in memorian)
Perder a mãe é viver em pedaços. É como se alguém arrancasse o centro de um quebra-cabeça e deixasse você segurando peças que já não sabem onde se encaixar. A mãe é a cola, o ponto de gravidade que mantinha tudo no lugar, mesmo quando parecia que o mundo estava desabando. Sem ela, sobra um vazio que nenhum remendo consegue preencher.
Ela era a referência. A pessoa que sabia onde estavam os segredos e os atalhos da família. Aquela que juntava as gerações, fazia a ponte entre o passado e o presente, entre a tradição e a novidade. Era a dona das histórias que começavam com “Lembra daquele Natal?” e terminavam com risos que aqueciam qualquer mágoa.
Sem ela, os domingos parecem desajustados. A mesa, mesmo cheia, soa vazia. Não tem mais aquela voz para organizar as discórdias, aquele olhar que dizia: “Vai ficar tudo bem”. Ela era o centro, o encaixe perfeito entre irmãos que agora se olham sem saber direito como continuar.
E a casa dela… Ah, a casa dela. Não era só um lugar, era uma bússola. Um norte que dizia para onde correr quando o mundo lá fora era frio demais. Depois que ela se vai, até os cômodos parecem perdidos. O cheiro dela some, o eco da risada também. Você visita o espaço, mas não encontra o abrigo.
Perder a mãe é aprender a andar sem guia. É viver no improviso, tentando ser forte, mas sempre sentindo a falta daquele abraço que colava tudo de volta no lugar. Aquele amor incondicional, que não pedia nada em troca, só existia para curar, para unir, para amar.
Agora, a cola está dentro de você. É sua vez de tentar juntar os pedaços, mesmo com as mãos trêmulas. Porque, no fundo, ela nunca foi embora completamente. Está em cada história que você lembra, em cada gesto que repete sem perceber, em cada pedaço que tenta, aos poucos, refazer o todo.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Tu dona do abraço capaz de fazer desconectar do mundo.
Abraço que leva a irremediável lugar de paz conectando com o bom que faz sentir...
Pessoa boa, independente, dona de si e meiga quando quer.
Aquariana nata, desapegada, sem vínculos fortes.
Uma vez me disse que ama acima de tudo a
Liberdade e que por ela já deixou de
Amar uma vez.
Por isso os traços evidentes de sentimentos ocultos
Ansiosa sim, mas paciente e esforçada nas suas escolhas.
Tem o toque que eu desejo, a conversa que me agrada, mas não me
Responde nunca, quando o assunto é sobre nós dois, prefere a
Independência, se isola, se afasta, se
Cala e me abandona ao vento frio da noite.
Indo para locais que estão fora do meu alcance. Por que deixas tudo para
Amanhã, sendo que estamos aqui hoje?
TODAS ELAS
Um dia
terão que decidir.
Abrir mão de si
Em prol dos outros.
Ou ser dona de si.
Amar-se completamente
A tal ponto, de amar os outros.
Ela foi a musa dos meus poemas, a dona dos meus pensamentos e o motivo do meu sorriso. Mas agora, estamos distantes. Todavia, o sentimento continua aqui.
Mesmo longe de qualquer idealização, digo que ela é a mulher mais incrível que já conheci.
Dona do sorriso mais lindo e musa dos meus poemas.
Ela despertou em mim um senso de cuidado e proteção que eu nem sabia que tinha.
Só para ter uma ideia, meu coração acelerou na última vez que conversamos.
É como se minha mente estivesse em conflito; desejo estar perto, sinto saudade de mandar mensagem. Mas meu lado racional não permite que eu tente uma reaproximação. Não é justo que tenha que procurá-la; se me quisesse em sua vida, ela viria até mim.
O pior é que tenho total consciência de que continuarei amando a mesma mulher.
Vim para me conhecer, para desenvolver somente o que eu possa levar quando a dona morte me olhar fixamente e eu nem precisar olhar para trás.
