Real
"Não guardo rancor de você, valeu por me ensinar que não é preciso do chão quando se aprende a voar"
O Sonho torna-se real não só porque acreditamos nele mas também porque o deixamos realizar-se sem pressão e sem resistência.
A Vida não é uma novela, Não tem clichês, Não tem pausas , Os atores não seguem o guião, Não há um beijo no final , e não há um "happy end"
Por isso deixem de acreditar nisso
Só passamos a dar o real valor ao pouco ensinamento que tivemos no início de uma carreira de sucesso, quando entendermos que aquilo não era apenas o começo, e sim a base de tudo o que somos hoje.
Sempre dever deverár existir pessoas e momentos que é melhor se esquecer, fingir que não aconteceu, e até não ás conheceu, seguir em frente sem olhar para traz, buscando sempre a real felicidade
De um sonho magnífico,
certa noite despertei.
Olhei para o lado e lá estava a menina...
cabeça apoiada no meu peito,
biquinho de passarinho,
como se quisesse um beijo.
Colada em mim, abraço apertado,
escondendo-se do frio.
De um sonho magnífico,
tornou-se tudo real.
Sorri e voltei a dormir.
Muitas vezes acredito que seria melhor se eu morresse, mas talvez não tenha aprendido ainda o real significado da morte.
Eu sou aquele ser que existe!
Sou real, sem ficção.
Não aceito pessoas turistas
Meu mundo é restrito à visitação
Assim, o impossível, logo, o real, está correlacionado com o ab-senso, nomeadamente a ausência de toda relação, o que quer dizer a ausência de todo sentido sexual.
LUTO MIDIÁTICO
O luto midiático é movido quase sempre por comoção oportunista, fabricada a partir da vinculação do real com o irreal, quase sempre sem mostrar a realidade deprimente de algumas de suas celebridades.
É fácil falar de amor, todos já sentiram e alguns fingem ou acham que sentem.
é fácil vender amor, ele hoje vem enlatado, rotulado e com preço determinado.
é simples se declarar, nada se cria tudo se copia, substituo minhas palavras pela letra dessa canção, canção que passou por varias bocas e corações
é difícil ser autentico e amar originalmente, com palavras que brotam apenas de alguém com o coração apaixonado, apenas palavras que se sentem.
estragaram o amor, fizeram dele produto nas prateleiras, e sempre infinito.
amor nao se copia, ele se inventa, se dilata.
amor nao se lamenta, ele é motivo de alegria, de festa na alma
do amor quem dera todos fossemos arrebatados, mas quem dera o amor fosse almejado, quem dera o amor fosse espalhado
amor original daqueles que nos fazem escrever, amor esse que se transforma em poesia, amor esse que transborda de alegria.
o amor nao precisa arder infinitamente, mas durar o tempo que for sentido, amor só tem graça quando é inventivo
João Sem-Braço
Não nasci para cálculos. Não meço palavras, perco os sentidos e os centímetros, avalie os sentimentos. Para os fardos da atualidade e a busca incessante do ser, a reciprocidade não anda de vento em poupa. Pasmem! O cenário frio e calculista dos tempos modernos é retrógrado e vago. É veemente o traço da fugacidade encontrado nas projeções de vida e sua conjuntura folclórica. O romance foi assassinado. Na prática, a luta entre os sexos, é vista burlando a boa-fé da espontaneidade. E o que se assemelha a um personagem poético, é dotado de uma inocente ingenuidade. “Sabe de nada inocente”. Porque nada disso é verdade! Tudo é calculado. A aptidão para os números é multiplicada pelos corpos, subtraída pelo vácuo e somada ao descaso. Desejam praticar o desapego, apegados ao passageiro. Olha o passeio! Dar as mãos é coisa do passado, estão passando é a mão mesmo. A flor da pele fica os nervos com a falta de senso, raros são os arrepios em meio aos poros sufocados de desdém. Os beijos efusivos tornaram-se tentativas do chamado “forçar a barra”. Parece que as pessoas hoje em dia são maquetistas deste cenário onde o dissabor acarreta uma aptidão para esquivar-se do romance. A frase clichê “quer romance, compra um livro”, virou música popular complementada pelo filósofo Mr. Catra “quer fidelidade compre um cachorro e quer amor volta pra casa da mamãe”. A tendência é esta! Os espertinhos (as) de plantão implantaram nas mentes estéreis a ideia de poder como meta sem baldrame para conquista. Nada se ganha sem o devido mérito. “Bonito isso, né? Eu li num livro”.
VAZIO
Quem intentará contra si
dizendo de sua força
negando a tua bravura?
Se és tu,
amargo feito sonhos não vividos
e transbordante de lampejos de dor
que embriagam a alma tua, de tristeza.
São feito tiros disparados a esmo na escuridão
almejando alvos possíveis,
irrompendo medos com violência bruta
fragmentada em momentos de pura ira.
Porque não consegues viver plena a tua vida?
Tens dois lados...
Serão esses os monstros que se alimentam de si?
Onde está a sua alegria, porque não vives plena as tuas duas vidas?
Se olvidastes os sonhos teus, descobriria que sonhas os sonhos meus.
E aí... Talvez ao fazê-lo, rache por dentro!
E talvez se encha de alegria,
e talvez sinta um pouco menos de dor.
Não violência não quer dizer renúncia a toda forma de luta contra o mal.
Pelo contrário.
A não violência, pelo menos como eu a concebo, é uma luta ainda mais ativa e real que a própria lei do talião - mas em plano moral.
Tome sempre suas próprias decisões e independente do resultado, nunca se arrependa. No fim, tudo o que importa é fazer o que acredita.
