Racional
A ignorância racional é isto: animais racionais quando não gostam de outros animais racionais, denominam-nos de animais irracionais.
Sinto vontade de chorar quando lembro o que causam a minha passionalidade, mas o meu racional impede que as lágrimas caiam.
Por vezes as oportunidades surgem diante dos olhos, e com a tentativa de ser mais racional, deixa-se passar. É preciso deixar de ser egoísta consigo mesmo, com seu interior, e deixar que o coração também fale.
Não gire entre seus próprios problemas, quem muito gira uma hora cai; seja racional, busque uma solução.
Não desista jamais de se manter uma pessoa racional. O autoritário quer convencê-lo a ser mais um partidário de um líder e não de um governo que trabalhe para todos, pelos interesses comuns da sociedade. A racionalidade intimida a estupidez, pois desconstrói a mentira. Ainda que o autoritário o agrida, não desista. O autoritário, na falta de argumentos, vitupera, desespera, mostra os caninos.
Vivemos tempos de dissonância emocional e entorpecimento racional!
É absolutamente necessário — escutem com atenção! — compreender que amar de forma intensa, pulsante, ebuliente, num mundo entregue ao ceticismo corrosivo, não é apenas um ato de coragem: é um grito de resistência ontológica!
Estamos, sim, na era dos sentimentos ecléticos, dispersos, desprovidos de eixo! E mais: os pensamentos se entrelaçam, se confundem, se sobrepõem — sem um mínimo de rigor lógico ou dialético!
Vemos indivíduos entregues a crises existenciais profundas — não por uma busca legítima pelo sentido da vida, mas por aderirem a um universo volátil, sem pilares metafísicos, alicerçado em teorias subjetivistas, onde o bom senso foi destituído de valor e substituído por uma avalanche de devaneios pseudo-intelectuais!
Isto é grave! Gravíssimo!
Precisamos resgatar a razão, a ética, o pensamento estruturado!
Ou, pereceremos na ignorância emocional travestida de liberdade de pensamento!
Eu concordo com isso também. O certo, lógico, racional e óbvio, é que o ideal — e até mesmo salutar — seria que morrêssemos, sim, mas de forma que nenhum vício fosse o causador disso.
Procura, então, a satisfação de ver os teus vícios morrerem antes de ti.
Eu- Você é racional e frio, tempestuoso mar! Duvido que entenda a dor de quem chegou ao fundo e se debate no limite da sua existência, de quem sente que a sua infância é fonte de uma tristeza enraizada.
Mar- Onde a larva encontra a morte vemos borboletas aveludadas, quando o corpo estiver pela metade, tente vê-lo metade cheio.
Transforme seu penhasco sombrio em uma praia agradável e verá que o tanto o aflige não é nada mais que uma etapa do processo, um recuar para pegar impulso, um trampolim para sonhar mais alto.
Livre arbítrio é a capacidade de escolha racional, dotada de responsabilidade, dentre as diversas possibilidades existentes nas relações entre os existentes.
É racional, pois se assim não fosse, seria produto de outra coisa e não do intelecto agente adequado a realidade. Como uma pessoa acometida de distúrbios psicológicos completos, que retiram sua consciência.
Deve ser responsável, pois se assim não fosse, estaria, invariavelmente, sendo impelida por uma vontade exterior, ou seja, um meio ou ferramenta para determinado fim. Como, por exemplo, uma pessoa forçada, mediante grave ameaça, a entregar algum bem.
Por fim, esta escolha, necessariamente, deve existir anteriormente a sua conjectura/consideração pelo agente. Estando sob a forma de uma possibilidade inerente a um existente específico ou a uma relação entre existentes.
nunca aja por emoção nem com coração seus atos magoaram que mais voce ama seja racional pense antes de agir.
