Raça Humana
A raça humana é simplesmente uma raça,nada mais.Animais racionais?Somente no nome,por que na prática,em sua grande maioria,infelizmente não passam de seres insignificantes.Seres incontroláveis e incapazes de desfrutar da paz,harmonia,solidariedade,compaixão,respeito e amor ao próximo.Seres abominantes que não conseguem usar o diálogo para resolver pequenos e grandes problemas e que por falta do mesmo acabam gerando muita violência.O diálogo é arma mais forte que existe em todas as guerras,confrontos e desentendimentos.Basta saber usa-lo.Infelizmente,na maioria das vezes é usado como última opção.#REFLETIR
ANGOLA, A MÃE DESALOJADA
Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.
O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.
A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.
O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.
Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.
Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.
Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.
Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.
O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.
Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.
Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.
Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.
Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.
Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.
Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.
É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.
Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.
Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.
Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.
Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.
Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.
Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...
Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.
Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.
Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:
"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."
Autor: Jack Indelével Wistaffyna
Actualmente a raça humana tem tendência a complicar o que é fácil e básico devido a sua estupidez que se transforma a pessoa irracional.
ANJOS DO AMOR...
Anjos do Amor! Quero que estimulem meu sentimento de amor à raça humana!
Que eu possa ver em cada ser humano...rico ou pobre...homem ou mulher...
jovem ou velho...a divina chama espiritual.
Que o amor seja minha arma e meu escudo na luta do mundo.
Que os Anjos do Amor gerem uma força renovadora em mim.
Que eu possa superar os complexos de culpa...os medos...a insegurança...
e compreender que o amor de Deus é o maior poder do mundo.
Divinos Anjos...espalhem amor entre minha família...meus amigos e meus inimigos.
Que o amor divino brote no meu coração para que eu possa abençoar
os que me rodeiam em cada instante de minha vida.
Que o amor flua hoje de meu coração...de minhas mãos e de meus pés.
Que se expresse nas minhas palavras...nas minhas obras e no meu caminho.
Que os Anjos do Amor me acompanhem na jornada terrestre para criar um círculo mágico em meu redor.
Consagro meu ser a serviço do Amor. Só o amor compreende...cura e eleva.
Que os divinos Anjos do Amor me façam mergulhar no sentimento de união!
Senhor meu humilde coração está tao transbordado de amor pela raça humana,e por ti em particular,que já não me contento em segurar estas chamas, o fogo ardente de amor,que ouso transmiti-lo e propagá-lo a todos pelos meios sociais
A impunidade se faz tão latente na raça humana, que acabou virando uma cultura muito praticada por aqueles, cuja audácia, sobrepuja a dignidade, a ética e o caráter.
Praticamos algumas ações na vida que parece completamente ignorância da nossa raça humana, esquecemos do que a dentro de nos e do que já fomos, tentamos viver o presente de uma forma tão errada que esquecemos do futuro e de que o presente apenas será o nosso passado, passado que pode trazer boas recordações ou um passado que possa nos trazer medo.
Estou constantemente superestimando e subestimando a raça humana, raramente eu apenas a estimo. Queria perguntar a ela como a mesma coisa pode ser tão feia e tão gloriosa, e suas palavras e histórias tão condenatórias e brilhantes... Eu sou assombrado por seres humanos.
"O que seriam das cores se não existissem o preto e o branco, na raça humana não haveriam as misturas. Pra que preconceito?"
Só a raça humana consegue viver entre o amor e o ódio, o que isso significa? Uma dádiva, um Karma, eu não sei...
O dia que nós raça humana compreendermos de fato que
além de termos tudo,
e ao mesmo tempo sermos o todo,.
Acabou ali o mito de céu e inferno.
Entendeu-se que já vivemos em um ou no outro.
Depende da escolha...
Diante de tanta maldade e crueldade praticada pela raça humana, pensamos em desacreditar da nossa humanidade.
Sou um defensor do livre-arbítrio. Se meu cachorro opta por odiar toda a raça humana, com exceção de mim, ele deve ter liberdade de fazê-lo.
Compreenderemos o propósito da vida, do tempo e da raça humana, quando abolirem os sentimentos maldosos de todo o planeta.
A experiência psicodélica mostra mais arte em uma hora e meia do que a raça humana produziu em 1500 ou 2000 anos.
