Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito
Repetindo todos os dias os mesmos trajeto,
Quem não muda de marca,
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou
Não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, Justamente as que resgatam o brilho dos
Olhos e os corações aos tropeços.
Todo o homem de hoje, em quem a estatura moral e o relevo intelectual não sejam de pigmeu ou de charro, ama, quando ama, com o amor romântico. O amor romântico é um produto extremo de séculos sobre séculos de influência cristã; e, tanto quanto à sua substância, como quanto à sequência do seu desenvolvimento, pode ser dado a conhecer a quem não o perceba comparando-o com uma veste, ou traje, que a alma ou a imaginação fabriquem para com ele vestir as criaturas, que acaso apareçam, e o espírito ache que lhes cabe.
Mas todo o traje, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em quem o vestimos.
O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o princípio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida.
BERCEUSE PARA QUEM MORRE
Dorme... Dorme... Rolam pelas
vertentes
das montanhas, as estrelas
cadentes...
Meu amor, a noite mansa
dança,dança
no silêncio do Jardim...
Lento, um cipreste balança...
Tu, descansa,
meu amor, perto de mim...
Dorme, dorme como as rosas
noturnas,
quando há trevas perigosas
de furnas...
Meu amor, não se descreve
esta neve
que dos céus descendo vem...
É um beijo breve... O mais breve...
O mais leve...
Que não se deu em ninguém...
Dorme... O luar se espalha triste
na altura...
Quem sabe, é, tudo que existe,
loucura?
"Aprenda com quem tiver algo a ensinar, e ensine algo àqueles que estão engessados em suas teses de certo e errado. Troque experiências, troque risadas, troque carícias. Não é preciso chegar num momento-limite para se dar conta disso. O enfrentamento das pequenas mortes que nos acontecem em vida já é o empurrão necessário. Morremos um pouco todos os dias, e todos os dias devemos procurar um final bonito antes de partir."
Agora não dá mesmo pra ser feliz, é impossível. Mas quem disse que a gente precisa ser sempre feliz? Isso é bobagem. Como Vinícius cantou "é melhor viver do que ser feliz".
Há quem diga que o tempo não existe, que somos nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com nossos relógios e calendários. Nem ousarei discutir essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o tempo não existe, eu existo. Se o tempo não passa, eu passo. E não é só o espelho que me dá certeza disso. (...)
A interferência do tempo atinge minhas emoções também. Houve uma época em que eu temia certo tipo de gente, aqueles que estavam sempre a postos para apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas, e a sensação que me causam não é nem um pouco desafiadora. E mesmo os que amei já não me provocam perturbação alguma, apenas um carinho sereno. Me pergunto como é que se explica que sentimentos tão fortes como o medo,o amor ou a raiva se desintegrem. Alguém era grande no meu passado, fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo, dando a devida proporção aos meus afetos e desafetos.
Tornamo-nos esfinges, ainda que falsas, até chegarmos ao ponto de já não sabermos quem somos. Porque, de resto, nós o que somos é esfinges falsas e não sabemos o que somos realmente.
Discordo!
Eu discordo de quem concorda com as guerras,
sejam elam do tamanho que for.
Discordo dos que apoiam e incentivam as bebidas alcoólicas,
seja através do marketing, seja através da venda direta.
Discordo de quem faz do “jeitinho” o seu jeito de viver,
passam por cima das leis, das regras e dos costumes,
só para tirar uma vantagem.
Discordo de quem entrega a sua vida nas mãos de outra pessoa.
De quem desiste de estudar, de lutar, de crescer
em nome de qualquer desculpa.
Por mais que a desculpa pareça razoável.
Discordo de quem concorda com a injustiça e principalmente,
com quem a pratica sem pestanejar.
Gente que usa as mãos para agredir e matar.
Discordo de quem ache que homens que batem nas mulheres são “homens”,
Para mim são o que são: covardes e inúteis.
Discordo de quem ache a mentira uma boa solução,
que ela sirva para aliviar corações ou situações.
Discordo de quem diz que Deus é o responsável por tudo,
e se acomoda no barraco miserável da falta de coragem,
esperando que o “Maná” desça do céu sem nenhum esforço.
Discordo de quem vende milagres!
Esses realmente não conhecem Deus,
pois o vendem sem nenhum remorso.
Discordo de políticos que se elegem para “resolverem seus problemas”,
gente que não vale o que come, e que a terra adora comer lentamente,
com os vermes mais nojentos, que os saboreiam deliciosamente.
Porque adoram podridão.
Eu não discordo só dos outros,
discordo das minhas próprias idéias,
quandoa arrumo desculpas para não fazer o meu melhor.
Quando arrumo culpados para os meus problemas.
Quando eu resolvo apenas criticar, sem mostrar as mãos ocupadas.
Eu concordo com todo aquele que de verdade,
trabalha para ser melhor a cada dia.
Com o que erra e pede desculpas.
Com o que aprende e recomeça.
Crescendo com a certeza de que a vida é uma grande escola.
Com todo aquele que concorda que para construirmos um mundo melhor,
precisamos uns dos outros, irmandados em um único objetivo:
ser feliz!
Você concorda?
Mais importante que sermos felizes fazendo o que gostamos,
é sermos felizes estando ao lado de quem nós amamos.
Todo o homem de hoje, em quem a estatura moral e o relevo intelectual não sejam de pigmeu ou de charro, ama, quando ama, com o amor romântico. O amor romântico é um produto extremo de séculos sobre séculos de influência cristã; e, tanto quanto à sua substância, como quanto à sequência do seu desenvolvimento, pode ser dado a conhecer a quem não o perceba comparando-o com uma veste, ou traje, que a alma ou a imaginação fabriquem para com ele vestir as criaturas, que acaso apareçam, e o espírito ache que lhes cabe. Mas todo o traje, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e em breve, sob a veste do ideal que formamos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em quem o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o princípio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida.
Aquele a quem se permite actuar à sua vontade em breve baterá com a cabeça contra um muro de tijolos de pura frustração.
Hoje uma pessoa disse que está apaixonada por mim. Quem diria? Alguém gosta de mim. E o mais louco de tudo nem é isso. O mais louco de tudo é que eu também acho que gosto dela.
O que importa na vida é estar junto de quem se gosta
Quem vive totalmente está vivendo para os outros, quem vive a própria largueza está fazendo uma dádiva, mesmo que sua vida se passe dentro da incomunicabilidade de uma cela.
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