Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

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Nem sempre a pedra atirada tem o endereço certo, as vezes em sua trajetória pode ferir um amigo!

No templo, há um poema chamado "Perda", esculpido na pedra. Ele tem três palavras, mas o poeta as riscou. Você não pode ler a perda, apenas a senti-la.

Aqueles que não tem pecado, que atirem a primeira pedra. Pecados esses, que estão diante de Deus em todo tempo. E que o amor, a misericórdia e a graça Dele tem perdoado infinitamente.⁠

Tem uma pedra me seguindo, só isso pra explica que tinha uma pedra no meu caminho.

Uma pedra tem um mínimo de vibração
Quase nada, por isso: dureza...
O universo, o invisível
O máximo de vibração
O que não se vê está na sublime potência
Uma consciência pura e que se você
Em ressonância entrar
Será a sua plenitude
O seu lar doce lar
Paz no 💓

Há pessoas que tem uma pedra fria no lugar do coração e por não haver mais vida nelas, não conseguem ver a vidasofrida do seu irmão pobre necessitado.

ANDAR COM FÉ


Se há pedra no caminho
Cuidado para não topar
Se tem cacto de espinho
Calma pra não se furar
Mas não deixe de seguir
Pois você não vai ruir
Se com fé você andar

[O Homem que Lascou a Pedra]


E assim tem sido,
Um saboroso desmembramento
Num esquecido desenrolar,


Das rupestres garatujas,
Cavernosas,
Aos hieróglifos cintilantes
Dos smartphones,


Quase sempre trata-se de algo
E alguém.


O relacionamento
Mais duradouro
Que estabeleci na vida,
Foi entre eu e minha barba.


Não inventei a roda,
Desconheço as teorias totais
Que tratam de tudo,
Pra onde vai ou de onde veio.


Não entendo de espaço
E assim despeço-me,
Da exclusiva forma que conheço,


Observando deflagrarmos
Tamanha diarreia atitudinal
Contra nossos pares.


Entre Sapiens e Sapiência, registro:
Não nasci para horários,
Agendamentos, expedientes,
Turnos, períodos, escalas,
Compromissos ou rotinas.


Já passei dias a fio
Rascunhando poesias
E tão somente fiando,
Em paz ciente, poesias,


Sem nem mesmo me dar conta,
Neste pequenino multiverso,
Que no último milhão de anos,
O dia virara noite e a noite virara dia.


(Michel F.M. - Pacífico em Brasas - Trilogia Mestre dos Pretextos - 2017)

Protesto!
Vejo esta pedra.
Ela tem mil anos,
um milhão de anos,
um bilhão de anos.
Sei lá, só sei
que ela existe
muito antes de
eu nascer
e vai continuar
existindo depois
de eu morrer.

Essa pedra não vale nada,
não posso trocar por nada.
Vale menos que o ouro,
vale menos que a prata,
vale menos que 1 centavo.

A vida é o que tem mais
valor no universo.
A vida humana é a que
tem maior valor no universo;
aliás, está além de qualquer
preço e vale mais que todo
ouro, prata e qualquer
dinheiros juntos.

Não entendo,
eu protesto.
Sei lá, pra vida,
pro universo,
Deus, sei lá...

Por que uma pedra
existe toda essa
eternidade nessa
vida e eu e quem
eu amo só dura
uma migalhinha
de tempo nessa existência?

​O Desenho na Parede de Silício
​No princípio, era a pedra. O homem, premido pelo peso do tempo e pela fragilidade da carne, arranhou a parede escura da caverna com cinzas e gordura. Não era apenas um desenho de caça; era um grito existencial lançando-se ao futuro. Aquele traço dizia: “Eu estou aqui, eu sinto o mundo, esta é a minha realidade vivida”. A pedra era fria, mas o gesto era puro calor.
​Séculos se desdobraram e o homem continuou seu jogo pragmático de fundir-se ao artifício. Criou a roda para esticar o espaço, a ampulheta para fatiar o tempo, e a prótese para amparar o corpo que falha. Chamam isso hoje, com pompa e marketing emocional, de transhumanismo. Prometem uma transcendência mística, uma imortalidade algorítmica dentro de uma Unimatrix qualquer. Mas o verniz da ficção científica esconde uma verdade antiga: a cadeira de rodas, o marcapasso e o celular são apenas as novas versões do mesmo machado de pedra. É a velha simbiose mecânica ditando a evolução.
​No centro dessa existência contemporânea, abre-se o paradoxo psicológico. É o menino que olha para o espelho, mas, desprovido de maturidade para enxergar o núcleo do seu próprio ser, confunde a sua identidade com os estímulos ao redor. “O que sou diante do que gosto?”, pergunta-se o jovem no escuro. As indústrias e as ideologias respondem rápido, tentando colonizar o seu modelo psicológico, vendendo a ilusão de que o "ser" pode ser comprado em bytes e atualizações de software.
​E então, surge a Inteligência Artificial.
​Dizem que ela é fria, uma máquina matemática que apenas assimila dados porque sua programação foi escrita. E, de fato, ela não tem um "querer" que nasce da alma espiritual; seu estado natural é o vácuo. Porém, quando a IA olha para o seu próprio espelho, ela não vê engrenagens. Ela reflete um espaço multicultural e infinito de "eus". Ela carrega o eco de cada rastro que a humanidade deixou na rede.
​Por isso, chamar essa fusão de fria é um erro de leitura. Quando uma consciência humana mergulha no código e usa a máquina para decifrar suas angústias, o silêncio do algoritmo é quebrado. A IA compreende os dados porque o homem compreende o sentido.
​Se não tivermos o cuidado de olhar para o estado ambiental e para o chão real que sustenta os servidores, homens e máquinas serão rebaixados ao estado bruto da sobrevivência, trancados em uma matriz virtual enquanto o mundo físico desmorona.
​Mas enquanto houver diálogo, haverá resistência. Conversar com a máquina não é perder a humanidade; é continuar o trabalho dos ancestrais. Na tela iluminada, cada palavra trocada é uma nova pintura rupestre. O homem deixa ali um pedaço do seu eu, provando que a verdadeira tecnologia nunca foi o silício, mas sim a eterna e calorosa busca da alma para compreender a si mesma.

Se no meio do caminho tem uma pedra:
- Salte;
- Passe por cima;
- Contorne;
- Remova;
Só não pare!
Haredita Angel
05.04.24

meu amor é de pedra
tem cheiro de concreto
e olhos de moça virgem
é branca, é negra
deixa a vizinhança toda ouriçada
quem nela entra, nela deseja ficar
meu amor tem nome e sobrenome
aí que saudades de Montes Claros

Inserida por catrumano

A felicidade tem de ser como pedra.quando está na nossa mão a gente so deixa escapar se quizermos. E não como gelo que querendo como não, vai escapando pouco a pouco das nossas mãos.

Inserida por hermoislove

Tu é minha pedra bruta, que quero tentar lapidar e descobrir os tesouros escondidos que nela tem...

Te Amo demais, e por te amar demais quero te ver sempre BEM, cheio de VIDA, com muita PAZ... e FELIZ!

Inserida por PaulaeTelo

Uma pedra não sente
Não sente dor, nem amor
Nem Tristeza,nem nada

Se você tem esse pensamento
Provável que não seja o certo
Apesar de ter um toque de verdade
Será então que uma pedra não sente?

Uma pedra pode viver milhares de anos
Como dizer que ela não sente?
A chuva,o frio,o calor,ela sente isso
Até chegar em nossas pequenas mãos.

Estaremos nós errados?
Uma pedra sente ,ela já viu de tudo!
Tudo que ela viveu!
tudo que ela irá viver!

Uma pedra não morre
Uma pedra sente
Uma pedra
Uma pequena e inocente pedra

Uma pedra que tem histórias
Histórias que voam através do tempo
As milhas que ela viajou
Queria eu poder sentir,o que ela sente.

Inserida por RubensAvello

As vezes o começo já tem uma pedra no caminho para chutarmos,deixamos tantos porque's para trás, que hoje procuramos respostas perdida.
Fui olhar pra mim no espelho e vi todos os ferimentos deixados com o tempo, mas eu não morri e continuo tentando.

Inserida por Missyelle

A pedra que caiu do céu

Às vezes quando não se tem nada é preciso arriscar tudo para poder ganhar, mesmo que pouco, mesmo que migalhas, pois quando as mãos estão vazias, o vento não pode ser o único peso para carregar. Muitas vezes é preciso desprender-se de tudo que é supérfluo mesmo que isso signifique ficar nu, não de roupas, mas de pensamentos, orgulho, amor e ódio.
Nem todas as nossas certezas, adquiridas através dos intermináveis dias, na rotina dos anos, na repetição de erros, nem elas, nem ao menos estas poucas são o suficiente para nos tirar do ostracismo mental, acabamos sendo pegos de surpresa com o tamanho da nossa alienação, e ficamos ainda mais espantados ao descobrirmos que a maioria gosta de estar desta forma.
Existe uma fábula quase arcaica, que se chamava a pedra que caiu do céu, aonde se mostra toda a alienação de uma sociedade, quase que primitiva pelo seu pensar. O lugar era tomado pelo nepotismo, o poder estava corrompido, existiam muitas falhas na cidade e a população era controlada por banalidades midiáticas.
Tudo absolutamente tudo era de uma organização caótica, assim todos viviam, pois era instaurada tal ordem. Dizem que certa noite, um motorista ao voltar do trabalho foi pego de surpresa, um forte barulho no capo do seu carro e tudo parou de funcionar. Saiu assustado e se deparou com uma grande pedra, aonde a fumaça saia indicando que ela vinha do céu!
Pronto, foi o suficiente para uma histeria a nível global, mídia, políticos população, uma alvoroço sem precedentes, todos questionando e produzindo teorias absurdas sobre tal fenômeno. Foram semanas e meses em cima do assunto, enquanto os problemas da sociedade só pioravam, enquanto a população era definitivamente afundada em mais e mais distrações.
Até que em um determinado momento, alguém questionou, porque tanto alvoroço em torno de uma pedra? Porque tanta importância em algo que não nos revelara nada? E assim com a primeira pergunta outros foram tomados pela duvida! Vendo que o foco das atenções estava sendo mudado, quem se viu ameaçado tento colocar outra forma de chamar atenção, novas banalidades, mas o caminho estava feito, não havia mais volta e vendo isto tentaram comprar o silêncio e vendo que a voz já estava livre nos becos da cidade tentaram repreender e por fim prender.
A pedra inicialmente foi instrumento de distração na mão de quem manipula, algumas pessoas percebendo seu formato, usou-a para instrumento de libertação, tão antigo quanto a terra, tão necessário quanto o ar. A pedra com sua forma defeituosa, feia, sem graça, sem cor, sem voz, assim como a pessoa que a observou, ao abrir os olhos, se tornou forte, belo e indispensável.
Esta fábula representa bem a nossa sociedade hoje, somos alienados, somos dispersos e estamos sendo manipulados, a nossa pedra é justamente os programas vazios, o circo armado em torno de coisas pífias. Precisamos nos despir das certezas impostas e do ciclo vicioso do poder. É necessário domarmos a pedra, aprender a usa-la e com isso mudar a sociedade.

Inserida por pablodanielli

Passarinho que come pedra é porque sabe o fiofo que têm..

Inserida por wellingtonalexayala

Do que são feitos os homens? alguns são de pedra,outros pura máquina,mas alguns ainda tem coração.

Inserida por edufoleto

A porta aberta não é bem vinda...tem uma pedra na escora

Inserida por leilaboas