Quem sou

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RECONSTRUÇÃO

Para hoje ser quem sou,
já passei por muito eu...
muitas vezes troquei de mim.

Quem sou eu?

Eu sou uma flor vermelha, que se abre no sereno, eu sou uma menina apaixonada, também sou baixa e morena.

Eu sou aquela pessoa que pensa muito, sou aquela pessoa que fala demais,

Eu sou aquela poesia perdida, sou o poema nunca lido sou uma Rosa perdida que ninguém colheu, aquela flor excluída que também é uma das mais lindas.

Quem sou eu? Essa pergunta é primordial para o seu sucesso pessoal e profissional. Se você não sabe quem é, jamais terá autenticidade e nem autoconfiança.




Shalimar Farias da Silva

Quem sou eu? Onde estou? De onde vim? Para onde vou? Se você é ser humano, já deve ter feito algumas dessas indagações. Se você não se conhece, dificilmente será feliz em plenitude. O autoconhecimento é base para manter a autenticidade e uma vida equilibrada.

Já alguma vez olhaste para o céu e perguntaste-te:
Quem sou eu, no meio de tantos bilhões? Para que é que servirá a minha existência? Porque é que Deus me quis imperfeito como sou, pecador como sou, eu como sou?
A resposta não está lá, nem no ChatGPT, nem mesmo na Bíblia... A resposta está só em ti e em Deus, que foi quem te deu a oportunidade de escolheres ser quem és.

Por que temer ser quem sou,
se a verdade é o que me mantém inteiro?
Por que esconder o que penso,
se o silêncio também pesa no peito?
Não posso fingir a morte
vestindo uma vida que não é minha.
Viver sem me mostrar
é apenas existir —
é respirar sem alma,
é passar pelo mundo sem deixar pegadas.
Hoje escolho ser tudo o que sou.
Sem capas, sem travas, sem medo.
Com cicatrizes que contam histórias
e verdades que não cabem mais no escuro.
Ser quem sou é meu ato de coragem.
É meu recomeço diário.
É a liberdade de viver de verdade,
e não apenas estar.

Quem sou eu, pra desprezar o outro,
quando a hora de partir chega e a alma sente?
Não queremos deixar tocar o coração,
mas toca, e sentimos em cada pedaço de nós.
É horrível querer prender o que já se foi,
repetir velhas emoções é se punir,
é negar a partida e voltar à mesma ferida,
buscando tocar o que já não volta.
Quem sou eu pra indagar palavras?
Pra dizer que o outro não vale nada?
Que nunca me serviu? Que já não é o outro?
Talvez só nossos olhos tenham visto
o que ele nunca foi,
e nunca vai ser.
É uma dimensão complexa querendo amar: a solidão.
Quem sou eu pra falar quando o outro grita?
Quem sou eu pra dizer o nome do outro?
Quanto mais falo, mais vejo minha incapacidade
de virar a página.
Que possamos virar páginas, mudar discursos,
aceitar o que se foi,
e viver o novo que a vida traz.
Enquanto nos agarrarmos ao velho,
nunca sentiremos o novo.

Quem sou eu, para julgar o outro,
Se cada adeus deixa marca no peito?
Queremos proteger o coração da dor,
Mas a saudade toca tudo, e é perfeito e imperfeito.
Repetir velhas emoções é se punir,
É tentar prender o que já partiu.
O outro se vai, e o que resta é aprender
Que a vida sempre traz algo novo a sentir.
Quem sou eu para dizer que o outro não vale?
Que nunca me serviu, que já deixou de ser?
Talvez só meus olhos tenham visto sombras
Do que o outro jamais quis me oferecer.
O grito do outro ecoa em mim,
E quanto mais falo, mais me vejo incapaz
De virar a página e abraçar o novo,
De deixar que a vida escreva seus próprios sinais.
Que possamos mudar o discurso,
Que a memória não nos prenda,
Que cada fim seja semente de começo,
E que o novo floresça, mesmo depois do velho.

⁠“Se eu tivesse desistido ontem, não seria quem sou hoje.”

“Quem sou Eu para dizer a minha princesa que ela virou um dragão, antes de conhecê-la Eu era um sapo”.

Às vezes acho que sou louca,
Às vezes tenho certeza.
Seriam loucos os outros?
Quem sou eu na correnteza?
Por favor, Entre no meu coração e veja!
Por favor, Exista e me compreenda.
Esse mar dentro de mim,
Quero bem que Tu vejas.
Onda após onda, enquanto eu respirar.
Nunca cessa, nuca para.
Eu não tenho descanso
Mas eu sou como o mar...
Mesmo que não nos encontremos
Me repara!
Há espuma em mim
Quando vem a noite a maré sobe
Transbordo em lágrimas
Minha boca salga
Eu sou ressaca
Se parece impossível dentro de mim ter mar, vos confirmo: me afoga e me traga...
Da mesma forma espero em Ti,
Que sem olhos, veja minhas águas
Eu só sei chorar e sentir
Menos que as pedras, sou temporária...
Se Tu não existir
Quem entenderá minha dor?
De a parte todo amor, não sermos nada...
Te compreendi pelo limbo das folhas e todas flores brotadas
Após a morte, não precisa haver mais nada!
Mas como poderei eu ter existido
Sem que Tu tivestes visto minha praia?
Habite meu coração, o sinta e estarei salva
Mesmo que nunca nos encontramos além dessa jornada.
Exista; quero ser para Ti como as flores e a praia.

“Eu não bebo para esquecer quem sou, mas para lembrar que ainda preciso encontrar um jeito de viver sem fugir da minha dor.”

⁠No dia em que eu não puder mais ser quem sou, desistirei, não de mim, mas da vida, pois ela é apenas uma parte das múltiplas partes integrantes de meu ser.

⁠Prazer, não sei quem sou!
Só sei que vou indo entre
descobertas e mais dúvidas.

Com o tempo, aprendi a ser quem sou
e a ouvir o meu próprio ritmo.
Entre o barulho e o silêncio,
é na calma que encontro paz
e onde minhas ideias florescem.


Gosto da vida simples,
das pequenas alegrias
que iluminam o dia sem esforço.
Não sigo padrões que aprisionam;
prefiro a liberdade da mente desperta.


Alguns vivem presos à própria verdade,
girando em círculos sem perceber.
Por isso escolho a serenidade:
um lugar silencioso
onde a alma respira
e a mente vê além dos olhos.

O sino anuncia, o sol ilumina, essa minha sina de ser quem sou.

ME PROPUS


Eu me propus...
Me propus a ser quem sou,
a andar de cabeça erguida,
sem olhar o mundo à minha volta.
Aaah, o mundo das coisas
que permeia a minha volta...
Com seus encantos e lamúrios,
balbuciando aos meus ouvidos
sons e conselhos vãos,
atestando em minha alma
seus conflitos inglórios,
transformando cada passo meu
em um fardo que não carregarei
por culpa ou desatino.
Sofrer as consequências por ter
simplesmente nascido não me faz
atirar-me sem máscaras a esmo
em um mundo que já
cambaleante caminhava na sua autoestrada.
Pois então, neste exato momento,
estou confinado no agora
e já não tenho qualquer compromisso
com o futuro que me resta.
Sim, o futuro sempre é feito de especulações.
Não posso aguardá-lo,
não sei se estarei no seu presente.
Por hora, faço em mim morada
e caminho na autoestrada onde fui colocado.
Mas, desatento, fabrico minhas passadas
e vou de encontro àquilo que era meu anseio.
Vou sem receios, sem bagagens e sem
muitas lembranças; só o que restou de mim
do hoje é o que levo.
Talvez, no meio do caminho,
haja um novo despertar,
anunciando o agora que não é mais presente,
observando que o que é vindouro
está logo ali, diante de tudo que rejeitei,
refazendo momentos gravados em mim
como quebra-cabeças em um jogo
de vida ou morte.
Transformando, assim, meu eu,
em um espectador das minhas escolhas
e o carregador das decisões tomadas.
A vida anuncia seu início, meio e fim.
Ficar a esperar o fim desse jogo
traz a pressa dos afazeres
e das pequenas promessas sutis
que delineadas estão no caminho.
Então vou, sem pressa...
Pressa? Para quê?
Se no final, morremos no presente,
sendo que quem acaba de nascer
sonha com um futuro
e irá percorrer a mesma autoestrada,
a autoestrada da vida.
Um ciclo que não se acaba,
um recomeço que todos almejam
e um agora que poucos vivem.
Viver é sonhar...
E poucos têm sonhado em vida.
Eu, acomodo-me no sofá
e me proponho a sonhar
sem me dar ao trabalho
de nenhuma reflexão,
deixando tudo como está,
sendo o contraponto
da vida, do mundo e do eu
que me propus a apenas estar aqui!

⁠Fiz um balanço da minha vida e tenho três certezas. Se hoje eu sou quem sou, são graças a essas três elementos:

1°- Deus.
2°- Família
3°- Exército Brasileiro.

A única coisa que entrou e saiu comigo, do Exército, foi o cristianismo. As demais coisas eu moldei lá dentro.

"Permaneço dentro de mim, porque sair de mim é perder quem sou."

"Quem sou eu para afirmar? Ora, sou EU, EXATAMENTE EU, uai. Qual a dúvida? Então, afirmo: no dia seguinte a 31 de dezembro, sempre teremos inicio de um Ano Novo. Os que forem de apostas, venham, Uai!"


Meu Texto No.1181
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