Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais
✍️Tem pessoas completamente sem noção, então você é quem precisa se colocar e mostrar a elas que a realidade da vida do país de "ALICE" é só ficção e historinha de livro infantil. Entenderam babys?
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✍️O segredo da vida é passar a vida procurando o segredo, para no final descobrir que quem tem o segredo é a Morte.
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✍️Para os filhos as mães/pais nunca serão suficientemente bons. Quem tem filhos já sentiu ou sentirá. A perfeição em Pai/Mãe que procuram é inalcançável até que despertem o Divino dentro de si e vejam seus pais como seres humanos e não um ALADIM a lhes satisfazer os desejos.
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✍️Sabem porque tem muitos imóveis com placa VENDE-SE? Porque quem construiu tá morrendo e quem herdou tá....... Você escolhe a palavra, a terminação é "ENDO".
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✍️Só quem já experimentou o VAZIO existencial tem noção da extensão e da profundidade do BURACO no peito. Então deixe seus julgamentos para quando tiver esse sentimento.
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✍🏻Em terra de cegos quem "enxerga" ensina BRAILE.
Numa ilha quem tem um barco a remo deveria ensinar a pescar!
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Existem pessoas quem tem dinheiro,fama, cargo Publico, riquezas, bens, amigos, família, sucesso, visibilidade, inteligência, força, influência menos ALMA, porquê essa está vendida em alguma dessas palavras!
Quem vende um irmão, vende a própria história, dignidade e consciência se existirem.Tem gente que vende por vantagens, amizades com pessoas ricas, destacadas na Sociedade, etc. Mas ao vender já fixou o quanto elá vale, muito pouco.
" MENTIR, dá muito trabalho para quem, infelizmente tem esse mal hábito. Prefira dizer a VERDADE, essa sem dúvidas, é a melhor forma de convencimento. "
Quem está sempre preocupado com as aparências é porquê tem muito o que esconder. Quem é de verdade é como um livro aberto que não tem do que se envergonhar.
Bom dia!
O melhor sempre há de vir para quem tem fé e esperança.
Abrace as bênçãos que chegam, seja grato por tudo que possui e carregue em seu coração somente o bem.
Que Deus esteja com você em todos os momento.
Que lhe blinde, fortaleça e proteja.
Gosto de quem se preocupa com as outras pessoas. Gosto principalmente de quem tem amor. Se uma pessoa possui amor, ela tem tudo, pois esse é o princípio da vida, e sem vida não seríamos nada.
SB
Quem tem boca, vaia Roma.
Conheci a cidade de: Santa Bárbara
Que coube no meu poema.
Mas eu não queria, camarada!
Cidade do requeijão.
Cautela, nem só de pão
Vive o homem.
Ouvi barrigas rugindo de fome.
Enquanto a burguesia fazia ceia.
Não, não existe amor em SB.
Eu como poeta,
Passeando por ela,
Encontrei: Poeta e Poetisa sem inspiração pra
recitar poesia.
Crianças amontoadas numa sala,
Porque sua escola tinha sido fechada.
E o professor com seu diploma na mão.
Esperando a próxima eleição.
O político Judas passando na casa do povo: abraçando e beijando,
E comprando seu voto com cesta básica, ou com um trocado.
O ferreiro, o vendedor ambulante; só ganha o de comprar o
seu pão.
O sambista com a coluna entrevada, pois não pode mais sambar.
O cantador de viola,
Agora passou a cantar arrocha.
Não encontrei um museu.
E a biblioteca que tinha, com os livros empoeirados.
Já vi que o artista nela não é valorizado,
E nem a cultura popular!
A censura aqui é disfarçada.
Fui no hospital, e vir a saúde na fila de espera.
Vi também; homens lavando carro, na beira da pista, por não terem emprego.
Na praça Donato José de Lima,
Encontrei vários artistas, vários;
Sem poderem exercer sua arte.
E esperando o São João para vê
um artista de outra cidade.
Coitada da Santa Bárbara,
Terá que fazer mais milagres.
-Agora, aonde se encontra o dinheiro público?
-Está guardado para o mês de outubro.
-Quando eu acordei, tudo isso não se passara de um sonho.
Boi de piranha…
A expressão "boi de piranha" tem sido pronunciada com a leveza de quem acredita tê-la compreendido por completo. Ela é evocada, muitas vezes, como um atalho linguístico para justificar decisões pragmáticas, friamente calculadas, em que um indivíduo ou elemento de menor "utilidade" é sacrificado em prol do avanço do coletivo. Porém, será que essa interpretação trivial esgota sua complexidade? E mais: será que a escolha do "boi" realmente denuncia sua suposta inutilidade ou, paradoxalmente, expõe a fraqueza daqueles que permanecem protegidos pela margem, à espera de um ato que os poupe da voracidade do mundo?
Imagine o cenário: um boi é conduzido ao rio infestado de piranhas, um animal que, na narrativa popular, é descartável, o elo mais frágil da corrente. Ele é jogado, destinado a ser devorado, enquanto os outros atravessam em segurança. Essa imagem inicial, aparentemente óbvia, esconde uma inversão que poucos ousam considerar: o verdadeiro sacrifício não é do boi, mas da própria dignidade dos que o escolhem. Pois, ao dependerem de um estratagema tão sórdido, esses sobreviventes revelam não uma força meritocrática, mas uma debilidade moral que os torna incapazes de enfrentar os próprios predadores.
E o boi? Esse, ao ser lançado à correnteza, não é apenas um peão descartável, mas o pilar que sustenta a travessia. Ele, na verdade, carrega o peso da incapacidade alheia, da covardia disfarçada de estratégia. Será que o boi é descartável? Ou será que ele é, em última análise, o único elemento da equação que realmente cumpre sua função de maneira plena? O sacrifício do boi não denuncia sua inutilidade — pelo contrário, é justamente sua utilidade que o torna sacrificável. Afinal, a escolha recai sobre aquele que, de alguma forma, ainda tem algo a oferecer, mesmo que seja sua carne. E quem resta na margem, a salvo, o que oferece?
Agora, observemos o outro lado da questão: e se o sacrifício do boi não for mais do que um artifício para mascarar a mediocridade coletiva? Se o "boi de piranha" é necessário para que o grupo avance, isso não implica que o grupo, em si, é incapaz de avançar sem ele? O gesto de apontar um para o sacrifício não seria, então, o reconhecimento tácito da própria insuficiência? No fundo, quem são os verdadeiros inúteis? Os que atravessam, carregados pela ausência de mérito, ou aquele que, mesmo ao ser condenado, cumpre seu papel com a dignidade de quem sustenta o avanço dos outros?
Há, portanto, uma ironia subjacente na metáfora do boi de piranha. Ela não apenas questiona a relação de valor entre o indivíduo e o coletivo, mas também expõe uma verdade incômoda: muitas vezes, o sacrifício de um não é a evidência de sua menor importância, mas a demonstração de que o restante não tem outro meio de prosseguir sem recorrer a esse ato. O boi, em sua morte, é mais útil do que a soma dos que vivem às suas custas. E o que isso diz sobre nós, enquanto seres sociais, quando dependemos de uma perda para justificar nossa continuidade?
Ao fim, resta a dúvida que inquieta a mente: o sacrifício é mesmo uma questão de utilidade ou inutilidade? Ou é apenas a prova de que nossas estruturas, por mais que pareçam lógicas e funcionais, muitas vezes se sustentam sobre a fragilidade de um gesto desesperado? Talvez, o boi de piranha não seja quem perde a vida, mas quem, no conforto da travessia, acredita tê-la preservado.
"Cada tolo tem a sua própria panaceia ...e nem adianta discutir porque quem discute com tolos, é mais tolo do que eles "
Passei a vida observando que todas as pessoas de Sucesso tem algo em comum, elas são gratas a quem as ajudou. Também percebi que os ingratos nunca vão para frente na vida.
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