Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais

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⁠Ser poeta é não ser mais que sentir,
É estar distraído de si, sem pensar,
E deixar que a alma se venha a despir.

Não sei quem me fala, lá no fundo do peito,
Se sou eu, ou um outro que finge que sou.
Mas eu, criança demais pra mentir,
Aponto o dedo e digo o que vejo ser.
O rei desfila despido, e ninguém lhe diz nada,
Pois crê-se vestido de orgulho e poder.

Mas eu, que me vejo de carne lavada,
Desnudo-me ao mundo, sem medo de o ser.
Ser poeta é uma forma de existir sem estar,
De ser sem ter corpo, de ver sem olhar,
Sabendo que nunca se deixa de estar.

Inserida por GabrieldeArruda

⁠A solitude não é um fim em si mesma, mas um exercício necessário para que a comunhão com os irmãos seja sadia, humilde e centrada em Cristo.

Inserida por egbertofreitas

⁠Os professores não podem se fechar em si, em uma tentativa vã de ignorar o avanço que se instala na educação, mas a realidade demonstra que alguns professores alegam despreparo para lidar com as tecnologias em suas salas de aulas.

Inserida por felipe_felisbino

⁠A mulher que confia em si desestrutura, não vive para servir e não pede licença para ocupar. A mulher segura ameaça e humilha quem se alimenta de um sistema onde a fragilidade feminina é a muleta emocional de egos frágeis e conscientes de sua própria pequenez

Inserida por Gabrielaoliosi

FIEL

⁠Ser fiel não é seguir a sombra alheia,
nem calar para manter aparências.
É dizer "sim" ao que a alma anseia
e "não" ao que trai suas consciências.

Inserida por VegaLira

⁠Ser feliz virou estratégia de lucro — não mais um fim em si, mas um meio de produzir mais.

Inserida por I004145959

Seguro de si é aquele que não precisa de plateia, nem para validar e nem para assistir. O segredo está em não olhar para o lado, é isso que faz você se distrair.⁠

Inserida por DaraAssis

⁠Não se trata de ter uma religião ou não, mas sim, de pensar por si só.

Inserida por eleno_carvalho

⁠Deus não é o problema clássico em si, em acreditar, e sim a ignorância de um povo que elege a sua religião como sendo o fator único de um único Deus!

Inserida por KovalskiLuis

⁠O sentimento não se explica
si sentir no interior
do seu ser

⁠"Às vezes, não é o gesto em si..."

Às vezes, não é o gesto em si que fere.
É o que ele carrega nas entrelinhas:
Quem foi lembrado, quem foi ignorado.
Quem recebeu o cuidado, quem recebeu o silêncio.

Às vezes, não é sobre o objeto, a ação, o momento.
É sobre o olhar que passa direto.
A gentileza que escolhe destino.
O respeito que vira privilégio para poucos.

Em ambientes coletivos, o que nos une ou nos separa nem sempre são os grandes conflitos
mas as pequenas escolhas diárias que revelam quem enxergamos e quem invisibilizamos.

Que a gente tenha a coragem de ser gente que inclui, que reconhece, que considera.
Porque o que se constrói com respeito, permanece.
E o que se constrói com descaso, desmorona por dentro e por fora.

⁠Fama, poder, dinheiro, ilusões sem igual,
não compram a felicidade, nem valor real.
Corrompem, sim, quem não sabe bem usar. Personalidade e caráter podem se desviar.

Livro: O respiro da inspiração

Inserida por carlos_aguiar

⁠Transbordar.
É sobre não caber em si.
É quando a alma se alinha com o momento e tudo que existe em você… escorre em luz.
É se permitir sentir, expandir, ser.
É vestir o silêncio da floresta e ainda assim gritar presença.
É saber que quem transborda, cura. Cura a si, e toca o outro — mesmo sem intenção.

Inserida por AndrieleFreitas

A mentira, conhecida por “ter pernas curtas”, geralmente não vai longe por si só. No entanto, quando encontra suporte entre os ingênuos, os mal-intencionados ou os fanáticos, ela ganha pernas novas — "próteses" que a fazem andar além do que deveria. Isso mostra que a mentira não resiste pela sua natureza, mas pela cumplicidade de quem insiste em carregá-la adiante.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

A mentira não resiste pela sua natureza, porque o mal por si só se destrói,mas pela cumplicidade dos maus quem insistem em carregá-la adiante.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠A mente de uma pessoa é tão vasta que às vezes não cabe em si mesma.

Inserida por Gutos

"A sombra não nasce do mal, mas do que você não suportou integrar em si."

Inserida por A_TANTRIKA

⁠"Tudinho junto, com mais Fernando, juntando tudinho não dá nenhum"
† Manoel Cabral da Silva 23/12/2021


"...Eu não vou descer nem nada, eu só vou soltar ele aí e vou embora. Ah então, se ajunta vocês tudinho, quê é uma laia só. "Tudinho junto, com mais Fernando, juntando tudinho não dá nenhum"

† Manoel Cabral da Silva 23/12/2021

Inserida por fernando_kabral

⁠10 ANOS EM OLINDA
Querida Jéssica,

Não se trata de quanto tempo eu estou em Pernambuco, mas sim de quanto tempo eu me neguei a me envolver com a política. Faço militância política há muitos anos. No período em que saí de São Paulo, devido às decepções políticas que tive na época, continuei me envolvendo, mas apenas nas políticas nacionais, relacionadas ao governo Lula e aos nossos ministérios. Ignorei completamente qualquer instância municipal e até estadual.

Quando cheguei a Pernambuco, há 10 anos, e agora em 2024 completo 10 anos aqui, continuei sem me envolver com a política local, até porque eu não conhecia a cidade e estava passando por um processo de adaptação. No entanto, a militância está no sangue da gente; é algo que fervilha dentro de nós.

Comecei a trabalhar como camelô na praia de Olinda, em uma área frequentada por pessoas de classe A, militares e até extremistas. Automaticamente, meu lado militante começou a despertar. Levava a bandeira do movimento negro, do arco-íris, do movimento LGBTQIA+, além de outras bandeiras, como a "Lula Livre". Foram tantas bandeiras que às vezes colocava três ou quatro no mesmo dia, incluindo a do MST.

Fui conhecendo pessoas, mas ainda assim, não me envolvia com a política local. Até que veio a campanha de Teresa Leitão.

O comitê de Teresa Leitão ficava no centro de Olinda. Eu já a conhecia de algumas ocasiões em que ela esteve acompanhada da então prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, em visitas à cidade. Por isso, decidi ir até o comitê para falar com Teresa, já que a conhecia de São Paulo, onde ela havia estado com Luiza Erundina.

Eu não via Teresa Leitão há muitos anos e não tínhamos uma amizade próxima. Observava a aproximação dela com a então prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, e o tempo foi passando. Foi nesse contexto que conheci Dona Ana. Eu disse a ela: "Não quero saber de política, não quero saber de política. Vou segurar a bandeira aqui, como todo mundo está segurando bandeira, e está todo mundo ganhando um troquinho, ganhando R$ 100 por semana dos partidos de direita, né?" Mas eu não ganhava um centavo. Segurava a bandeira porque queria participar da campanha de alguma forma.

Estando ali das 7:00 da manhã às 7:00 da noite, eram 12 horas diárias, de domingo a domingo. Aquele ponto acabou se tornando um espaço de encontro para o pessoal do PT. Começou a aparecer gente do PT, e fizemos algumas atividades, uma delas foi um aniversário simbólico para Lula, que reuniu em torno de 150 a 200 pessoas. Foi uma coisa belíssima; até hoje tenho lembranças muito boas daquele dia.

Ali, comecei a me envolver um pouco mais, mas, mesmo assim, ainda resistia. Dona Ana estava sempre lá na barraca, até que, aos poucos, fui me aproximando mais, conversando com Teresa Leitão, e comecei a me envolver de novo na campanha. Era a campanha coletiva de Olinda, com Dona Ana, Paulo, Breno Almeida, e uma moça cujo nome não me recordo. Foi assim que conheci Vinícius e outras pessoas.

Apesar disso, eu ainda era muito preso ao meu trabalho, com 12 horas diárias, das 7:00 da manhã às 7:00 da noite, com pouco acesso à internet e à informação. Vivendo naquela bolha da praia, meio que diariamente, você acaba sabendo que existe um mundo político acontecendo. Eu continuava acompanhando as questões do governo federal, mas não me ligava muito na política local. Além disso, em termos de mídia e propaganda local, somos péssimos. Basicamente, só recebemos notícias do que acontece em São Paulo, Rio de Janeiro, e no Sul; aqui no Nordeste, a cobertura da mídia progressista de esquerda é muito ruim.

Enfim, acabei me envolvendo, e agora estou de volta, já envolvido de tal forma que não tem mais volta. Vamos à luta, porque voltei para ficar. É claro que sou uma pessoa limitada, por conta dos meus problemas de saúde, o que me impede de participar de determinadas coisas para que não aconteça algo fora do meu controle. Por isso, meu conhecimento é extremamente limitado, e na maioria das vezes prefiro me calar e ouvir, para aprender com vocês e adquirir maior conhecimento sobre política local, estadual, e sobre a história do Nordeste. É mais ou menos isso.

Fernando Kabral

Inserida por fernando_kabral

Se durante esta pandemia não usarmos a autoconsciência e fazer cada um por si continuaremos na mesmice... As barreiras sanitárias têm horários, porém cada ser humano têm seu livre arbítrio e determinação podendo fazer uso da mesma para ajudar nossa cidade e possivelmente toda nação.

Inserida por IlzimarDantas