Quem Mexe com Ferro com Ferro Sai Ferido
Ratoeira de Ferro
Quando tu fores para lá
e eu para cá dançando
a Ratoeira de Ferro,
O teu olhar encantador
há de encontrar com
o meu e serei o seu amor.
·
''Somos como ferro e imã, atração perfeita ! Paixão no primeiro olhar . Assim roubaste o meu coração. Magia celestial'' (Mario Valen - Olivia Campos - Patife)
Saul Freitas
23 de maio de 2014 às 15:07 ·
Bumba Meu Boi
O Bumba Meu Boi gaúcho
é feito de pano e armação de ferro,
ele chega com os tropeiros
para dançar na rua com a gente
e não há quem fique descontente.
Ah! Meu Bumba, meu Boizinho
e meu querido Boi-Mamão,
só quero que você diga
para ele que falta bem pouco
para ganhar o meu coração.
O Bumba Meu Boi gaúcho
é a própria alegria quando
dança nesta terra e não há luxo
que contagie mais do que
a beleza poética desta festa.
Ah! O meu Bumba Meu Boi
vai dançar no meu casamento
porque ele sabe o quanto tenho
esperado por este lindo momento
que não haverá mais adiamento.
Qualquer um pode comprar um microscópio e um ferro de solda, mas isso não o torna técnico em eletrônica, qualquer um pode comprar um pincel e tintas, mas isso não o torna artista, qualquer um pode comprar um computador e um lápis, mas isso não o torna engenheiro, qualquer um pode ter ferramentas, mas isso não o torna especialista.
A maior parte dos antigos itens sagrados de todas as culturas são confeccionados em ouro e ferro, estes elementos são originários do espaço, e chegaram ao nosso planeta por meteoritos.
Não são correntes de ferro,
Nem grades frias no chão,
Mas há prisões mais profundas
Dentro do próprio coração.
PONTE
Do que ela é feita?
O que a constrói?
Será de desfeitas
Ou tudo o que dói?
Pelo contrário...
É de gestos inesperados
Que saem do horário
E não são marcados.
Tijolo por tijolo
Ferro por ferro...
Se serve de consolo
Lembro que também erro.
Na construção sem projeto
Improvisamos amor.
É difícil ser concreto
Quando se tem alguma dor.
E quando nem sabemos
Em que direção construí-la?
Em qual margem aterrisaremos?
Por onde passará uma fila?
E assim cresce a ponte:
Devagar, mas sem horizonte.
Um pé no ar, os olhos fechados
Sentir gostoso, corações embolados...
Confiança no outro,
Confiança em si.
Gestos mais que soltos,
Causando frenesi.
Cada segundo
Se tornou perfeito.
Parou o mundo...
Nenhum preconceito.
Até que surja
A primeira tempestade.
Parem a obra?
Não, vamos com vontade!
Porque a vontade moverá
Essa inesperada construção.
E o tempo dirá
Se venceu o coração.
Quando uma parede de escudo é forte, nada pode derrotá-la. Ela se torna mais forte do que um ferro!
Se cada pessoa separar os materiais recicláveis na sua casa e doar para um catador ou vender, além do impacto positivo ao meio ambiente, a pessoa colabora com uma economia que sustenta milhares de pessoas
Sonhar com uma das suas paixões
E depois de um certo tempo o encontrá-lo...
É muito louco
Tudo se esclarece, agora.
Agora entendo tudo
O porque eu consegui ver o rosto dele,
Nunca conseguia ver o rosto de ninguém nos sonhos
E dele foi o primeiro.
Um sonho como aquele é difícil de esquecer
É como eu estivesse vivendo
Ele novamente...
Muitas vezes é a necessidade de acertar que nos induz ao erro. Decepcionados, quase morremos abafando o som do próprio berro. Porque pela nossa tentativa de sucesso merecíamos precioso ouro, mas o fracasso só nos oferece o impiedoso e duro ferro”
(considere essas palavras como um bilhete deixado debaixo da sua porta)
VOCÊ DEVE SER UM CRIADOR E NÃO UM PRISIONEIRO DA
SOCIEDADE
“É estúpido e ridículo dizer a um homem que não
pode ser contratado porque tem mais de 40 anos de
idade. É como dizer que ele está pronto para o
depósito de lixo ou para o monte de ferro velho”.
(do livro em PDF: O PODER DO SUBCONSCIENTE Dr. Joseph Murphy
Título do original norte-americano:
THE POWER OF YOUR SUBCONSCIOUS MIND
Ano de lançamento: 1963)
Ele não era um homem idolatrado em seu mundo real. Ele precisou forjar em outro mundo a vida perfeita. Ele obteve sucesso. Amigos, família e amores profanos. Mas ele ainda não se sentia feliz, pois ele percebeu que comprar a felicidade não era isso que ele queria. Um dia o homem de ferro em uma de suas viagens pelo mundo, encontrou a mulher de papel que também não era feliz em seu mundo real. Juntos, eles criaram o paraíso perfeito. O amor nasceu em seus jardins. Ali brotou a flor do verdadeiro amor. Ambos se cuidavam e se importavam um com o outro. Eles foram beijados por todas as estações, mas ao fim do verão o amor do homem de ferro esfriou e derreteu toda a sua ilha. Suas flores desceram rio a baixo do mar. Sua casa foi engolida pela pelo chão. A mulher de papel permaneceu há dias sob a ilha vazia, na luz da esperança de ser resgatada pelo homem de ferro. Ela deitou sob a luz das estrelas e gritou com todo o seu coração. Suas lágrimas desceram por sua face e cobriu todo o seu corpo. Os versos e poesias de amor que ela tinha em si se desbotaram ao fim da noite de verão. O outono chegou e o homem de ferro retornou ao seu trono em seu antigo castelo, ele voltou para a sua felicidade forjada, pois ele tinha um amor maior pelo poder e tinha medo do amor real.
Me distorce
Me contorce
Me acode
Me assola
Me apavora
Em um estalo de dedos ou em alguma horas.
Me quebra
Me cola
Me rasga
Me amassa
Me passa
Com ferro frio ou em brasa.
Corrosão
Há pessoas que emanam oxigênio e luz.
Outras se deixam corroer. Só nos resta varrer seu pó.
Que exista força interior.
Que não fiquemos dependentes das condições externas.
(Verônica Marzullo de Brito)
Sofrer
Saudades.
Coisa difícil
de sentir.
Corta como navalha.
Paz? não dá nunca,
mesmo que se queira.
Saudades, é ferro em
brasa, sobre a carne,
deixado.
É como se de propósito,
alguém , tenha que
ficar marcado.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
O mundo ergue-se em laços profundos
Grandes e vermelhos laços aveludados
Em grande enlace
No tenro e quente abraço
A suavidade das cores do arco-íris
A beleza inexplicável da aurora boreal
Chama que brilha
Cores que se misturam e se formam
Linguagens abstratas
Do novo mundo que transborda
Cachoeiras vivas
Caldas de noivas que nunca se casam
Oceanos infinitos
Que beijam a areia, despedem-se e partem logo
Ventos que bailam folhas
Frutos que caem podres
E sementes que brotam
A chuva cristalina
Com seus relâmpagos que cruzam em flash
Com trovões saídos de grosseiros tambores
Um nascer do sol
Com o entardecer muito calmo
A noite que cai e cobre a terra
Com estrelas que pintam o negro
Do fino véu desta rica Mãe
Que suavemente dorme e se transforma
Como o ferro no fogo
A mistura que gera o vidro
E o homem que finalmente "acorda"
