Quem Corre Cança
“O hipócrita de barriga cheia ofende o dono do pomar, mas quando lhe bate a fome, corre ao portão pedindo clemência e uma banana.”
"Um dos maiores desafios da vida é nos mantermos fiéis a nós mesmos.
Quando você aceita corresponder às expectativas alheias, aos poucos vai deixando de ser você mesmo e passa a viver fingindo ser alguém que você não é. Ninguém pode ser feliz assim!
Ouça seu coração!
Seguir nosso coração exige de nós a responsabilidade de assumir nossas escolhas, pagar o preço por elas, o que nem sempre é fácil! Mas, quando começamos a deixar de lado a exigência de corresponder às expectativas alheias, e assumimos o controle de nossas próprias vidas, fica mais fácil encontrar nosso próprio caminho, nosso jeito único de viver nossas vidas. E quando vivemos de acordo com nossos valores e princípios, apesar das lutas que são inerentes a vida, é mais fácil ser feliz.”
[Vales do silêncio]
nos vales do silêncio há um rio que corre - o rio sempre seguem seu curso. Sem barulho ou ruído, um ensurdecedor caminho a percorrer. nos vales do silêncio, muitas coisas são ditas sem palavras.Gritos internos. Dores pra alma.nos vales do silêncio ouve-se gritos
O rio corre sem barragem,
limpo é margem corrente, nascente para viver sossegadamente; primo sempre à excelência de uma nova vida.
Quero que a vida seja mais alegre no mundo que nois vivemos a falsidade corre nos olhos do seu próximo.
Engana-se quem pensa que o grande corredor é aquele que corre maiores distâncias!
Saiba que se você gosta de correr, é disciplinado, focado e quando quer atingir uma meta vai lá atrás do que quer, e só para quando atingir o objetivo você é um grande corredor.
A distância que se escolhe correr é apenas um detalhe!
Crise dos 30, não ha como resolver imediatamente.
A tentativa de gritar por socorro me leva a correr para um passado feliz, lembranças que me alegram e me fazem sorrir.
jamais esquecerei você, palavras, olhos, lábios, seios...
Existe um grito ecoando que diz amei você de uma forma limpa como jamais amei alguém.
Os dias são diferentes, tanta dor, tanta tristeza, o tempo corre, a maldade aumenta, os bons, são bons para si, o ódio virou combustível. Essa guerra de quem tem razão não nos levou a lugar algum. Bom seria se conseguíssemos de fato nos importar com essa porcaria e fazer nosso papel. Sabe! Simples, prático. Ser educado, gentil, amoroso, atencioso, presente, incentivador do bem, propagador do amor, princípios, solidários sem status ou pelo menos torcer para dar certo, mas o que esperar de nós? Somos os piores! Ou os mais espertos? Queremos levar vantagem em tudo e estamos sempre prontos para falar " Bem feito ", " Eu quero é mais", " tem que se lascar mesmo ". Parabéns pra gente. Aplaudimos de pé nossa própria desgraça, para chegarmos aonde? "Ao fim do poço?". Se essa realidade não te incomoda algo está errado em você, juntos somos fortes e melhores. Não faz sentido ter orgulho na desgraça dos outros, pelo contrário, só mostra o quão mau caráter você é.
“Quem prefere o momentâneo prazer da carne corre o risco de vivenciar dissabores por toda existência.”
Crescemos
Quando crescemos o que menos ligamos é a idade, vivemos sem números, apenas com a correria do dia a dia, vivemos tumultuados de problemas, o que menos desejamos é mais um problema.
Quando percebemos que nós tornamos adultos, não é diante do primeiro boleto, ou da primeira compra, É diante das complicações e da coragem de seguir diante de tantas preocupações.
Crescemos cedo quando somos a solidão do caminho, não nós tornamos dependentes de nossos pais, muitas vezes sentiremos falta de não ter com quem brigar.
Crescemos quando percebemos que nós tornamos parte dos dragões que derrotavamos, não somos cheios de razões ainda.
Somos parte da vida complicada e ilesa de paz, somos adultos, crescemos na esperança de envelhecer logo.
Ou melhor dizendo, a boa parte da população faz isso, cresce, envelhece e morre.
Há a outra parte, que vive com a alma jovem, e não deixa que as memorias sejam só memorias, a parte que luta para ser um pouco mais do que apenas uma imagem, a parte que não segue o esperado, a parte que obdece a alma e segue instruções do que acredita do que é certo, corrigindo os erros com o coração.
Essa parte ja nasce adulta, já cresce sem nem saber o que foi juventude.
Alguns loucos são alucinados à tal ponto que precisam ser detidos não porque a sociedade corre riscos irreparáveis, mas porque eles auto se destroem com as suas insanas vaidades descompensadas que apavora-nos, se não as fossem, estes, teriam tudo para serem apenas insanos sem maiores danos, como a maioria de nós
* Tempo corre rápido mesmo sem existir
* Ríspido mesmo sendo somente um sentido
* Inexpressivo me fez chorar ao invés de sorrir
* Sempre me tornando desprezível só porque não sou capaz de ser feliz.
* Tempo cruel e absoluto
* Emergindo minha paixão e em seguida a afogando
* Zombando de minha face ele é mesmo astuto
* A pior parte é que se ele não existe, eu que estou me matando!
* Insolúvel e inexplicável sensação de dejavú
* No lugar de borboletas na barriga, morcegos em minha psiquê
* Quando o céu deixou de ser azul?
* Um dia qualquer ou um dia onde só escombros podia se ver?
* Ele me destrói para depois me consumir
* Bárbaro e cheio de ódio, isento de receio
* Ruídos que até os pássaros passaram a produzir
* A lealdade insuperável do reflexo de meu espelho
* Velh’alma suja numa carcaça fresca
* Emoções sem míseras soluções
* Lamentável e “inquebrável tristeza”
Sou feito de saudade e luta.
Nas minhas veias corre o protesto e poesia
e sobre meus olhos
soa um som triste e desesperado...
Segue o teu caminho, menina
Foge dessa gente que não te enxerga
Corre pra longe de quem te acusa, julga
Abre as tuas asas, voa menina
Pra onde o teu coração mandar
Pousa quando for necessário descansar
Busca abrigo em quem você pode confiar
Escreve histórias, muitas histórias
Fica perto de quem te conhece por dentro
São tempos difíceis, menina
Quantas mortes de jovens
mortes mortes mortes
Ninguém se importa
Discursos de ódio
Vidas trocadas por coisas
É tudo tão natural
Lágrimas de mães interrompidas
Só há julgamento, dedo apontado, culpa
Não perde essa tua capacidade de se importar com o outro, menina
Sonha, ainda que te proíbem, sonha
Olha a tua volta, respira
Recomeça todas as vezes que o cansaço da vida te fizer parar
Somos gente, menina
Caímos, levantamos, temos sonhos
Resistimos e nos reiventamos cotidianamente
Segue no teu tempo, menina
Acumula riquezas imateriais
O essencial, ah o essencial
Este, ninguém terá o poder de te roubar
Segue o teu caminho, menina
Menina, segue
Hoje ao acordar me deu uma carência, uma saudade imensa de pequenas coisas, simples, que com a correria e a rotina do dia a dia, sem nos dar-nos conta deixamos passar, e não percebemos o tão quão são importantes pra nós.
Carente de um sorriso sincero daqueles espontâneos que você recebe simplesmente por olhar, daquele sorrisão aberto de felicidade após uma boa conversa... E até daqueles com segundas intenções...
Carente de abraços, de amigos, de irmão, de consolo e de gratidão, abraço apertado que lhe consola a alma e de abraços longos que lhe aquece o coração...
Carente do olhar sincero, do olhar sério e daquele olhar firme que lhe intimida, daquele que fala e lhe mostra tudo o que você está pensando e um pouco mais...
Saudade do beijo no rosto, daquele selinho doce e daquele beijo que lhe tira o fôlego, que lhe tira o chão e que lhe leva a uma outra dimensão fora da realidade...
Somos tão presos a monotonia do mundo, tão adeptos de um rotina infundada, que automaticamente somos pautados a viver em uma melancolia que pouco a pouco toma conta de nossas vidas.
Nos preocupamos mais com os problemas, com os achismos, com os rótulos e com os nossos desejos, que esquecemos das pessoas e dos nossos sentimentos.
Espere menos dos outros, cobre menos e faça mais, faça sua parte, distribua sorrisos, olhares, abraços e beijos, tire a capa do mundo e vista a capa do amor...
Pense nisso!
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