Quem Ama Nao Erra
*- FILHOS DE QUEM???*
Sabe porque os filhos de Satanás, quando acreditam que são deuses, acabam sempre sendo expostos?... Bem, não é porque Satanás é fraco ou estúpido... Primeiro é porque ele se importa sempre, e apenas, com ele mesmo, jamais com os outros. Segundo porque é astuto.
Diferente dos filhos de Deus que sempre são protegidos e amados, os filhos de Satanás são, por Ele, desprezados. Tudo porque Ele se lhes conhece os íntimos, e sabe tudo de cada qual; pois que qualquer deles seria capaz de subtraí-lo, tormar-lhe o poder. Assim, ele os mantem reféns de si mesmos, e dele, no universo da iniquidade fornecida; a cada dia, a cada um. É por isso que os facínoras do poder respondem a ele: anseiam o poder mas comem de suas migalhas. E toda vez que começam a ficar grandes e poderosos, o pai deles os reduz; para que jamais ousem concorrê-lo.
O pai do mal nunca dá nada; silente e esperto, ele apenas vicia seus filhos; os droga, como incautos no imperio dos sentidos; e de tudo faz para que sejam venais; mesquinhos, egoístas, vaidosos, gananciosos e cruéis; sempre muito bem cooptados; seus eternos seguidores; cegos claudicantes que arremedam poder, mas que vivem das migalhas; migalhas de um tempo curto de uma vida; um tempo permitido que não veio dele, mas que ele usurpou do tolo que anseia nas facilidades e nas traições; um tolo que viverá só um tempo, uma vida vã, para ser esquecido por toda a eternidade.
(Victor Antunes)
QUEM SÃO?
Há muitos e muitos anos, um poeta revoltado
Escreveu Navio Negreiro, pois estava indignado
Com o povo que emprestava a bandeira para cobrir
A infâmia e a covardia que se viam por aqui!
E no palco da cidade, ao som do toque do tambor
Ouvia-se o poeta clamando ao Nosso Senhor:
“Senhor Deus dos desgraçados!
dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura...ou se é verdade,
tanto horror perante os céus?!”
Quem são estes miseráveis sem acesso a habitação?
Nas praças, sob as marquises
Buscam no lixo seu pão
Quem são? E de onde vieram?
Quem são? E por que miseram?
Quem são? E o que fizeram
Para tal condenação?
Quem são estes que, transportados, piores do que gados, vão?
Subempregados, suburbanos, exaustos na condução
Sem ter moradia digna, nem acesso à educação
Sem saneamento básico, com parca alimentação
Quem são estes cidadãos?
Quem são? Quem são? Quem são?
Tantos anos se passaram, mas tão pouca evolução
Ainda se usa a bandeira para encobrir a inação!
E no centro da cidade, ao som do toque do tambor
Ressoa a voz do poeta, clamando ao Nosso Senhor:
“Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se eu deliro...ou se é verdade,
tanto horror perante os céus?!”
Deus te dê em dobro tudo que me desejar e o triplo que fizer comigo 🙏🏻 E a recíproca é verdadeira, afinal quem não deve, não teme 🙇🏻
É mais uma noite meia normal...
Está chovendo lá fora e eu estou usando roupas de frio.
Estou escutando música internacionais enquanto a chuva caí...
E bom essa vibe, mas é louco pensar em você...
Ainda mais numa situação como essa, porque eu gosto de aproveitar esse momento pra fugir dos pensamentos, mas aqui estou eu pensando em você.
Mas será que eu amo você ou só gosto como um amigo especial?
Projetei no outro o espelho da minha alma, e na sua voz busquei a resposta que acalma:
Diga-me, quem sou eu? — pergunta que reclama, ser eu, senão o eco que no outro se inflama.
Quem somos?
A soma do que vivemos, convivemos, herdamos e juraram que deveríamos ser.
E o valor que, no olhar do outro, esperamos, que nos reconheçam e nos façam crescer.
Presente de Deus.
Fizera assim.
Tão bela quanto Monalisa.
Uma moça, feita a de Ipanema.
Uma flor de Lis para Djavan e também pra mim.
Má, Mai.
Má, má, Mai.
Gaguejo ao te ver sorrir.
Te peço que seja quem queres, mas seja só você.
Má, Mai.
Má, má, Mai.
Maiana.
Seja você quem ama, quem queres ser.
Mas seja só você.
Quem dá mais?
Vivemos em mundo de "faz de conta"
Onde o outro é apenas "o que posso ganhar com isso"?
Os valores reais estão à venda
Na escuridão sombria da ganância
A mesquinhez é tão grande que
Pensa-se enricar com a injustiça de outrem
Os valores reais estão vendidos
No ledo engano de uma vida passageira
Esquecem-se que são apenas peles e ossos que caminham
Esquecem-se de sua matéria primordial
Esquecem-se para que foram chamados
Os valores reais estão vendidos
No pobre mercado da matéria
Esquecem-se que podem ser mais
Esquecem-se a que foram chamados
Esquecem-se que também são alma.
Sou detalhes, entrelinhas e mistérios, imprevisível, me supero e me transformo a todo instante, sou meiga e delicada mas minha força move montanhas, sou constante, exigente, quem me descreve se engana, minha metamorfose é gritante, inconstante, apaixonada por livros, conhecimento, animais, e por tudo aquilo me desafia, gosto do conforto e de tudo que me desconforta, empática personalidade forte, gosto bem mais de ser odiada do que admirada, detesto tudo que me rotula, define, limita, me adapto na velocidade da luz, professora nata, sensata e as vezes ate mesmo fria, não gosto ostentar, aparecer, de contar vantagem, reflexiva e crítica, voz mansa e estável escondem o furacão que me move, me guia, tenho sede de conhecimento, de movimento, incentivadora natural de pessoas, empática, antipatia natural, na maioria dos dias 8 ou 80, oscilação gritante constante, evoluo a cada instante, me permito ser quem eu sou, com a condição de ser cada dia melhor.
Despadronizada raíz, ambígua, o caos na terra, porto seguro, sutilezas, calmaria, tempestade de granizo, arco-íris, minimalista, egocêntrica e altruísta, perfeccionista, não combina com baladas, frasista, classista e tatuada, rotulada, classificada, pacificadora, pane no sistema, restart constante, looping e rap alucinante, angústia mistica
realista pessimista, otimista, ama o mar, odeia a areia, sonha com os dois pés no chão presos ao chão, autodidata, jovem aprendiz, matriz, mãe de pet, constante inconstância, persona non grata, turbilhão de emoções numa fração de segundos, singularidade....
Quem dera.
Quem dera eu Pai...
Que dera eu....
Quem dera eu voltar,te abraçar, e dizer-te coisas que jamais eu te disse....
Quem dera pai...
Quem dera fazer de ti e para ti o mais lindo poema que um filho possa fazer para um pai.
Quem dera Pai.
Quem dera voltar no tempo,
Te beijar,
E fazer o mais lindo verso do amor e da flor para ti oh ! Pai....
Olhar no fundo dos seus olhos e fazer-te chorar de alegria com a mais bela poesia vindo de minh'alma...
Ser o seu único humorista.
Ser o seu artista.
Contracenar contigo tocando sanfona e viola nas praias paradisíacas....
Quem dera meu eterno,
Pai...
Quem dera Deus,
O nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo lhe trouxesse de volta e sairiamos agora para darmos,
Nem que fosse,
Uma última volta.....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
Olhares- II
Ah quem me dera…
Que visses com meu olhar, como a Ti vejo;
pois verias nele o quão te desejo!
Que visses com meu olhar, quanto a Ti Amo;
pois verias nele o quão não te engano.
Que visses com meu olhar, quanto a Ti quero;
pois verias nele, um Amar sincero!
Que visses com meu olhar, o meu desejo;
pois verias nele, quanto em ti vejo.
Que visses com meu olhar, todo o a Ti ver;
pois verias lá mais que a mim querer!
Que visses com meu olhar, o que em Ti vejo;
pois verias lá tudo o que desejo.
Que visses com meu olhar, o meu querer;
pois verias quanto Amo Esse teu Ser!
Que visses com meu olhar, o meu sonhar;
pois verias nele, tudo a Ti dar.
Que visses com meu olhar, meu tão Te Amar;
pois verias lá meu todo o adorar!
Que visses com meu olhar, meu desejar;
pois verias em tal, contigo estar.
Que visses com meu olhar, meu mais querer;
pois verias lá, JAMAIS te perder!
Que visses com meu olhar, sem ti ficar;
pois verias em tal, NÃO suportar.
Que visses com meu olhar, meu tal desejo;
pois verias futuro que antevejo!
Que nada mais é que esta minha vida;
chorar, por ter que Te ir deixar Querida…
Deixar, quando a má morte a mim levar;
por saber, que em mim verias também…
meu primeiro que tu, partir pra o além;
querer, pra em nosso AMAR, te vir buscar.
Amo-te tanto.
O diabo é só um pressuposto, um objeto de desculpas o álibi perfeito, inventado por humanos pra se livrar do algo que seria sua própria sentença.
Quem sou eu?
Um humano entre as vielas na Velha Calçada
A pequena Londres te recebe de braços abertos
Confesso que
Imaginei um coadjuvante para o novo longa metragem
The Walking Dead ressurreição na cidade sol nascente
Após longa prosa o desconhecido abriu seu coração
Seu moço perdi minha familia, vício droga e destruição
Da ferroviária para linha de ferro não tenho parada
Quem já foi craque no futebol um dia
Hoje o "craque" dominou, sem amigos longe dos amores
Sou "nômade", becos, rodoviária, albergues, mocó, praças, viaduto
Olhar perdido sem rumo um cachimbo na mão
Meu Deus, o saci Pererê está sem pito
O breu é seus misterio nas frias noite inverno
Nosso povo generoso muita esmola e um sopao
Viva o assistencialismo, ah sou solidária sorriso estampado na face
Os anjos assistidos, sonham com um futuro melhor
Viva os maus políticos da velha política nacional
O pé vermelho encantado com a cantata natal
'Noite feliz noite feliz o menino Deus nasceu"
Nas noites natalinas corpos cobertos com papelão enfeitam as marquizes da cidade.
16/08/2021.
As pessoas se veem sem
saída dos velhos hábitos e aí adaptaram-se a certas normas.
E desconfio que estes citados venham buscando uma melhora como Humanos.
A adaptação ao meu ver, sob uma emergência ou catástrofe, soa mais com um tal de "salve-se quem puder."
Uma parte de nós seres Humanos, buscamos mais o bem estar e felicidade que esse tão mensurado Autruismo e gratidão ao outrem.
Somos mesmo uma mini caixinha de Pandora, mas é claro não é uma unanimidade.
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