Quem Ama Inventa
A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente divido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas. O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado.
buscar algo novo
dentro de algo que se foi
é a promessa mais ilusória
que se poderiam inventar
ouse amar
o que já não tem mais caminho e volta
e ouse partir
pra dentro de si
NOSSA ROTINA
Hoje teremos tempo para nos amarmos
Não como dantes, pois será algo diferente
Iremos vaguear pelas ruas escuras,
Em busca da felicidade não encontrada no nosso lar
Vamos fumar e nos drogar
Para ninguém falar
Que somos infelizes
Nosso amor a gente inventa
Como o fumo do cigarro que parecia nuvens
Perto de nós quando contávamos as estrelas
Lá no céu colorido.
Sim, esse é o nosso amor!
Sem o devido pleno perdão a todos carrascos, algozes e a tudo que nos violentaram injustamente, seremos vitimas perpétuas do mal, seremos sem fim por rancor nossa própria doença, fundamento vivo de infelicidade e o nosso mais lento e mortal veneno.
Posso até amar a tecnologia, apreciar a ciência,estudar programação,
...inventar o futuro... mas também sou uma mulher,admiro coisas simples,
necessito de carinho e acredito no amor.
Inventava tanto que acabava recriando as possibilidades de amar novamente... e novamente... e novamente...
Amar (I)
Amar (I)
è dovete volare nel mio occhio
semplicemente,
Amar (I)
sta inventando tutte le volte
non abbiamo
intensamente,
Amar (I)
è godere le vostre parole
dolcemente,
Amar (I)
viene utilizzato il inquieto dita
il tocco di distanza dal corpo
e restano
tranquillamente
Amare (tu).
Meu maior defeito sempre foi amar de mais! Embora meu amor sempre foi inventado um maluco perdido em aventura com um amor que nunca existiu!
Cientista Maluca
Estou inventando algo
Uma missão nunca antes pensada
Amar-te até o outro dia
Após o hoje
Sei que não parece muito
Vou tentar
Conquistar a mais bela imagem que meus olhos captaram até hoje
O teu sorriso
E então entenderás o quanto significa
Respirar o mesmo ar que você
É só mais uma distração
Para um de nós
Siga as linhas do céu
O azul brinca de róseo e desaparece em um beijo nosso
Tão doce e suave
Você é um feiticeiro e me aprisionou
Em cadeias de ventos e paredes de rosas
Tente me entender
Sou uma criança com sonhos de domingo
Onde depois de uma canção adormece em teus braços
E não quer mais acordar
Então, me encante
Meu vestido e tuas asas
Passeiam pelo chão decifrando códigos
De uma terra abandonada
A poeira dos livros nos contagia
Suas páginas amareladas com o tempo
De repente, estamos frente a frente
Exalamos perfumes incognitivos
Bailamos em ritmo lento
Nossas mãos se entrelaçam
Depois de amanhã jã não te amarei
Deixe-me te dizer agora o que sinto
O frescor de maçãs e algo nascendo em mim
Arrebentando por dentro hipocresias e desavenças
Direi todos os dias de minha vida
Até amanhã
Só até amanhã
Há tempo para amar, pesquisar, publicar... Tempo para perdoar, inventar, recomeçar, ler, imaginar, sonhar. Só não há tempo a perder!
Inventa-te
Inventa teu modo de amar
Inventa teu modo de sofrer
Inventa teu modo de se encantar
Mas não inventa de deixar de ser.
Se a igreja não tivesse inventado o pecado, amar mais de uma pessoa não seria errado… Você já sentiu seu coração bater por duas, por medo de ser mal visto pela sociedade, não assume.
O grande barato é gente.
Pra lutar, pra amar, pra criar.
Não inventaram - duvido que possam - nada mais divertido,
intenso e emocionante que... gente!
Gente em sua inteireza, com sua fragilidade e seus tempos,
seus conflitos.
Gente que vai nos enchendo de recordações,
aquelas que vão formando nossa identidade
e o enorme continente de memórias sobre o qual podemos
nos debruçar e assegurar-nos de que nossa vida
foi inteira.
Posso não querer o amor inventado, mas sempre ei de querer o amor sincero!
Para amar e entregar o meu coração;
