Que meus Pes me Levem
" SALVE-ME"
Olha nos meus olhos tristonhos
Enxuga as minhas lâgrimas
E dança comigo o batuque da tristeza
Talvez verei o amanha com clareza
Veja o meu corpo, uma carga de osso
Veja o meu sonho, um pesadelo
Escuta a minha voz, um grito de desespero
Talvez amanha será o meu enterro
Assegura a minha mão debilitada
Veja como é tão escura esta escuridão
Já não posso enxergar nada
O destino traçou marcas de amargura
Nadando nas águas da vida mais dura
Salve-me hoje, pois amanhâ é tarde.
Janasse, Xadreque Pedro
Gondola, 20-07-2015
Sei que atentamente Deus me observa e me encoraja a enfrentar meus desafios... Me levando até a vitória.
Estou caindo em desespero!
Meus olhos não param de verter minha indignação,
E meus punhos fechados em fúria!
Gritam comigo até a exaustão.
Porque me traiu?
Que mal lhe fiz além de lhe dedicar meu terno amor?
Oh doce e desgraçada mulher,
Levou-me embora os últimos resquícios de humanidade.
Hoje sou metade, quebrado em mil partes,
E bebo para esquecer,
Da dor que ainda lateja.
"O que fazer para meus filhos não se igualarem a cultura e aos conhecimentos prematuros dos jovens? Ensine-os a andarem com pessoas mais velhas e sabias; tire a TV de dentro de sua casa e ore a Deus todos os dias através das Escrituras. Simples assim..."
nos atos da solidão
devasto meus pensamentos,
cujo uma variedade do meu ador,
expressa se em atos de desespero e paixão,
sempre renovando a doce morte dessa aparente vida.
Ouvi dizer que todo dia ele visitava minhas redes sociais. Buscava nos meus status, algum indicio da mimha saudade. Mas, eu nunca deixava sinais. Todo dia me vestia de alegria e tampava algumas expressões faciais. Não por ele, mas é que o coração já estava cansado de se doar demais. Enfim ele entendeu que aquele rosto triste não me servia mais.
Estou munido de versos e frames,
minha alma porta por arma o amor,
meus inimigos são a insensibilidade,
a ignorância, a vaidade e o torpor.
É, não amadureci
não acompanhei o tempo
parei nos meus vinte e poucos anos
por isso,
o teu desprezo é cortante
corta pedacinho por pedacinho
machuca,
faz sangrar a alma, a mente.
Magoa meu corpo
arranca minha pele
aos poucos,
vai matando, apagando...
meus sonhos.
Tentei fazer a poesia calar a boca e deixar meus ouvidos em paz. Tarde demais, ela já havia contaminado todo o corpo.
Virou Passado!
Você foi príncipe dos meus sonhos,
depois se tornou o monstro dos meus
pesadelos.
Você foi à luz que iluminou a minha
vida, depois se tornou a escuridão da
noite sem luar.
Você me fez sentir segurança em seus
braços, depois se tornou uma ameaça
a me rondar.
Você já me fez sorrir, até gargalhar,
depois me fez chorar, até soluçar.
Você foi a minha paz e a minha alegria,
depois se tornou meu tormento e minha
agonia.
Você me fez te amar e te adorar,
depois me fez te odiar e te desprezar.
É, você foi, mas o que foi, deixou de ser
virou passado e depois não será esquecido,
porém raramente será lembrado.
Ultimamente os dias tem parecido uma eternidade.
Meus desejos disparam atônitos,
Teus olhos fitam-me, irônicos
Nada mais enaltece minha vaidade.
Afoguei-me no teu querer,
Logo eu, tão inexperiente
Fiz-me dependente
E sendo meu vício, não permito esquecer.
Perdi-me em mim ao tentar resgatar-te deste teu mundo de aparências
Vi desejo fulminante no atrito de tua carne
Tomei-te a mim, simplória arte
Deixei-te rasgar-me por dentro sem mensurar consequências.
Teus olhos são agora opacos.
Guardo tuas palavras e me engasgo
Por você fiz meu maior estrago.
Homens só morrem de amor nos palcos.
Vc sabe os meus sentimentos por ti, não preciso toda hora estar falando pra te provar que te amo. Se não acredita em mim, por que ainda tá comigo?
A ignorância não me habita
Quisera eu poder dizer a todos os meus amigos, que são poucos, o quanto deles me habita.
A expressão amigo ficou banalizada, e os seres humanos desumanizaram a percepção do que pode ser percebido pelo outro.
Intrigante que, quanto mais antenadas, mais solitárias tornam-se as pessoas muito modernas.
Encastelam-se em seus equipamentos cibernéticos e ignoram que o amor habita na compreensão da diferença.
Eu sou Bossa Nova e você é Rock, eu sou branco e você estampado. Eu faço prece e você ora. Eu como tomate na salada e você o trata como fruta.
Ok. Somos amigos, não é?
Então é o afeto que nos une e as diferenças que nos enriquecem.
Aos meus amigos e aos nem tanto...
