Que meus Pes me Levem

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PAPO P'RO AR

Ouço em meus ouvidos
... Um zumbido...
Um tilintar dos anos
misturando, meus planos tinidos.

O tempo me tingiu...
E eu agora, carrego o tranco e a presencia
dos meus... Velhos cabelos brancos...
Eu tenho deitado-me,
sob meus desalentos e os sonhos, já não
me trazem, mais aquele gargalhar...
Quantas e quantas vezes em sono,
eu sinto a presencia do pesadelo,
e ao acordar me sinto...
Sonhando de papo p'ro ar.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

FLERTANDO MINHA ALMA

Na imensidão do meu ser
Fiz morada num castelo de sonhos
Revertia em meus olhos um encontro solitário
Capaz de mensurar as necessidades interiores
Gritando e clamando por um minuto de atenção
Flertei a minha alma, como se flerte um amor à primeira vista.
Deixei fluir a essência de sentimentos contidos
Um namoro entre o corpo com alma
Flertei de leve sem medo de toca-la apalpando suavemente
Buscando entender a complexidade das formas
O corpo entrelaçou a alma e fizeram um bailar de momentos
Esquecidos, apagados e lembrados a cada passo dado.
Deste flerte minha alma fixou um ponto de apoio
Olhei na profundidade conforme o meu alcance
Vislumbrando a vida de outra forma
Onde o corpo esvanece enquanto a alma floresce...
Assim, flertei minha alma...

Inserida por SandraQueiroz55

CANÇÃO MATINAL...

Recitas em meus ouvidos uma canção matinal...
Ergues a taça para um brinde de encontros...
Desencontros na contramão da vida...
Suspiros e sorrisos de contemplação
O dia enaltece... Um rouxinol voejando
Nos arbustos da imaginação/momento...
Dissipa os nevoeiros da saudade que inflamam
Dos lábios que não se tocam...
Dos corpos que não se ajustam...
Dos olhos que não sabem o seu fulgor
Um amor que nunca penetrou em minha concupiscência
Nem deixou seu perfume, nos poros de minha epiderme
Colidem nas barreiras de um tempo de outrora
Nas relvas distantes... De um encontro que ainda não nasceu...
Aguardando uma canção matinal...

Inserida por SandraQueiroz55

Minha Alma pertence ao universo, meu corpo a terra, mas, meus conhecimentos são eternos no mundo.

Inserida por giancarlo_campacci

"Minha Alma pertence ao universo, meu corpo a terra, mas, meus conhecimentos são eternos no mundo" boa frase -Gian mas até então eu não tinha a minima ideia de que você existia e logo me esquecerei. É inevitavel mais o esquecimento vem para aos pobres físicos e ricos de conhecimento

Inserida por denilson_everret

Meus discursos não são inflamados, apenas são francos.

Inserida por danilomartins23

Veja seu mundo pelos meus olhos...

Inserida por benjamim_sepulvida

Podem aprisionar meu corpo.
Torturarem minha alma.
Sufocar o meu amor.
Mas meus versos;
Esses, sempre serão livres.
Pacificando a alma.
E alegrando os corações.
(Ana Jalloul )

Inserida por anajalloul

Chuva dor da minha alma.
vida sem rumo ou destino.
sois fome.
Em meus sonhos...
sois os espaços vazies
que consome meu coração...
repleto de amor por você.

Inserida por celsonadilo

sinta a morte em meus lábios...
grite se puder
vou beber suas lagrimas,
e vou sentir seus últimos pensamentos.

Inserida por celsonadilo

Solidão que define meus sonhos,
dentro das emoções,
por favor... esteja sempre
no meu apogeu,
para o ardor um fonema
na escuridão...

Inserida por celsonadilo

A beleza pode estar em um rosto ou num corpo talvez, mas eu sei que a verdadeira beleza meus olhos a encontram nos teus!

Inserida por RangelCRodrigues

Inesperado_Indecifrado_Inexplicado... Amor

... passando por meus sonhos
adormecidos,
alimentei-os de doces fantasias
para ir além
... além das fronteiras
... além dos horizontes
... além dos medos
de encontro com o inesperado.

Seguindo lentamente
é possível sentir
em outra extensão... a chama;
o transcendente e
desejado amor indecifrado.

... sem pedir licença
adentrei em teu mundo desvendei teus mistérios
para viver na
nossa imensidão
o amor inexplicado.

Inserida por RoseBona

Chove forte

... derrama sobre a terra
súbita chuva e desaba
uma tempestade que atormenta meus mais íntimos sentimentos adormecidos.

Enquanto a chuva forte
na vidraça escorre deixando rastros,
aqui dentro há um coração
que chora de saudade.

Saudade do tempo que em
dias de chuva nos acolhíamos
dentro de um caloroso abraço e
no ritmo nossos corpos
colavam-se extasiados.

Hoje,
chuva forte afoga-me
no deserto de minhas lembranças,
procurando abrigo,
revivendo o que ainda está vivo,
congelando o instante mágico que vivemos.

... chuva forte lá fora, aqui dentro emoções;
entorpecida de sentimentos,
inundada de lembranças,
ao som da chuva forte... adormeço.

Inserida por RoseBona

Meus ombros aquentam o peso que levo, porque o coração está repleto de gratidão. Mesmo doloridos, meus pés caminham em meio a espinhos, pois acredito no caminho que escolhi e sei que no fim irão florescer, pois as pétalas me servirão de tapete onde eu pisar e o perfume exalará. Embora a vontade venha, não há como desistir, pois tenho a certeza de que tudo valerá a pena em cada pulsação, em cada célula e partícula que me move. Eu sou assim.... Apego-me na esperança do dia de hoje e do amanhã. Afinal sou feita de FÉ!

Inserida por AdrianaLeal

Costumo contar meus segredos a DEUS procurando o silêncio interior!

Inserida por AdrianaLeal

Só na leveza que leva meus leves passos levemente

Inserida por ELCIOFR

"Eu confio na força que guia meus passos."

Inserida por laisson_amaral

Minha derrota mais dolorosa foi aquela causada pelas mão dos que se dizia meus amigos, confesso foi impetuoso tudo aquilo.
Eles me olhava caído e apenas sorria.
Foi doloroso e achei que jamais me levantaria, que chamais me reconstruiria.
Mas nunca fui de dar o braço a torcer
Eu me levantei e como um grande guerreiro encarei oque a mim queria derrotar.
Desde então venho fugindo, mas não fujo por medo, pois sei que oque me perturba posso derrotar, mas fujo por que sprendi que há Guerreiros que Guerreiros como eu não podem ter a honra de derrotar, e assim apenas respeito devemos mostrar.

Inserida por OrlandoBiotoviski

O POEMA

Não há beleza alguma em meus escritos
São versos taciturnos, cheios de " nadas"
Apenas uma forma de sangrar distinto
Nestas noites de Morte, nada translada.

Nem sei se almejo a leitura do amigo
Sobre meus rascunhos feios e malditos
O corvo cá vigia, come e dorme comigo
E da fé, não sobejou nem mesmo o rito.

Estranhos sonham meu riso de outrora...
Eu sigo mendigando palavras pro poema
Fragmento de um riso caído na memória.

Quanto à poesia, a ressuscito do terror
Da existência forçada, onde pena a pena
Não sou poeta. Sou o resto da minha dor!

Anna Corvo
( Pseudônimo de Elisa Salles)

Inserida por elisasallesflor