Quase
"Você, homem, tem direito de pedir quase tudo o que quiser, mas a mulher tem o direito de dizer 'sim' ou 'não' para cada pedido seu."
O problema, aqui no Brasil, é que quase toda a classe média, baixa e alta, salvo exceções, faz de conta que não é "povo", e que o seu telhado não é de vidro. Talvez por isso, pelo excesso de soberba, não esteja nem um pouco preocupada com a democracia.
Até hoje eu nunca soube descrever minha mãe, eu só sei que ainda a amo quase tanto quanto eu a odeio, ou vice-versa. Foi ela quem, direta ou indiretamente, me causou as piores tristezas que eu já tive até agora, mas, sem sombra de dúvida, as minhas melhores gargalhadas foram com ela. Caíamos na gargalhada por qualquer motivo, muitas gargalhadas, minhas e dela, e eu certamente sentirei falta disso.
Sou o que se chama de impulsivo. Uma idéia ou um sentimento. Ajo quase que imediatamente. Às vezes acontece que agi sob uma intuição, às vezes erro, prova que não é intuição, mas simples infantilidade. Preciso saber se devo prosseguir nos meus impulsos. Ou se posso controlar. Se continuo acertar ou errar, aceitando os resultados, ou devo lutar e me tornar uma pessoa mais adulta! E também tenho medo de me tornar adulto: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.
Alexandre Sefardi
Eu sou impulsivo. Quando uma ideia ou um sentimento surge, eu quase sempre ajo na hora. Às vezes isso é um bom palpite, e acerto. Outras vezes me engano, e vejo que não foi intuição, mas sim uma atitude infantil.
A dúvida que me persegue é: devo seguir meus impulsos ou tentar controlá-los? Devo aceitar meus acertos e erros, como parte de um jogo, ou tentar amadurecer?
Confesso que tenho medo dessa maturidade. Tenho medo de perder a alegria simples e pura de quem age por impulso, ...
Penso sobre isso. Mas sei que alguns minutos... mais um impulso. Talvez eu não seja maduro ainda. Ou talvez nunca seja.
"Que sirva de alerta: encontrei um Sr. 52 anos, com problema sério de saúde: quase não consigo respirar, 38 anos fumando, morador de 1 casa de 7 quartos e 4 banheiros, em área nobre, perguntei-lhe como está a saúde? Ele me respondeu, daria tudo que tenho para alguém sofrer no meu lugar. Recebi muitos alertas: larga de fumar, mas não atendi, hoje não há retorno. PODE SERVIR COMO LIÇÃO PARA VOCÊ. AINDA HÁ TEMPO". Ademar de Borba
A tradicional lucidez dos depressivos, quase sempre descrita como um desinteresse radical pelas preocupações humanas, revela-se, em primeiríssimo lugar, como falta de interesse pelas questões de fato pouco interessantes.
Apego Ato 2
(Palco quase escuro. Um único facho de luz. Ele caminha lentamente.)
Assim termina o engano do meu próprio coração.
Eu, arquiteto da ilusão,
escultor de um trono que jamais me pertenceu.
Com mãos trêmulas de afeto ergui muralhas de admiração,
e no topo delas coloquei um ser humano…
feito da mesma fragilidade que eu.
Mas ceguei-me.
Preferi chamá-la de estrela,
para justificar minha disposição em viver na sombra.
Oh, que doce veneno é idealizar.
Enobrece o outro
e empobrece a si mesmo.
Fiz dela soberana de um reino que inventei.
Curvei-me diante de um amor que não pediu joelhos.
E quando clamei por reciprocidade,
o eco foi minha única resposta.
(pausa longa)
Mas eis a tragédia maior
não foi rejeição.
Não foi desprezo.
Foi consciência.
Consciência de que nenhum trono se sustenta sozinho.
Que todo pedestal exige um chão.
E eu… eu escolhi ser chão.
(olha para as próprias mãos)
Estas mãos que ergueram,
agora aprendem a desfazer.
Pois se amor houver de existir,
que venha sem coroas.
Sem alturas inventadas.
Sem abismos criados pelo excesso de devoção.
Que venha como encontro.
De pé.
Olho no olho.
Respiração contra respiração.
E se não puder ser assim…
(entonação firme)
Que caia o trono.
Que se despedacem os altares.
Que reste apenas a verdade
dois seres humanos
ou nenhum.
(A luz se apaga lentamente. Silêncio.)
"Cuidado, rapaz", ela soprou, num aviso que era quase prece, "quem tenta curar bicho ferido acaba com a pele marcada."
Mas eu sorri, com aquela minha estupidez deliberada.
Pois entre a linha da vida e a linha do coração,
eu li o que ela não teve coragem de dizer em voz alta:
que o meu destino não era chegar a lugar nenhum,
mas ser o porto de quem desaprendeu a navegar.
Vamos falar de Sororidade? Sim, uma palavra “quase” nova que circula nos meios desde 2012, mas que ganhou uma força maior com o decorrer dos anos, expandiu-se muito entre 2018 e 2019, palavra que ainda não faz parte dos nossos dicionários físicos. Seu prefixo Soror significa irmã em latim e tem a finalidade de ampliar a irmandade entre as mulheres.
É... 🤔mais para mim ela vai além de irmandade, pois tem muitas mulheres apegadas ao ego e que ainda não conseguem desapegar do seu próprio umbigo. Limitam-se nas suas emoções nocivas sem conseguirem intitular-se e muito menos sentir-se irmã de alguém com quem quer competir e desrespeita o espaço da outra.
Então, por isto com carinho e toda a amorosidade do mundo venho falar de sororidade e qual o significado desta magnífica palavra para mim: significa respeito por si e por outros seres, pois se você se respeita, será fácil respeitar o próximo. É a prática da empatia e a facilidade de se colocar no lugar da dor da outra sem sofrimentos ou ver a alegria da “irmã” sem invejas. Sororidade é unir-se em parceiras, num caminhar junto, nutrindo as relações. É ter a coragem de acender a luz e ou voltar para buscar aquela que está atrás... ou quem sabe esperar seu tempo. É ter a sabedoria de identificar se é você quem fica, se for, peça ajuda libere a ideia de competição, e pratique o perdão não pela outra, mas por si mesma, vibre com as conquistas alheias, e nunca se esqueça de regar o próprio jardim. Está mais que na hora de deixar a mania que querer ser alguém... pois você não pode ser alguém, você deve Ser exclusivamente Você mesmo! Pratique a sororidade, o respeito, a empatia, o perdão, o amor, a gratidão por você 🙏🏻💙 e sei que consequentemente poderá viver esta Irmã...dade (irmã de mãos dadas). Unindo-se, na SORORIDADE 🦋
Ps: embora seja uma palavra feminina, creio que poderia atingir todos os gêneros, pois seria uma dádiva se todos conseguissem respeitar todos os seres, pois assim nos uniríamos numa só mão 🙏🏻
Quase tudo!
O dinheiro compra quase tudo: justiça, amigos, status, mentiras, silêncio e tantas outras coisas. Mas há algo que ele ainda não pode comprar — a morte. Pelo menos, por enquanto.
"Sou a junção de processos que quase me destruíram, mas o dono do tempo não se atrasa, tudo tem sua hora."
Ninguém notou quando eu quase me perdi em mim mesma. Quando o sentir estava forte demais e aprisionou minhas mãos, me obrigando a suportar o fardo do eu com a cabeça.
Não gosto de ser pouco; sou tudo o que sou. É quase um insulto não ser inteira. Se eu não sou eu, quem será?
O dinheiro agora está quase a substituir o amor; o amor, por sua vez, está quase a se transformar em dinheiro.
Reflexão de vida: Superação.
Você já parou pra pensar a respeito do quase? Que o quase não é sobre o que está acontecendo, mas sobre o que não aconteceu?
Porque, veja: o quase cair não é uma queda, o quase perder não é uma perda, o quase desistir não é uma desistência.
Quando entendemos isso, percebemos que os “quases” já foram superados, que o quase fracasso nunca foi uma derrota e que o quase não deu certo não é deixar de conseguir.
Então, diante das incertezas do quase, a única certeza que fica é essa: você não pode desistir.
@Suednaa_Santos
Um a um, eu tive que deixá-los, e eles foram.
Como puderam ser tão bons nisso?
Eu me senti quase imperceptível muitas vezes, quantas dualidades.
Haviam castelos caindo em ruínas quase sempre
Castelos em ruínas, são o preço, em troca de continuar sendo livre
Analisando e expondo de forma sutil, sobre problemas da sociedade sem precisar falar quase nada:
Todos sabem quem é Musk (Elon), mas Alice Walton ninguém abre a boca à comentar (quem é mesmo essa)?
Não, sobre economia e política com relação às mulheres, ninguém realmente andou interessado..
A Gentileza do Olhar
Rua quase deserta debaixo da escuridão celeste, sem luar, nem estrelas, que poderia ser vista facilmente como um lugar de solidão, triste e arriscado — uma impressão muito negativa.
Entretanto, se for observada por um olhar mais atento, logo será percebida a sua beleza admirável, que de alguma forma está viva: um lindo cenário, nada hostil.
Ornada por algumas luzes artificiais bem posicionadas, que trazem um aspecto muito receptivo, apaixonante, num ar de romantismo sereno e marcante.
Caminhar por ela durante a noite, deve ser bastante aprazível, inclusive na companhia da pessoa certa, dando passos tranquilos, sem nenhum motivo para se ter pressa.
Portanto, a gentileza e a calma também se fazem necessárias para uma observação mais completa, que não permita que as coisas significativas sejam ignoradas.
