Quase

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Nosso relacionamento é complicado. Somos um quase-amor, um quase-deu-certo, um não-era-pra-ser.

Uma menina me ensinou
Quase tudo que eu sei
Era quase escravidão
Mas ela me tratava como um rei
Ela fazia muitos planos
Eu só queria estar ali
Sempre ao lado dela
Eu não tinha aonde ir
Mas, egoísta que eu sou,
Me esqueci de ajudar
A ela como ela me ajudou
E não quis me separar
Ela também estava perdida
E por isso se agarrava a mim também
E eu me agarrava a ela
Porque eu não tinha mais ninguém
E eu dizia: - Ainda é cedo
cedo, cedo, cedo, cedo.

Sei que ela terminou
O que eu não comecei
E o que ela descobriu
Eu aprendi também, eu sei
Ela falou: - Você tem medo.
Aí eu disse: - Quem tem medo é você.
Falamos o que não devia
Nunca ser dito por ninguém
Ela me disse: - Eu não sei mais o que eu
sinto por você.
Vamos dar um tempo, um dia a gente se vê.

E eu dizia: - Ainda é cedo
cedo, cedo, cedo, cedo.

Brilham também os olhos do meu amor.
São de um âmbar dourado, quase meus.

Chorei encolhida abraçando as pernas,baixinho e escondida.Chorei por quase duas horas,de corpo e alma,com toda a essência do meu ser.Acho que vou dormir agora,pois me sinto exausta e também preciso de tempo para me recuperar.Aí,só aí vou ser capaz de colocar de novo minha máscara e sorrir para as pessoas,faze-las acreditar que sou feliz.

Se minha vida fosse um filme não seria um blockbuster, talvez um filme indie daqueles que quase ninguém entende, mas que o cineasta é aclamado como gênio pela crítica especializada.

Autoconfiança nos traz muitos progressos, nos leva adiante, nos torna capaz de quase tudo. Mas que a gente sempre saiba perceber bem a diferença entre autoconfiança e presunção, uma nos traz o que temos de melhor e a outra nos traz estagnação. E infelizmente elas são muito parecidas!!!

Tem gente que se acha a última bolacha do pacote!
Faz sentido, afinal quase sempre a última bolacha é a mais detonada.

Convivio quase que diariamente com minha insônia, tanto que, até me refiro a ela como uma qualidade. Em consequência a ela, que atualmente vivo melhor. São nos momentos de insônia, que consigo parar, pensar, refletir e criticar. São nestes mesmos momentos, que a vida torna a ter algum sentido. Sábios são aqueles que aprenderam a usar ela a seu favor, e não somente torná-la mais um dos males do século.

Sinto ciúme, faço fofoca, falo palavrão e tenho dias azedos. Sou quase normal e quase louca. Não sei muita coisa, mas procuro estar com os olhos e ouvidos abertos para absorver tudo que a vida me dá. Adoro viver, a ideia de um dia morrer me assusta. E eu amo, amo demais. Tenho um amor imenso pelas pessoas que são importantes na minha vida. Hoje, consigo separar e saber quem é meu amigo, quem é colega, quem é conhecido. Apesar disso, convivo bem com todos. Pouca gente sabe a fundo da minha vida e de mim, eu disfarço. Não gosto de me expor.

E quando você pensa que esta quase me capturando, eu já estou te dando cheque-mate.

“A gente aprende que “eu te amo” é quase como um “bom dia” e passa a endurecer o coração por causa disso. E passa a desacreditar no mundo de sonhos e passa a querer ficar trancado no quarto pra não ouvir mais mentiras. Pra se proteger de todas as palavras que só magoam e enganam. A gente aprende que a grande diferença entre amar e ficar é, na verdade, o caminho. Porque quem quer permanecer não liga se o trajeto é estreito e se falta água, comida e sol às vezes. A pessoa apenas fica e concede a felicidade nestes detalhes que a vida dá e que nem percebemos. Porque entre dizer “eu te amo” e amar, de fato, há uma distância de 2589200254860 metros a ser percorrida.

Todo amor que começa por quase nada, quase sempre acaba por quase tudo.

Escolha o caminho mais dificil e estreito quase sempre ele é o correto

"Nos momentos de insucesso eu me aguento e não me estresso;
Sacudo esta pressão que quase me põe submerso;
Vou vivendo de cabeça erguida;
Enfrentando os obstáculos vou fintando as armadilhas da vida"

Em momentos de tristeza, quase perdemos a esperança e achamos que é o fim, mas é justamente nesse momento que precisamos respirar fundo, manter a calma e entendermos que não é o fim, é apenas uma CURVA!!!

No princípio tudo ou quase tudo era inesgotável.
O cuidado, o carinho, atenção.
O alimento do dia a dia.
Amor.
O tempo passa e fica petrificado esse sentimento.
Não há nada ou quase nada que pode abalar.
O quase nada, se ocorrer. Será passageiro.
Momentos distantes, tempestades, raios e trovões.
Retorno e calmaria.
Nem tanto.
Notícias trágicas ou quase trágicas.
Se a morte seria melhor?
Só vivendo pra saber.
O dia vai chegar.
O amor vai continuar.
E como estaremos?
O que sentiremos?
De algo tenho certeza.
Só o amor constrói.
Se é amor, tudo passará.
Tudo continuará como sempre deveria ser.
Te amo e sempre te amarei.
E você?
Beijo

Odeio vazios. Por isso transbordo e quase sempre afogo quem não sabe nadar.

No meu quarto: tem quase tudo, só falta você.

Nossa cara já está dormente de tanto apanhar. Tanto que a gente quase não sente mais nada, nem por nós mesmos, que dirá pelos outros.

Café da Manhã

Um belo domingo para um café ao ar livre. O céu azul, quase sem nuvens, revela um sol de um horário inadequado para se levantar, entretanto, é domingo!
Com o café ao leite e um grande e redondo pão-de-queijo fui buscar alento sob um enorme abacateiro em frente ao jardim, para alimentar meu desejo poético de viver.
Uma daquelas cenas cômicas que costumam desabar em série a personagens patetas em filmes de categoria B veio abarcar o poeta.
Da árvore, a sua raiz exposta no chão torna-se cadeira. No súbito movimento de sentar-me, percebi um emaranhado de teia de aranha envolta ao rosto. Enquanto desvelava com uma das mãos ocupadas, a teia sem fim, a cadela inquieta espreitava o momento de acercar-me com seu focinho apurado o meu pão-de-queijo.
Prevendo o perigo, com uma das pernas procurei espantar a cachorrinha, sem sucesso. A outra perna, uma formiga, tipo cabeçuda, fez o favor de aplicar uma picada certeira, provocando meu desequilíbrio e consequente desperdício de um pouco de café, escorrido pela perna.
Um quarto de minuto, talvez... Bastara um quarto de minuto para decidir-me pelo retorno a uma cadeira rotineira com minha xícara e pôr fim ao café, inspiravelmente desastroso.