Quase
"Você contesta quase tudo e quase todos. Mas... Você nunca contesta essa conversa de que o PASSADO tem que ser esquecido. Por que você é assim?"
Texto Meu 1196
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"Aquele escritor e jornalista, que tinha hábito de considerar quase todos 'idiotas', certamente não se incluía na Lista dos Idiotas que citava. Geralmente é assim!"
TextoMeu 1213
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"Insistentes Teimosos e não exatamente Evangelizadores são quase todos que ficam com a conversa sobre o que Deus acha e disse. Isso é impressionante, Oh, Raios!"
TextoMeu 1330
"Contadores de 'Causos' e de Historias quase sempre me agradam muito. Os que mais gostei e gosto (e que lembro agora) são Machado de Assis, Sergio Porto, o egipcio Leon Eliachar e Eu Mesmo, modestia às favas!"
TextoMeu 1404
"Soube que um Escritor britânico quase desistiu de ser Escritor, depois que conheceu a obra de Dostoievski. Já pensaram em tamanho prestigio para o russo?"
TextoMeu 1407
1455
"Falar de Deus, para Mim, quase sempre é inócuo e mostra muito mais opinião pessoal e/ou achismos e/ou repetição pura do que outros falam. Além do mais, acham que já não tenho minha propria opinião sobre Deus? HeuHein!"
TextoMeu 1455
1482
" 'Quase sempre Factuais, meus textos são Apenas Conversas e Roteiros entre Mim e Personagens. Não me refiro especificamente a Alguém, muito menos a Ninguém, está bem?' "
"Assim está a Minha Biografia, aqui neste espaço."
TextoMeu 1482
1489
"Não deixa de ser 'interessante' alguém dizer que Escreve 'com o Coração'! Eu, quase sempre, Escrevo com o Teclado!"
TextoMeu 1489
1591
"Você sabe NADA ou, se sabe, sabe pouco, muito pouco, quase NADA. Foi o que eu disse para aquele Meu Cunhado, Coitados! Coitados de Mim e da irmã dele!"
1653
"A exemplo de quase tudo, a IA tem possibilidades ótimas e outras nem tanto, depende de quem está no comando!"
0024 "Não conheço quem tenha assumido que é isso ou aquilo de errado ou de ruim. Mas quase todos vivem dizendo que nós (e outros) temos dezenas de defeitos. Ah, o Cerumano!"
0100 "Nos 'finalmente' quase todos fogem da solidariedade. Por isso, só me agarro aos fatos, à verdade e a Mim. Só!"
0157 "Você falou mal de Fulano ou Sicrano? Não se incomode tanto... Quase todos falam de quase todos!"
0515 "Comprovadíssimo: A maldade nem sempre está na cabeça de quem fala. Quase sempre está na cabeça de quem lê, ouve e conclui... O que quer!"
Quase todos querem ser autossuficientes, mas quase ninguém se banca quando a chapa esquenta.
Muitos gostam da ideia de serem autossuficientes.
Ela soa bonita, forte, admirável…
Dá a sensação de controle, de interdependência, de não dever nada a ninguém.
Mas a verdade aparece quando a chapa esquenta.
E ela esquenta!
Sempre esquenta.
Ser autossuficiente não é só pagar as próprias contas ou tomar decisões sozinho quando tudo está calmo.
É sustentar escolhas quando elas custam muito caro.
É bancar o silêncio após o que precisava ser dito.
É segurar as consequências quando não há aplauso, colo ou atalho.
É sobreviver às tempestades.
Mas muita gente confunde autossuficiência com orgulho.
Diz que não precisa de ninguém, mas desmorona quando não recebe a simples validação do outro.
Diz que aguenta, mas terceiriza a culpa quando algo dá errado.
Quer a liberdade das escolhas, mas foge das responsabilidades que vem junto ou depois dela.
Quando a pressão aumenta, quando o conforto acaba, quando não há ninguém para salvar — é aí que se descobre quem realmente se banca.
Porque independência não é ausência de apoio, é presença de coragem.
É saber pedir ajuda sem se abandonar.
É continuar inteiro mesmo tremendo.
No fim, ser autossuficiente não é nunca cair.
É cair, levantar, olhar para o próprio reflexo e dizer: fui eu que escolhi assim — e eu fico.
Fico com o bônus e com o ônus.
Para sermos bons donos do próprio nariz, é preciso ter consciência de que ele também pode sangrar.
“Moleques meninos”
mal alimentados por muitos sim, quase sempre viram esses
homens moleques.
Os furiosos que rejeitam todos e quaisquer nãos.
Com tanto sim, atravessado goela abaixo — sim, ao ego, sim, à impunidade, sim, à ideia de que o desejo masculino é prioridade — muitos “moleques meninos” cresceram mal alimentados do essencial: frustração, limite e escuta.
Não aprenderam cedo que o não jamais é afronta, mas fronteira, limite…
Não é humilhação, é linguagem.
Não é convite à fúria, é exercício de humanidade.
Criados à base de concessões e silêncios forçados, confundiram afeto com posse, insistência com direito e desejo com autorização.
E quando o mundo — especialmente as mulheres — ousa lhes negar algo, reagem como quem teve o prato retirado, não como quem foi chamado à maturidade.
O homem moleque não rejeita só o não: rejeita o espelho que ele oferece.
Porque todo não bem colocado revela o que falta — e encarar a própria falta exige mais coragem do que gritar, ameaçar ou ferir.
Não, nem é só não, como dizem os muitos que fingem preocupação com as mulheres do nosso país…
Talvez uma das maiores e principais urgências do nosso tempo não seja ensinar mulheres a dizer não, mas ensinar homens a sobreviver a ele.
Porque o não, quando respeitado, educa.
Quando ouvido, humaniza.
E, quando aceito, transforma moleques famintos em homens capazes de conviver — e não de dominar.
Enquanto isso não acontece, o “Não” seguirá sendo resistência.
E a reflexão, uma necessidade inadiável.
Não é humano a aceitação medonha de que mulheres continuem sendo desumanizadas — no Brasil e no mundo — por causa de um “Não”.
Hoje a Sorte me abraçou tão apertado, que quase cansei!
Gratidão por mais um dia vencido, meu Pai Amado!
Hoje a Sorte me abraçou tão apertado, que quase cansei!
Gratidão por mais um dia vencido, meu Pai Amado!
Há dias em que a Sorte não chega como visita discreta: ela entra sem pedir licença, aperta, envolve e até pesa.
Não pelo fardo, mas pela intensidade.
É um abraço tão cheio que o corpo quase cansa, e a alma, surpresa, precisa parar um instante para respirar e entender.
Talvez a Sorte não seja apenas o que dá certo, mas a força para atravessar o que poderia ter nos derrubado.
Ela se manifesta no fôlego que não faltou, no passo que continuou mesmo trêmulo, na coragem silenciosa de permanecer.
Vencer o dia, às vezes, é só não desistir dele.
E quando o cansaço vem depois do abraço, ele não é sinal de fraqueza, mas de travessia.
Só se cansa quem caminha, quem enfrenta, quem carrega o que precisa ser carregado sem largar a fé no meio do caminho.
Gratidão, Pai Amado, por mais um dia vencido…
Por mais um ano vencido.
Não porque foi leve, mas porque foi sustentado.
Não porque tudo sorriu, mas porque, apesar de tudo, seguimos de pé — sempre abraçados pela Tua misericórdia.
Que no próximo ano toda Sorte de Bençãos e Misericórdia continue nos encontrando, nos fortalecendo e, acima de tudo, nos mantendo de pé.
Amém por cada dia vivido e vencido!
