Quanto Vale um Abraco
Empurrado pra's ruas
Disse que não me faltava quase nada
Mas quando me deu um cobertor
Não percebeu
Que o frio vem também da solidão
Da falta de um pão
Na barriga vazia de quem nada comeu
Disse que me arrumaria um bom emprego
Mas quando encontrou uma vaga
Esqueceu
Que pra tudo tem que ter formação
E pra quem não recebeu primeiro educação
Restou acostumar-se com a vida de plebeu
Disse que eu estaria limpo após um banho
Mas depois de todo um sabonete usado
Não percebeu
Que a sujeira vem das ruas deste mundo
E quem está sempre nelas continuará imundo
Porque não tem um lugar pra chamar de seu
Disse que resolveu minha vida
Mas quando falou que o fez
Esqueceu
De certificar-se que eu só sobrevivia
E que cidadania nenhuma eu teria
Enquanto a cidade crescer mais que eu
Seremos lavados e sepultados um dia, minha querida. E o tempo que nos foi dado será deixado para o mundo. A mesma carne que viveu e amou será consumida pela praga. Então deixei que as lembranças sejam boas para aqueles que ficarem
Os adolescentes fazem de um arranhão um corte profundo. E essa é a beleza da juventude: sofrem como se não fossem aguentar. E aguentam. E crescem através da dor de um pequeno ferimento.
A descoberta de um amor verdadeiro. É verdadeiro quando, as duas partes despertam, sentimentos verdadeiros.
Quer um funil de vendas eficaz para conversões no seu negócio? Entre propositalmente no funil de vendas de sua concorrência e estude as estratégias que mais provocam a sua própria vontade de comprar.
Se um dia a vida ficar chata reinvente-se.
A vida deve sempre seguir em frente, a vida não pode para. Pois só a morte tem esse poder de encerrar.
Então, enquanto á vida mova - se e continue.
Gosto muito de escrever e meus amigos me ajudam muito quando me animam dizendo que um dia eu aprendo...
Detenho-me por um momento
Interrompendo seus beijos...
Para somente admira-la...
Intocada !
Mesmo com medo e cautela, já sem pejo
Despe-se da candura
O desejo então atiça
Estremece ao ensejo do prazer e da cobiça.
Pelos teus carinhos..
O amor é um sentimento que não pode ser modificado, devido más experiências, em relacionamentos passados. Pois, se o que viveram foi ruim, não foi amor. Nem sequer a paixão é ruim. A paixão é o primeiro sinal do amor. Nem mesmo a paixão, simboliza somente atração física.
A paixão é o desejo por quem se ama, querer estar junto sempre. E o amor é o bom trato, quando se está junto.
O que mantém as pessoas apaixonadas é a paixão. O que faz você se sentir amada ou amado é o amor.
Amor sempre tem que ser dado. Os dois dando amor, os dois são amados. Se um só dá, o outro não é amado. Se os dois não demonstram, não há amor.
Não surge um verdadeiro amor, um sentimento tão puro e belo, de um sentimento tão ruim que é a desconfiança.
Uma árvore podre, não dá bons frutos.
Tim Lopes
Olá Tim,
Preciso segredar-te algo
A respeito dos homens impiedosos:
Eles possuem um comportamento
Avesso aos mandamentos de Deus:
Não matar.
E não matar, eu,
Na minha sensibilidade quase infantil diria que é tudo,
Desde uma formiga até um Arcanjo como foste tu.
Então,
Deixa tuas investigações seguirem um curso mais ameno.
Sobe o morro sim,
Mas desvia o tema para os rebolados
Das meninas na dança Punk
Onde se enrolam suados corpos encharcados de bebida
E desejos libidinosos.
Deixa prá lá os meninos grandes
Que as usam como depositárias
De seus espermas que de carícias só as que rugem
No interior das feras criadas no mundo sem princípios,
Sem amor, sem piedade.
Estes meninos grandes não sabem o valor da vida
Construída
Na fé de uma força pacificadora que se entranha
Estranha na fartura de um rico servidor do amor:
Deus.
Deixa Tim,
Que todos já sabem o que vais investigar.
A sociedade sabe,
Os da Lei sabem.
E todos só lamentam,
Apenas lamentam impotentes
Diante da gigantesca serpente
De dentes afiados e não têm coragem de desafiá-la
Para ela parar com seus botes nos seus co-irmãos.
Ela vai arrebanhando na sua enorme gula,
Cada vez mais aficionados,
Viciados,
Entediados filhos do caos.
Sua artimanha é fabricada
Nos virulentos labirintos das dores humanas.
Ela aproveita das fraquezas do solitário
Sem apego às coisas Divinas.
Das meninas.
Dos meninos.
Filhos do horror.
Sem esperança.
Sem luz.
Caem nas redes que o submundo tece tão bem.
Ai, pobre deles!
Que não tiveram como Tim,
Uma direção delineada,
Desenhada por mãos de amor.
Seja como for, não vás Tim.
O Prêmio Esso, esofágico,
Regurgitará a ira dos narcotraficantes
Que irão torturar-te sem pena e conhecerás
Os horrores da dor quando ultrapassa
Os limites do humano
E derruba o homem para a condição de feras acuadas
E indefesas.
Esquece o prêmio Tim.
Leva tua micro câmera
Para a praia de Copacabana
E enquadra os quadris das meninas untadas
De bronzeadores e enegrecidas pelo namoro no sol.
Elas vão retribuir
Com um sorriso ingênuo
E despretensioso,
Tanto quanto à vida que lhes entorna
Pelos passar dos anos,
Promessas de encontros casuais
E poucos compromissos nupciais.
Nem precisa Tim,
Elas querem viver o momento
Que é breve demais para se correr atrás
De perigos escondidos num morro habitados
Por narcotraficantes
E frios matadores de gente de boa fé.
Eles vão matar
O menino que era um pedaço de dona Maria do Carmo.
Tecido no ventre de Maria,
Era um pedaço do coração dela
E era só coração
E alegria.
Como disseste no Crônica que tão bem compuseste
Para ela, a mãe.
Carne, coração, alegria, também tristeza e um pouco ela.
Então, não vás, pois ela jamais será inteira
Depois de tua partida.
E tem o Bruno que órfão
Não terá mais um colo autenticamente paterno.
Não Tim,
Se mãe é única,
Pai não tem substituto igualmente.
Fica para que a mulher,
A Alessandra, não sofra o horror do vazio de abraços.
Não deixes Tim,
Que se percam teus espaços de esposo,
De pai e de filho tão queridos.
Ah! Sei... Tua consciência te chama amigo.
Teus ideais... Que dor! Que pena!
Então até mais.
John Kennedy
Olá John.
Tomo a liberdade de dizer antes de tudo que meu coração
É um pouco teu apesar de já te encontrares
Em outras dimensões quando pude alcançar a tua história.
Se estivesses aqui ainda,
Talvez fosses o meu único e grande platônico amor.
Mas, escrevo-te este não para falar
Do teu sorriso provocante que ainda quando vejo fico a
Desejar as brumas milagrosas de Deus.
Tão pouco falar de coisas desabridas
Para não carregar de rancor as tuas páginas
Tais como a guerra do Vietnam e os anos de chumbo
Do Brasil. Neste espaço eu me permito realçar apenas a nobreza
Não a vileza, pois todos nós temos um pouco dela, senão muito.
Não John.
Vou dizer-te coisas boas que fizestes e que tratam da derradeira
Ordem do Criador quando quis sua imagem
Refletida na criação:
“Amai-vos uns aos outros.”
Agora pesquiso a tua história
E está tudo lá:
O teu grito de amor tingindo as velhas páginas
Com a cor, o cheiro e o sabor da verdade:
Querias um mundo mais humano
Com direitos iguais para os filhos desprovidos
Da fartura do rico império impiedoso de alguns.
Querias "um mundo de lei e livre escolha,
“Banindo a guerra e a coerção”.
Teu governo desenhou o início
De uma nova esperança na direção
De direitos iguais entre americanos
E em busca da paz mundial.
Tentavas desmilitarizar
– ABSURDO –
O mundo feito à base de sangue e armamentos.
Como John?
De que maneira derreter
Os moldes dos impérios fortes forjados
Com o aço das lâminas assassinas
Que enriqueceram alguns.
E como enriqueceram!
Até se esqueceram que são mortais.
Projetaram-se deuses e ditaram extermínios.
E existem, também, e lamentavelmente,
Os fanáticos.
Aqueles que matam em nome do nada,
Sem causa, sem origem.
Apenas matam.
Eliminam sem piedade os homens carregados
De sonhos e projetos.
E como os tinha John!
Estavas grávido de idéias
E teu ideal de mundo não diminua tua glória.
Esplendoroso e viril. E belo.
E homem.
E presidente de uma nação despontando forte,
No Norte da América.
Então, o covarde Lee Harvey Oswald,
Calou a tua oratória e pôs fim
Ao teu inflamado discurso que arrebanhava multidões
E te privilegiava com uma boa popularidade.
E morre contigo, a esperança.
O sonho de uma América mais humana,
Mais justa e sem armas.
E, depois de muito, vem historiadores
Sustentarem a tese de uma conspiração.
Quão inventivos!
Será John que aquela bala disparada
Fora programada
Para partir na tua direção,
Pois terias contrariado profundamente os interesses
De indústrias bélicas
E de militares ao lutar pelo fim da corrida armamentista,
E como resposta,
Industriais e militares poderosos teriam
Tramado a tua morte?
Ditado a tua sorte?
Ah! John! Não!
Eles não seriam tão radicalmente perversos
E frios
E desumanos e
Bestiais a tal ponto.
Não ao mesmo tempo.
Não comungariam a mesma horrenda e macabra idéia.
Bom pensar que a maldade foi apenas de um único ser.
Fica mais fácil assim John.
Suportar o mal, encarar o mundo.
Viver.
Ainda precisamos acreditar na bondade.
Tanta perversidade
Apaga em nós a chama
Da esperança de um dia sermos todos iguais.
E por falar em igualdade.
Descanse em paz, a tua América mudou de cor.
Hoje a Casa Branca tem inquilinos
Da Raça dantes espezinhada.
Diminuída e combatida
Por puro preconceito vazio e sem sentido.
Ela alçou o voo da vitória.
E a na história ficará o registro da passagem,
E porque não?
Da permanência longa de uma era nova,
Sem racismo,
Pedantismos
Dos brancos engravatados ou não.
Até sem colarinhos,
Portando a simplicidade nas vestimentas,
Mas por dentro,
Lamento...
Tanto; são rebuscados
E empertigados torcem pela guerra
E muitos a fomentam.
Do ódio, do preconceito virulento que destrói a paz.
Chegaremos lá John?
No teu tão sonhado mundo de igualdade?
Que Deus permita!
E continue salvando as Américas.
Elas todas: Sul, Central e Norte.
Brademos, então, uma vez mais com muito fervor.
Deus Salve as Américas deste rapaz sonhador!
AGRADECIMENTO PELO DIA DE HOJE
Você acha que hoje é só mais um dia na sua vida?
Não é só mais uma dia, mas o único que você tem hoje.
Assim como a Lua e o Sol, o dia é dado gratuitamente para todos. É um presente, uma dádiva de Deus.
É a única coisa que temos direito de verdade neste planeta.
Não temos muito a fazer, apenas cultivar este presente incomparável que nos foi dado.
Um presente que não precisamos retribuir, somente agradecer.
Como se fosse o único presente de nossa vida, devemos aproveitá-lo como se fosse o último.
Comece o seu dia abrindo os olhos e olhe para o céu!
Verá uma incrível gama de cores que aparece a cada instante, notará que o céu muda constantemente, sentirá que as nuvens mudam a cada momento e jamais terão a mesma formação.
Olhe para as pessoas que passam por você ou estão a sua volta. Cada pessoa tem uma história incrível por trás de seu rosto, é difícil de compreender, pois cada um tem a sua própria história.
Abra o seu coração para os incríveis presentes que a vida nos dá. Olhe para as montanhas, observe as correntes de água, nossa única fonte de vida.
Abra o seu coração para as Graças recebidas, para que todas as pessoas que venham ao seu encontro sejam abençoadas como você.
Que a Graça divina esteja presente, para que os nossos dias sejam sempre abençoados.
Tenha um bom dia!
VÍDEO:
https://www.youtube.com/watch?v=TWbDWM4aiMk
Idílio
Quando um imaginável sentimento dominou
Dentro das entranhas dum encéfalo sem pudor
Rasga e estraçalha o neuro-lírico pensador
Como se o gume passou e em pedaços a alma ficou.
Há um ponto. E uma interrogação?
Quanto mais dele expresso, paira confusão.
Essa inocência no olho envolve,
Restringe e repreende qualquer concessão.
Na vontade do novo, espalhas confiança
Por entre a fala e a expressão.
Prende-me a uma indignação que quebra e amarga...
O que me resta é abstrair a ocasião
Sendo vida e exatidão, compondo
A mesma mentira que renega a sensação.
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