Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Eu era tão feliz, mais se não era amor o que era? Era uma vontade de ser eu na minha melhor e mais perfeita versão.
Fiz de tudo, e mesmo assim não adiantou, fui golpeada direto no coração, e foi ali que eu percebi que não era amor mais era da mesma família, pois eu continuava sentindo, e senti durante longos seis meses.
Mais como uma flor sem água, eu desidratei, e voltei a ser o que um dia fui.
Uma rosa seca, porem ainda encantadora.
Não é que a gente esquece, mais apenas deixamos de lembrar.
Que baita esforço faço só pra não lembrar, e com o tempo, tem dado certo.
há momentos que planejamos a vida mais no final, vemos que mesmo que planejamos está tudo nas mãos de Deus.
Quando mais se apazígua um canalha, mais acanalhado ele fica e, de quebra, acaba acanalhando junto com ele aqueles que tolamente dedicam suas vidas na vã esperança de dignifica-los.
Uma das palavras mais celebradas na sociedade contemporânea é a tal da tolerância e, como toda palavra que é utilizada como uma carta-coringa, ela acaba no final das contas significando coisa nenhuma pra poder dissimular que diz algo.
Senão, vejamos: primeiramente não podemos esquecer que há coisas toleráveis e outras tantas intoleráveis. Se perdemos essa distinção elementar, inevitavelmente, a vida torna-se gradativamente intolerável por tolerarmos toda e qualquer coisa.
Outra coisa: não se deve confundir tolerância com apatia moral da mesma forma que ela, a tal da tolerância, não é de modo algum sinônimo de complacência com o que é evidentemente errado e ruim.
E tem mais uma: não existe nada mais intolerante, e mesmo totalitário, do que um grupo ideologicamente deformado exigir no grito e na marra que todo mundo seja “tolerante” com isso ou aquilo ao mesmo tempo que considera como algo intolerável que alguém tenha a audácia de divergir deles.
Enfim, esse tipo de confusão é uma entre muitas que o politicamente correto, o multiculturalismo e o marxismo cultural sorrateiramente semeiam nas almas tão bem intencionadas quanto desavisadas que acabam sendo instrumentalizadas na realização de um projeto totalitário de poder que elas ignoram por completo.
O direito dos manos nada mais é que o uso, a instrumentalização feita pelas hostes do marxismo cultural, dos direitos humanos transformando-os num cavalo de batalha para solapar as frágeis bases das nossas instituições e, de modo sorrateiro, fazer ruir toda ordem social e, de quebra, erodir com os fundamentos dos direitos humanos.
as trevas brinca dentro do coração,
quando ninguém mais pensa,
seus atos são cortes que para sempre
vão sangrar diante teus sentimentos,
todos estão mortos...
CAATINGA
Não tente criar raízes na caatinga!
Procure por lugares mais prósperos e recíprocos à sua natureza.
"Que bonito o seu sorriso mexe tão a fundo comigo , me transporta para onde preciso , mais que um amigo"
Há momentos que as palavras não resolvem, frases bonitas não fazem sentido e tudo que mais queremos é a voz do silêncio sussurrar aos ouvidos dizendo: Estou aqui!
Hora solene, hora da graça,
Na despedida de mais um dia;
Tudo se toca, se envolve e enlaça
Aos suaves toques da Ave-Maria.
O sol se esconde lá bem distante
E a natureza se emudece,
Cerrando os olhos por um instante...
Boa noite queridos amigos!
