Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
amar mais ou menos um ou outro
A pior coisa que um pessoa possa fazer (ele ou ela) , para sua vida para o seu ego para a sua alto estima e vc ficar com duas pessoas ao mesmo tempo, vc está destruindo internamente o seu ser, e no futuro irá se arrepender disso, muito, sua alma, seu espírito estará tão machucado, que vc não conseguiria curá-lo nessa vida, consequentemente , doenças de espírito e físico, insônia, câncer.
Estará destruindo a pessoa que te ama de verdade,dessa forma existe um limite um cansaço, provavelmente ele achará outra com as suas características, mas que seja só dele , e vc deixando de viver um verdadeiro amor com um só, com grandes realizações, porque o mundo é belo!!!
Nunca diga te amo se não te interessa.
Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem.
Nunca toque numa vida se não pretende romper um coração.
Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti.
A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo.
Paz e amor
Autor desconhecido
eu não sou de criticar, sou de conselhar mas se a pessoa não quer seguir eu respeito e não dou mais!
Eu sou a pessoa mais bondosa do mundo, porém, no dia que me enganarem, não retribuirei com a mesma moeda, simplemente me afastarei, para não ser contaminado com as mentiras dos outros.
Você pode descobrir muitas coisas de uma pessoa. Mais nunca descobrira o que se passa em seu coração
✍️As pessoas reclamam de marido ou de mulher mas hoje qualquer pessoa adulta mais ou menos normal, se vira sozinha, compra comida, tem máquina de lavar roupas, tem diarista, o problema real são os dependentes, aqueles ascendentes ou descendentes que não conseguem, aí o pessoal terceiriza as responsabilidades por preguiça e diz que é o outro.
✍️O ser humano se une geralmente a outra pessoa, figura e modelo, mais aproximada da imagem em seu subconsciente da mãe ou/ e do pai.
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Se eu suspeitar que estou sendo enganada , iludida, subestimada, eu nunca mais serei a mesma pessoa com quem pratica tais coisas porque elas não merecem a minha confiança, atenção e admiração. Ninguém merece passar por isso.Alguns se acostumam, outros não. Eu sou intolerante com mentiras e falsidades! Simplesmente a pessoa nao existe mais pra mim ! Nunca disse a ninguém que era perfeita , tenho defeitos sim mas nenhum que envolva Mentiras e Falsidades.# Fica a dica#
Bilhete do Dia!
Você é mais forte que imagina.
Apegue-se a sua coragem.
Você é uma pessoa única.
Ame-se do jeitinho que é.
Você é capaz de sonhar e realizar.
Permita-se fazer além.
Você é um ser de luz.
Ilumine e brilhe tudo ao seu redor.
Não há nada mais prejudicial na vida de uma pessoa do que ela se acostumar com situações degradantes que ela poderia mudar.
Cada pessoa tem um propósito especial em nossa vida, até aquelas mais insignificantes são fundamentais quando as observamos com o coração.
Amar...
É querer alguém e só aquela pessoa, nada mais vale...
É dar aquela vontade de chorar e gritar quando a gente vê que não dá pra abraçar, cheirar, beijar, realizar... Principalmente em dias que isso ainda parece mais distante que a distância que nos distancia...
A lua é o satélite mais lindo da noite, o sol é a estrela mais linda da manhã, e você é a pessoa mais linda da minha vida.
Se você acha que conhece uma pessoa pelo que ela era a 1 ano atrás, você já não a conhece mais! Estamos mudando a todo momento e a única coisa que não muda é o tempo que não para
Hoje, uma pessoa veio me contar que leu mais dez textos no meu blog retratando os mendigos do Catete, e me perguntou de onde vem essa "obsessão por gente miserável". Não respondi ainda, e acho que farei por aqui, pois já é motivo pra um novo texto. Bom, começou com meu avô, na Vital Brasil, em Niterói. A casa do meu avô fica no pé do escadão do Cavalão, na subida da José Vergueiro da Cruz. Ali, sempre quando eu estava brincando na varanda, me causava pavor e medo uma negra descabelada, bem miserável, que, de 30 em 30 minutos, sofria ataques de caretas e dava tapas na própria cabeça. E ela sempre ficava sentada ali, no meu foco de visão. Para completar o quadro desagradável (eu só tinha 10 anos) ela soltava pelos lábios ventosidades com estrépitos que muitos julgavam escapados pelo cú. Magra, alta, não me lembro muitos detalhes. Só o que me recordo é que era vista falando com as pessoas conhecidas que entravam ou desciam do escadão, sempre no intervalo entre dois ataques que aconteciam de meia em meia hora. Não era raro vê-la passar e se comunicar com meu avô pelo portão, enquanto ele limpava o chão da garagem com uma mangueira. Por duas vezes, presenciei dois ataques, dois surtos, enquanto falava com meu avô. Não me lembro de ter visto qualquer morador da rua rir daquela senhora. Pelo contrário, quando ela dava os ataques, todos sabiam como auxiliar. Eu, morria de medo. Todos a tratavam com respeito pela educação e atitudes que ela tinha, quando no seu estado normal. As outras crianças, que nem eu, bem mais inocentes do que as de hoje, morriam de medo. Certa vez, meu avô, a fim de que eu perdesse o medo, obrigou-me a falar com a tal senhora, quando de passagem num sábado a tarde pelo nosso portão. Não é preciso dizer que flutuei no medo, na expectativa de um dos seus ataques. Perguntou-me o nome, deu-me umas palmadas no rosto, alisou-me os cabelos e, depois, ela mesma, mandou que eu fosse brincar, obviamente para que eu não presenciasse o ataque habitual. Não esperei segunda ordem. Afastei-me e fiquei à distância aguardando o ataque que não tardou. Mas, o encontro, de fato, fez-me perder o medo. Já não corria mais do portão ao vê-la. Aprendi a gostar dela. Lembro, até hoje, quando passou por mim no portão pela primeira vez que eu não corri. Acenou, acenei de volta, e ela seguiu seu caminho; me senti o cara mais sinistro e corajoso da Vital Brasil. Pensei: quem manda nessa merda sou eu. Desde então, sempre quando via sua sombra subindo a ladeira pela janela, já corria pro portão para redobrar minha coragem e fazer, cada vez mais, um contato mais próximo com aquela senhora, o que me deixava cada vez mais "sinistro" dentro do meu fantástico mundo de alessandro como o segurança da rua. Até que um dia ela parou para, de fato, conversarmos. Após 35 segundos (mais ou menos), ela teve um ataque epilético e caiu no chão, na minha frente. Imediatamente, um homem prestou todo auxílio e, quando a situação havia acalmado, percebi que estávamos de mãos dadas ali na calçada, sem mesmo perceber, durante toda a crise, que durou uns dois minutos. Depois que meu nervosismo passou, percebi que o homem que havia prestado o auxílio era o meu avô. Naquele momento, com ela ainda no chão, nos olhamos e, sem precisar falar nada, entendi exatamente tudo o que meu avô queria me ensinar sobre a vida, naquela oportunidade. Enfim, as histórias e experiências que tive com meu avô neste sentido foram muito longas, mas essa lembrança é o início dessa minha "obsessão por gente miserável" rs. Ainda sobre ela, não sei como terminou, pois nunca mais voltei naquela casa depois que meu avô morreu. Mas, se não me deixou a saudade, pelo menos deixou uma grata lembrança, engastada nas imagens daqueles tempos em que as crianças, tanto as do morro, quanto as do asfalto, ao invés de matar e assaltar, tinham medo de velhinhas doentes e miseráveis...
A da um tempo. Eu sei que meu coração poderia ter se apaixonado por corquer outra pessoa. Mais foi por você que ele se apaixonou. Então não fique com raiva de mim. Descuta com ele corquer relação. Eu não tenho culpa. E não sei o que aconteceu pra ele se apaixonar por você. Só sei que algum motivo você deu
Quando existem divergências na interpretação de uma obra literária o autor é a pessoa mais indicada para explicar o sentido da sua obra, assim é o Espírito Santo e a Bíblia!
