Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Com minha palavra sou o mais poderoso aqui nessa algazarra que você chama de nação soberana, pronto para a guerra defendendo os direitos humanos.
Um amor mal resolvido é como uma canção presa no repeat: você sabe a letra, mas não suporta mais ouvi-la.
Entre o verbo e o véu há mais vãos do que filosofia e região são capazes de preencher com crenças acolhedoras ou duras racionalidades.
O que mais entristece é saber que pessoas que amamos partem, muitos vão embora, outros se vão para não mais voltar...
Indo descansar nos braços do Pai.
Mas a saudade permanece, não as deixando ir de vez de nossas lembranças, gente que a qente não esquece
Então permanecerão até o fim presentes em nossas vidas.
Algumas partem de corpo e alma , outras partem para seguir novos caminhos mas deixam marcas.
Outras fazem outras escolhas e nos trocam por essas novas escolhas.
Não sabemos o dia que também partiremos por nossas escolhas,
Fomos feridos, mas ferimos também...
Essa é a nossa real e triste conclusão.
Não há do que reclamar...
Não há do que se arrepender...
Pois guardamos fotos e bilhetes, mas aparecemos ´sozinhos nas fotos, apagados e esquecidos,
Uma paisagem em preto e branco que um dia foram coloridas de amor e alegria,
Nada a reclamar , somente agradecer e sermos gratos,
Levantar a cabeça, aquecer o coração e receber o “ algo novo” que esta por vir.
Gilberto Braga celebrante e mestre de cerimonias 2025
Amiga de verdade não é quem aparece em todos os dias — é quem fica quando ninguém mais ficou. Obrigado por existir, mesmo quando o mundo parece não caber mais ninguém."
— Purificação
Não quero que você seja apenas mais um.
Quero que seja a minha prioridade, o primeiro pensamento do meu dia e o último da minha noite.
Quero que estejas comigo sempre!
Seja o motivo do meu sorriso ou do meu estresse, mas que seja você a minha calmaria diária.
Quero encontrar no teu abraç tudo o que eu preciso.
Vem caminhar comigo nos meus sonhos e projetos de vida.
Algo que gosto tanto de fazer e que toca o mais profundo do meu ser, que é um grito de liberdade silencioso, mas, libertador que é a escrita para mim.
Na mesma rotina tudo vai de mansinho,
sob a lamúria dos homens mais certos...
Alguns faladores armam-se em espertos
e outros comprovam os copos de vinho.
Um novo turista parece perdido,
junto aos juízes do Alto da Praça,
dão-lhe a sentença enquanto ali passa:
será um letrado ou então foragido!?
Passa um carro grande de asas abertas,
reclama atenção aos olhos dos críticos,
nas montras que são também dos políticos,
que à tarde se juntam a horas mais certas.
Ouvem-se verdades dos chamados loucos,
esses sem juízo, esses meus iguais,
perante a bondade dos seres maiorais,
que sendo bastantes parecem tão poucos.
Às vezes me pego sentindo falta de algo que não volta mais: dos amigos de verdade, das conversas sem pressa, das madrugadas jogando e rindo de tudo e de nada. Hoje, percebo que o tempo não nos afastou… foram as prioridades. E quanto mais o tempo passa, mais me pergunto: será que ainda tenho amigos… ou só conheço pessoas?
