Quando eu me Entrego a você
Naufrágio
Não nego
no leito
um trago
te entrego
na palma
da mão
a alma
sossego
no peito
me acalma
no leito
da palma
da mão
um afago
com calma
Naufrago
no lago
da alma
e apago.
Entrego-te a minha vontade, entrego-te as minhas lágrimas e as minhas promessas ficaram todas em minha voz. Não as calarei, deixo na mão do destino, todos os meus planos falidos.
Faça a sua parte universo, ou me tira de vez desse mundo ou me prove para quê afinal, caí nesse jogo sujo a qual se desdenham tanto sobre o amor?
Imagine-me desnudo
De alma, de corpo
Vulnerável
A você entrego-me!
O cálice derramou
Manchou-me de vermelho vinho
Não há mais volta
Penetrou meus poros
Sinto correndo em minhas veias
Salva-me!
Corra até aqui
Oh meu amor
Encoste sua cabeça em meu peito
Sinta as batidas do meu coração
Meu hálito quente no seu ouvido
Ah, como eu te amo!
Meus dedos passeando pelos seus cabelos
Acaricio seu rosto admirado
Oh que anjo
Oh que anjo
Me enlaçou, criou raízes
Estão por todo lado
Deixe-me te regar
Hoje é o dia do qual o Senhor te disse:
"Eis que te entrego nas suas mãos o seu inimigo, e far-lhe-ei as o que bem te parecer".
Me aceitas com meu medos
Falhas e temores
Enche o meu viver
A minha vida entrego
Pra seguir Teus passos
A Ti me rendo!
Agora, entrego a ti,
minha amada,
esta simples e bela rosa,
iluminada pelos os raios de sol
como uma singela forma
de demonstrar-te o meu amor.
Dizem que cedo demais me entrego,
que aceito as quedas como se fossem nada.
Mas não veem o campo que enfrento em silêncio,
nem a guerra travada na alma cansada.
Julgam-me fraco por não gritar ao cair,
por não sangrar em praça pública a dor.
Mas lutei — com dentes, com sonhos, com pranto
até a última chama do meu próprio ardor.
Travei batalhas que ninguém testemunhou,
no escuro, onde só o coração escuta.
E cheguei a um ponto tão alto, tão fundo,
que a vitória ou a perda tornou-se diminuta.
Resiliência é meu escudo, bravura meu chão.
Não preciso da glória estampada na testa.
Aprendi que há honra também na rendição,
quando a alma, mesmo ferida, permanece honesta.
Vejo flores em todos os lugares, ouço o canto dos pássaros a todo momento e no meu silêncio entrego todas as minhas intenções.
E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.
Lucas 23:46
Barra Velha, eterna namorada
Barra Velha, eterna namorada
dos meus pensamentos,
entrego-te meus sentimentos,
te amo em chaves de silêncios
e com as minhas altas potências.
Sou eu a embarcação do tempo
dos bugres, dos açorianos
e de todos os sambaquianos,
e te amar profundamente
sempre esteve nos meus planos.
Barra Velha, eterna namorada
dos meus doces sentimentos,
eu sou onda no seu mar,
e assim tu sempre estás
a me levar nas tuas praias.
Barra Velha, eterna namorada
escrita no meu destino
e presente do Imperador
ao valente pescador,
deste-me para mim o teu amor.
Barra Velha, eterna namorada
dos giros que o mundo dá,
és glória infinita desde
a tua existência repartida
e guardas para a mim a poesia.
És essência e cura para mal
de amor desde a Praia do Grant:
a tua história é imensurável,
guardiã poderosa e inabalável
dos meus sonhos profundos.
Barra Velha, eterna namorada
dos meus ternos impulsos,
caminho do Peabirú aberto
e desde sempre você soube
e sabe ser meu destino certo.
Onde sempre deixo para trás
todos os meus tormentos
com a bênção da Festa
do Divino Espírito Santo
e todos os dias sempre te amo.
Barra Velha, eterna namorada,
com o sabor do teu pirão
na Praia do Costão o coração sobrevivente do Cruzeiro
dos Náufragos aqui se salvou.
Na tua costa da paixão
vivo amando demais o teu povo
valente que dá tudo de si sempre,
muito além das correntes
da vida e das correntezas do mar.
Barra Velha, eterna namorada,
com os teus dias amorosos de Sol
e noites sedutoras ao luar,
está escrito nas estrelas
que viveremos para nos amar.
Entregando pistas
como quem te dá
bombons com a boca,
aos poucos entrego
tudo o quê para nós
nunca foi segredo.
Fingindo sempre
que não entendo
mantenho você preso,
porque sei quase
tudo ao teu respeito.
Enfeitiçando através
das minhas pistas
assim é perversão
doce para inquietar
dia e noite o coração
a vir me encontrar.
Domando assim
as manias de brincar
com o coração alheio,
no silêncio poético
construí o meu castelo.
Caminhando mesmo
sem pensar você virá
imparável porque sou
tudo o quê o teu instinto
sempre esteve a buscar
e o teu coração a sonhar.
Beijando-te entro em plena flutuação
Basta um toque, uma malícia
Que entrego-me de paixão
Você não está só em Paris
Estás presentes por todos os locais
De ti arranquei os mais ditosos ais
A cidade da luz não chega perto
Nós somos capazes de iluminar
qualquer trajeto
Quem ama não trata o amor mal
Não o trata como objeto
Quem ama sempre está desperto
Beijando-te inteiro
Vejo que és um lindo luzeiro
E que só o amor conduz ao firmamento
Sou a tua grande fascinação, Te faço meu, Somos mais do que amigos, Entrego-me inteira, Somos muito mais do que versos, a poesia verdadeira.
Glória e reverência
perpétuas a minha
amorosa Pátria
que doces sonhos
enlevo e entrego
o meu peito sereno.
Não há quem detenha
caminhos de liberdade
que abertos foram
pela galhardia das tropas,
não haverá nunca quem
ofusque tuas alvoradas.
Paixão e devotamento
a minha Pindorama
que nenhum mal
do destino pode vencer,
alta constelação que
sempre há de esplender.
Não há mão sombria
que sobreviva sobre
quem nasceu livre,
somos a esperança
inquebrável que fica
quando tudo se partiu.
Amor em proclamação
constante ao amanhecer
que concede deodora
chance por esta terra
que vivo a enaltecer
e o mal não estremece.
Não há nada que rompa
com os perenes afetos
de mão amiga estendida
que traz todos os sossegos
de riacho doce e mar calmo
aos que se dão por vencidos.
Senhor eu entrego a ti todos os meus problemas todo o meu dia e te agradeço por me da mais uma oportunidade de poder esta diante de ti na tua presencia poder comtemplar esse mundo infinito obrigado é tu senhor que da as ordem que manda na minha vida sem ti eu nada sou eu sou apenas um monte de terra mas através de ti eu sou tudo meu Deus me da a direção não me deicha cair em tentação caminha adiante de mim senhor segue os meus passos e onde eu colocar os pés lança a tua palavra na minha bouca para que eu possa falar do teu amor e da tua misericordia cria um helo senhor entre mim e ti e nunca permita que a tua palavra volte vazia hó senhor visita o povo do pakistão que estão te buscando com veemencia vamos abençoar aquela obra unge o teu servo com as tuas mãos e entrega a ele o cajado de moisés amem senhor, o povo que estão em desespero por causa do furacão ajuda senhor aquele povo, para que conheça o teu amor visita os nossos lares, e cada familia nesse momento, abençoa todos os meus amigos, e pastores que pastoreia a tua obra com sinceridade e amor, vai nas enfermidades, e vai curando meu Deus, senhor visitas as cadeias, meu pai, e cura a lepra que foi implantada pelo inimigo de nossas almas, agora senhor vai la na minha casa, e visita meu filho, e derrama sobre ele a agua da limpesa limpa aquela alma senhor, pois ja senti que teme a ti e tem semente plantada naquele coração, agora te agradeço senhor e abençoa todos os meus amigos e inimigos em nome do teu filho amado jesus?
EM SINTONIA COM O TEU CORAÇÃO ENTREGO MINHAS ARMAS PARA AMOR VERDADEIRO SEJA APENAS AMOR CONTEMPLE OLHE E OBSERVE NUNCA SE ENGANE COM O QUE VER VIGIE NO QUE TU OUVES ACREDITE NO REAL NUNCA MINTA PARA QUEM TE AMA SEJA LUZ QUE TUA ALMA ALMEJA E QUE MINHA ALMA COM A TUA ALMA SE ENLACE NUM ELO DO AMOR MAS PERFEITO E EU SEREI TUA E TU SERAS MEU AMO-TE ASSIM
Para que o mundo
não se esqueça
entrego este poema
em nome de tudo
aquilo que foi violado
pela maldita guerra,
Não devo ter medo
de nada como poeta.
A conta é alta e dolorosa,
e vem sendo ofuscada
por gente mentirosa.
A conta pode ser
maior do que seis mil
crianças deportadas,
O correto mesmo é
chamar o mal pelo nome
de sequestro em massa,
e não há como ficar calada.
Os meus versos vem
sendo regado pelo sal
de Soledar para não
perder o sabor de avisar.
A glória de lutar pertence
a Ucrânia, o bastidor
infinito me pertence,
A vergonha de invadir
e assassinar um povo
pertence ao maldito.
São quarenta e três campos
e podem ser outros mais,
Todos cheios de crianças
que foram arrancadas dos pais.
Quem colaborou com toda
cena nem a pretensão de apagar
este poema conhecerá o êxito,
O inferno que se ajuda a plantar nunca mais os deixará sossegar.
Tudo o quê aqui está escrito
e ventania a se espalhar
por todos os caminhos do destino.
