Quando ele Nasceu e quando ele Morreu

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Karla Fioravante (foto) é paulista, nasceu no dia 13 julho de 1976 na cidade de Mirandópolis (SP), a 596 quilômetros da capital, São Paulo. Canta há mais de 20 anos. Em 2012, completa 15 anos de caminhada com o grupo Cantores de Deus. Além da música, trabalha como terapeuta, é formada em musicoterapia, psicanálise e especialista em psicopatologia.

Quando não está nos palcos, gosta de ler, ouvir música, malhar e escrever crônicas. Já trabalhou em direções de voz de cantores renomados da música católica e faz produções na área e backings vocal em vários CDs ca-tólicos. Conheceu o padre Zezinho, scj, desde a infância e seu objetivo sempre foi cantar evangelizando.
“Desde muito jovem eu já cantava nas paróquias da cidade onde nasci. Sempre tive o desejo de ir além. Até que um dia fui a um show do padre Zezinho e expus a ele meu desejo de evangelizar por meio da música. Passei a viajar com ele em 1997. Não foi fácil no iní¬cio, e, como todo trabalho, exigiu muita dedicação. É um exercício de fé perserverar naquilo que se almeja. Antes de seguir exclusivamente a trajetória com o gru¬po Cantores de Deus, eu estudava, trabalhava como digitadora e cantava nos fins de semana em barzinhos da região onde eu morava.”

“Vamos viver sem nos acomodar. É preciso ter força para ir além quando o coração pedir e saber conquistar seu espaço com ternura e fé.”
Karla Fioravante

Inserida por marcelachatinha

Dalva Tenório (foto) é paulista de Osasco, a 24 qui¬lômetros da capital, São Paulo. Nasceu no dia 20 de setembro de 1972 e foi criada em Pernambuco. Está há mais de 25 anos cantando, e no grupo Cantores de Deus completa 15 anos no ano 2012. Já trabalhou com renomados cantores da música tradicional nordestina, e desde criança trabalha em estúdios, em gravações. Conheceu o padre Zezinho, scj, no ano de 1994, quando foi convidada para cantar no álbum: Quando a gente encontra Deus, desde então não mais deixou de cantar a serviço do Evangelho. Participou em vários álbuns da área como solo e backing vocal.

“Desde cedo envolvi-me com a música, cantei por dois anos no projeto Asa Branca, de Dominguinhos, que resgatava a música de Luiz Gonzaga. Cantei ao lado de Osvaldinho do Acordeon, de grandes nomes da música popular e sempre trabalhei com gravações em São Paulo. A convite da Paulinas-Comep, gravei algumas faixas no LP/CD Quando a gente encontra Deus, de padre Zezinho, uma delas a canção Senhora e Rainha. Então, padre Zezinho me convidou para alguns shows e passei a integrar o grupo que cantava com ele. Foi esse mesmo grupo que lançou o primeiro CD: Em verso e em canção no ano de 1998. Nascia o primeiro trabalho do grupo Cantores de Deus.

Quando sobra tempo, fico em casa com minha fa¬mília. Gosto de ver filmes, ser esposa, ser mãe e fazer comidinha! (risos). Gosto de ver as pessoas alegres e de estar sempre pra cima, a vida passa rápido demais, então, prefiro não perder tempo com problemas e tristezas. Curto cada instante como se fosse o último!

“Ser mulher é ser templo de Deus, é gerar vida, é transformar!”
Dalva Tenório

Inserida por marcelachatinha

Escrever é como rabiscar o rosto de um herói que nasceu para dar esperança e coragem aos menos favorecidos.

Inserida por PablodePaulaBravin

O AMOR PASSOU POR MIM

O amor nasceu e não cresceu
No solo árido que não cuidei;
Não rompeu, não frutificou...
E ao murchar deixou-me
O remorso de não o ter vivido.

04.04.16

Inserida por NemilsonVdeMoraes

Do outro lado da poça
Está o amor!
E nasceu primavera
Nos olhos agitados
Na praça do Arpoador!
Em meio de festa e canto
Estava lá.
Gosto não porque se parece
Com algo que me faz recordar,
Gosto pelo tanto que pulsa no peito,
Gosto apenas por gostar.
Vai entender,
São coisas dessa vida,
Nem sempre podemos explicar,
Elas simplesmente acontecem
Como novelos de luz,
Fios e laços cerzidos
Pela palavra amar.
Quem poderia esperar?
O que me fez despertar?
Talvez uma flor embriagada
Pelo sol, ou até mesmo
Pelo luar.
No correr pela Ponte
Emerge em meus pensamentos.
À ida para Niterói,
Espero de novo atravessar
Para chegar do lado de lá
E feliz reencontrar
O motivo do novo sorriso
Que me faz ansiar.
Já não há tempo,
Diferença de idade,
Mas há silêncio
Parado no olhar.
Talvez nunca saiba
Que é você que do
Outro lado da poça está.

Inserida por keylafogaca

Aniversário quase sem rima

Nasceu a estrela guia
Depois do menino Jesus.
No último dia do ano,
Anunciando flores,
Tantos outros nascimentos,
Parte de um grande começo.
Nasceu a menina faceira,
Jogando tudo pro ar,
Fazendo pirraça e cara feia
Para a mãezinha que só sabe amar.
Pequeno botão
Aprendendo a viver,
A ser.
Reluz sorrisos ao brincar,
O fraterno amor
Já sabe entregar.
O coração foi o primeiro
A se formar,
Latente e ativo para a vida futura
Comemorar.
Dia 31 de dezembro ficou para trás,
E o ano acordou.
Até mais tarde!
Logo mais um fim de dezembro
Despontará
E a garotinha aniversariará
No dia em que o mundo
Solta fogos para o novo ano
Começar.

Inserida por keylafogaca

Quem nasceu para ser feliz não deixa morrer sua alegria.

Inserida por FagnerGouveia

Romantismo deve renascer a cada novo dia, para que jamais perca o brilho do sentimentos que nasceu através dele.

Inserida por DesleyRicarte

O que nasceu do teu ventre, esse desejo ardente de ser mais do que prevê os homens. De crescer em meio a maldade e transformar toda a banalidade em canções de amor.

Inserida por FernandoDiLacerda

Nosso amor nasceu de um primeiro beijo.

Inserida por WalterBuenoDomingues

Se você nasceu para ser cobra, não pode sonhar em voar.

Inserida por StanleyProtazio

UM GRANDE AMOR EM MEIO A AGONIA DE UMA GUERRA


Nasceu no dia 22 de abril de 1970, em Itaúna (cidade localizada no Estado do Mato Grosso do Sul) Elizeu Andrade da Costa.
Elizeu estudou em escolas públicas e aos 19 anos de idade começou a estudar medicina em uma faculdade federal . Cinco anos se passaram, Elizeu foma-se e torna-se um homem competente e muito bem sucedido. Ele carregava em seu coração uma grande simpatia pela vida.
Muitas pessoas foram salvas pelas suas mãos, isso era para ele um prêmio doado por Deus.
Elizeu casou aos 25 anos de idade, sua felicidade ficou completa quando nasceu em 11 de agosto de 2001, sua filha Eliza.
Em 2002, foi considerado o melhor médico cirurgião do Brasil. Diante de tanto sucesso recebeu uma proposta da ONU (Organização das Nações Unidas) para fazer parte de uma equipe médica da Cruz Vermelha. Como seu maior prazer era salvar vidas, imediatamente ele aceitou a proposta.
Elizeu e sua família viajaram para Beirute no Líbano. Depois de algum tempo Elizeu e sua família foram nacionalizados libanêses.
Seu trabalho era sempre o mais destacado durante vários conflitos de guerras.
Elizeu era chamado “mão-de-anjo”. Recebeu esse apelido por ter salvado várias vidas, as quais já estavam consideradas sem chances de sobrevivência para outros médicos. Isso se dava devido à sua fé, coragem e persistência. Elizeu mantinha consigo o conceito de que enquanto ele acreditasse que havia um jeito para solucionar o problema, mais chances teriam seus pacientes.
Ele presenciou grandes sofrimentos. A todo instante chegavam soldados e cidadãos comuns ensanguentados, membros amputados, com perfurações de balas... uns em meio a tanta agonia pediam por amor à Deus para não deixá-lo morrer, outros para que dissessem aos seus familiares que os amam.
Diante de esses fatos, Elizeu aprende a dominar suas emoções e a não deixar que seus sentimentos superasse seu trabalho.
Em 2006, um confronto entre uma organização com atuação política e paramilitar fundamentalista islâmica xiita sediada no Líbano (Hezbollah) e o exército de Israel, leva o país à ser bombardeado. Elizeu na tentativa de proteger sua família embarca sua esposa e sua filha em um ônibus que estava destinado à retirar os civis e colocá-los em um lugar seguro. Elizeu não embarca, afinal ele é médico e havia muita gente precisando de ajuda.
O ônibus partiu... da janela sua filha despediu-se sorrindo.
Quinhentos metros adiante o veículo foi atingido por um explosivo poderoso que foi lançado sobre a cidade. Ele viu as chamas e correu em direção ao local do acontecido. Na sua memória nada existia... seu corpo nada sentia... parecia está morto naquele momento. Ao se aproximar viu o ônibus ainda em chamas. Ele parou... escutou... na esperança de ouvir um gemido, um grito de dor, um pedido de socorro; mas nada ouviu. Elizeu olhou para o céu e perguntou a Deus:
-Por que deixasse acontecer essa tragédia com a minha família? És justo comigo Senhor? Eu dediquei a maior parte da minha vida a salvar a vida do próximo. Então diga-me Deus, o que fiz para merecer tão grande sofrimento?
Elizeu sentou-se no chão e chorou amargamente... Erguendo rapidamente sua cabeça, direcionou sua visão pouco mais adiante e viu um pequeno corpo estendido. Correu... quando se aproximou reconheceu sua inocente e querida filha (Eliza havia sido lançada para fora do veículo pela força explosiva), Elizeu se agachou tomou Eliza em seus braços e percebeu que ela ainda estava viva. Ele olhou o corpo da menina negrito pelas chamas e viu em seu pequeno braço uma pulseira dourada que apresentava escrito o nome “Eliza” gravado em um pequeno pingente. Esta pulseira estava penetrada no pulso da garota. O desespero dele ficou ainda maior quando olhou para os membros inferiores de sua filha e viu apenas um. A perna direita de Eliza estava decepada pelos estilhaços. Eliza perdia muito sangue, ele ficou desesperado e outra vez lamentou dizendo:
-Meu Deus! Tantas vidas foram salvas por mim e agora vejo minha filha morrendo em meus braços e nada posso fazer! Acabei com o sofrimento de tantas famílias, exterminei as dores de muitas pessoas. Mas nesse momento quem acabará meu sofrimento? Quem aliviará as dores de minha filha?
Elizeu apertou Eliza contra seu peito e sentiu que o coração dela soltava os últimos batimentos. Sua filha morreu em seus braços. Para Elizeu parecia que o mundo desabava sobre sua cabeça e o inferno se agarrava aos seus pés. Naquele momento ele soltou gritos de agonia, de tristeza, de desespero e dor, mas, o som de sua voz não saia, não podia ser ouvido. Era como estivesse perdido entre os astros do universo.
Ele levantou-se todo molhado pelo sangue de sua filha, apanhou a parte amputada da perna da menina e com a outra mão sustentou o corpo da criança contra o seu. Daí então, correu desesperado rumo ao infinito em direção à lugar algum.
Desde então, não houve mais nenhuma notícia de ambos. Alguns dizem que ele também morreu, mas seus corpos nunca foram encontrados. Outros dizem que Deus transformou-os em estrelas e fixou-os no ponto mais alto do céu.
Eu não sei ao certo o que aconteceu, só sei que a guerra é CRUEL.



Cláudio Soares

Essa história foi baseada em um sonho com estudo em fatos reais da guerra entre Israel e o Hezbollah, considerado pelos Estados Unidos, Israel, Argentina, Canadá, Reino Unido e Países Baixos um grupo terrorista. Essa milícia é responsável por diversos serviços sociais no Líbano a tradução de Hezbollah partindo de Deus.

Inserida por ClaudioSilvaSoares

Magé- 450 anos

Magé nasceu num berço aconchegante no leito dos rios, numa esteira verde, entre botões de flores, recostada nas montanhas, contemplando as cachoeiras pássaros, vales e palmeiras.
Magé, sangue indígena, raça guerreira, história linda da resistência humana,dnados vencedores... adotada e rejeitada por conquistadores históricos, cresceu sem nenhum complexo de inferioridade ou rejeição. Magé é filha do coração.
Magé é Magé por opção. Aprendeu a conviver, desde menina com todo tipo de decepção, o que não impediu nem impedirá que ultrapasse os desafios do crescimento rumo à liberdade: aos que a feriram no passado - perdão.
Magé, terra enriquecida pelo suor e a lágrima de seus filhos, onde jamais se ouviu o canto da desistência. As ideias diversificadas e as ideologias apenas são o palco onde atores de todas as filosofias se abraçam quando a cortina se fecha ao final da representação. Somos todos iguais, só pensamos diferente.
Magé acende a luz de sua luta nas manhãs resplandecentes e se recolhe ao por do mais lindo sol, cheio de brilho e calor, que nasce e se põe todos dos dias, quando o Dedo de Deus pede silêncio aos seus filhos para orar. É tempo de agradecer. Magé tem um altar ecológico e se curva para louvar a Deus. É tempo de gratidão: 450 anos de fé.
Magé homenageia a família que vive, confia e trabalha em suas tribos pacíficas, de mãos entrelaçadas, enfeitando a aldeia para construir e esperar o progresso, que espera um dia alcançar, até que ouçam o grito ecoando no corredor de tantas e outras necessidades:
- Universidade para todos
- reconstrução da estrada de ferro que liga Mauá a Petrópolis - ativando o turismo intermunicipal;
- construção de um hospital a altura das necessidades do povo;
- construção da escola que atenda às crianças com necessidades especiais;
- Centro de Artes
-Teatro
Ah! Magé, como você é linda, há 450 anos fazendo artes!

Inserida por IvoneBoechat

Inicia-se história sem fim
Parte 01

Nasceu de uma olá
Cresceu de um talvez
À distância o atrasou
Mas o tempo se fez esperar
Para um dia nos encontrar
E para sempre, dizer para sempre
Nunca vou te largar
Como o mundo gira em torno do sol
Nosso amor gira em torno da gente
Unidos como o brilho da lua ao anoitecer
Um a de se perder, no outro que a de se entrar.
Na imensa loucura dessa paixão desvairada.
Maliciosamente vulgar e intensiva
Só preciso bater na porta do seu ouvido e soltar devagar....deixe-me AMAR.

Inserida por Brunovieira0199

Será que criaram a figura de papai Noel ao mundo ,para esquecer que Jesus Cristo nasceu? Ou inventaram papai Noel para lembrar o nascimento de Jesus Cristo; Isso também acontece com a páscoa. Vamos todos comer chocolate! mas esquecemos verdadeiramente o seu significado que é a crucificação e ressurreição de” Jesus Cristo”, portanto vamos todos comemorar e agradecer ao Senhor de todos os Senhores, Amem, Feliz Natal e Feliz Ano Novo.

Inserida por thadeudealencar

A cada sorriso teu eu me apaixono mas ,a cada dia que passa vou tendo ah certeza que você nasceu pra mim,e eu nasci pra você ,tenho em teu abraço um refúgio, tenho em teu beijo um motivo ah mas pra esta bem,e estando com Você me vejo feliz.
"te amo"
J.c

Inserida por Jayllsom

Quem nasceu pra Rockfeller nunca vai ser Silva nem Souza.

Inserida por magnocaio

Jesus nasceu!
Eis o verdadeiro Natal!

Inserida por gibisilva

O sol nasceu para todos... uns na praia, outros na roça...

Inserida por marinhoguzman

"devpneadorfantasiosonoético"

Nasceu delicada pra vencer mesmo de patinha dobrada....
A pequena atriz primogênita, a singular feitura...
É linda e alva como a neve pura, Débil, franzina, divinal deformidade congênita nervosa, hiperativa e ambidestra....

Nasceu delicada pra vencer mesmo de patinha dobrada....
E d'entre os lábios cetinais, de rosa Libram-se pérolas de nitente alvura...
E doce aroma de sutil frescura Sai-lhe da leve compleição mimosa!...

Nasceu delicada pra vencer mesmo de patinha dobrada....
Quando aparece no febril proscênio Bem como os mitos do passado, ingentes, Bem como um astro majestoso, helênio...o pai ralha e diz:
- tens patinha dobrada como um vaso quebrado e colado, nunca serás perfeita!


Nasceu delicada pra vencer mesmo de patinha dobrada....
Sente-se n'alma as negações, obstáculos, discriminação e atrações potentes de desistência da vida;
Que só se operam ao fulgor do gênio ou intelecto compensador Às rubras chispas ideais, ferventes, criativas, motivadoras , luz do dia e da noite ....
Sim, Continue, não ha mal que sempre dure... Haverá uma razão um motivo confirmando as minhas suspeitas que indubitalvemente ela nasceu para vencer mesmo com a patinha dobrada pois era um caso tipico de devpneadorfantasiosonoético

Inserida por NormaBaker