Quando as Coisas Estao Ruins
Sete anjos me saudaram...
Sete dias me disseram.
Sete respostas avaliaram.
Sete céus me mostraram...
Sete anos me revelaram.
Sete profecias me decifraram.
Sete intuições dissiparam, feito nuvens de algodão.
Nossas ações são apenas reflexos corporais. Por exemplo, quando você dança, na verdade, você dançando consigo mesmo.
O pior fim para uma pessoa não é quando ela começa a morrer, é quando ela morre sem ter começado a viver.
Nao sei sentir raiva ou qualquer sentimento ruim quando to perto de você. Na moral, é incrível o que eu me torno quando to com você.
Podemos ser qualquer coisa, não seja precipitado e estará pronto pra um relacionamento sério quando achar que é a hora certa. Você verá fogos, mas não é como no réveillon, e sim fogos diferentes. Quando perceber, as mãos se encaixarão, então terá a certeza de que é a pessoa amada.
E será quando o sol menos brilhar, quando tudo parecer um mar de escuridão, que você perceberá o tamanho do seu brilho e a importância que você tem para algumas pessoas...
Quando a confiança acaba, não a nada a se fazer, não adianta lutar e provar que você pode ser melhor do que já foi. As pessoas não notam o seu esforço para exercer um vinculo com elas, elas são egoístas de mais para aceitar que você se tornou uma pessoa melhor apenas para merecer o perdão.
Um Coração Fresquinho De Amor
Quando se ama!
Não se
mede o tamanho
do sacrifício…
Para entregar
um coração
fresquinho de amor.
Carregado
de doces emoções!
Quando Me Ver Triste
Preste bem atenção em mim!
Quando me ver triste.
Com os olhos perdidos no nada.
Traga-me uma taça de poemas.
Encha-o com versos de amor.
Deixe transbordar as rimas.
E me embriague...
O máximo com seu amor!
Não me deixa cair a auto-estima.
Levanta-me!!
Com os versos mais lindos.
Que sua alma poderá reproduzir.
Canta-me também uma canção.
Aquela...
Que você sabe bem,
Que nossos corpos sabem produzir.
Por favor!
Não me deixe triste...
O segredo da minha alegria.
Você...
Somente você...
Sabe como permitir!
Quando alguem passa pela nossa vida,
Ela nao deixa só marcas, deixa lembranças
E algo a mais que só o coraçāo de quem amou de verdade
Pode traduzir.
(Vieira)
Eu tenho um ódio quando você vem falar de cor, ainda mais quando já vi você branco de natural, roxo de apanhar, pelos amarelos e vermelho de vergonha e eu que sou o preto de cor.
"Quando Jesus Voltar"
Quando Jesus voltar, o céu se abrirá,
Num silêncio sagrado que tudo calará.
As dores do mundo cessarão de chorar,
E os mortos em paz começarão a falar.
As trombetas soarão como vozes de luz,
Ecoando nas almas que esperam Jesus.
Cada lágrima antiga será consolada,
Cada cruz esquecida, então coroada.
Os olhos cegos verão o clarão,
E os corações frios terão redenção.
Os braços partidos se erguerão do chão,
Para abraçar a eterna salvação.
O tempo, cansado, deixará de correr,
Pois no Reino vindouro, há só o viver.
Nem dor, nem mágoa, nem luto, nem fim,
Só a glória do Cordeiro reinando em mim.
Quando Jesus voltar, o amor será lei,
E todo joelho dobrado direi:
“Ele é o Cristo, o Rei da Verdade,
A Vida, o Caminho, a Eternidade.”
Que eu viva este dia como se fosse o último,
Com fé que atravessa deserto e tumulto.
Pois mesmo que o mundo insista em cair,
Sei que Jesus… um dia há de vir.
Patrono: Mateus Sebastião Kilola
Um dia, quando tudo isso acabar... Eu continuarei sendo Eu, melhor, com mais traumas e experiências, continuarei sorrindo com os olhos e me lembrarei que passei por tudo como um guerreiro!
Quando tudo isso acabar, Eu continuarei amando, terei mais tempo livre em meus pensamentos que me permitirão pensar nas coisas lindas, que fui, que sou e que serei!
Talvez, quando tudo isso acabar já seja amanhã, nem me importo o horário, mais espero que: Quando tudo isso acabar Eu ainda esteja vivo dentro de mim.
Há no mundo a elegância
de parecer uma comédia,
quando a sua substância
dá aos tolos a distância
que os afasta da tragédia.
“E quando o amor cumpre seu papel na Terra, ele se despe do corpo, mas não do vínculo. O que é verdadeiro, caminha com a alma.”
Citação do capítulo 19 - Tobias: o Elo invisível
por Roberto Ikeda
Quando a Alma Desacelera
Há fases da vida em que o ruído do mundo começa a perder importância, e o que antes era urgente simplesmente deixa de chamar. A alma pede silêncio, e o coração passa a escutar com mais atenção o que antes era abafado pela correria. As vozes externas diminuem de volume, e o que sobra é o eco das escolhas que realmente importam.
Já não há tanta sede de provar nada para ninguém. O olhar fica mais seletivo, as palavras mais pensadas, e os afetos mais escassos — não por frieza, mas por lucidez. Não se trata de isolamento, mas de discernimento. Entende-se que nem todo vínculo é raiz, nem toda presença é companhia. Algumas ausências trazem mais paz do que muita presença barulhenta.
Começa a haver um certo prazer em dizer “não”, em recusar o que desgasta, em proteger o pouco que ainda faz sentido. A maturidade não vem gritando como uma conquista; ela chega devagar, sem holofote, e se instala em pequenos gestos: no silêncio que não constrange, na companhia que não oprime, no tempo que não é mais desperdiçado com o que esvazia.
O tempo, aliás, deixa de ser moeda de troca. Passa a ser sagrado. Cada minuto investido em algo ou alguém precisa fazer sentido, precisa voltar em forma de vida — e não de exaustão. O olhar se volta pra dentro. Há uma faxina de afetos, de ideias, de hábitos. Nem tudo segue. Nem todos ficam. E isso não dói como antes.
Dói diferente. Dói limpo. Porque já não se espera tanto. Já não se exige tanto. Há mais leveza. Há mais entrega no que é simples, e menos esforço em manter o que não retribui. Aprende-se que paz tem custo — e que, às vezes, ela cobra solidão, distância, silêncio.
Mas paga-se. Paga-se sem reclamar. Porque a maturidade é isso: abrir mão do que pesa sem precisar justificar. É aceitar que não se precisa de muito pra viver bem — apenas de verdade. E que, no fim das contas, o que salva é sempre a escolha de permanecer inteiro, mesmo num mundo que insiste em nos fragmentar.
Quando o pão se justifica
com as botas que lambemos,
muito pouco dignifica
as açordas que comemos.
I
Em tão grande liberdade,
os homens parecem meigos,
pra que os filhos sejam leigos
de uma outra sociedade...
Todos andam à vontade
numa regra que se aplica
a quem teme e não critica
as tais botas obscuras,
ignorando as ditaduras
quando o pão se justifica.
II
Entre bola e pouco mais,
sobram livros nas escolas,
porque faltam sempre bolas
às justiças sociais.
Foram filhos, serão pais
neste chão onde vivemos,
onde rimos e aprendemos
a cartilha dos descrentes,
quando a vida nos dá dentes
com as botas que lambemos.
III
É assim, estão na moda
essas línguas produtivas,
criam calos nas gengivas
e lambem com a boca toda...
São tacões da alta roda,
sugadores de uma só bica,
arraial que não se explica,
sementeira da nação,
mas aqui, onde há bom pão,
muito pouco dignifica.
IV
Alentejo, este celeiro
nobre, digno, tão honrado,
não deixa de estar minado
por quem lambe o dia inteiro...
Lambe quem chega primeiro
o calçado que aqui temos,
e assim o que colhemos
são os danos desse fruto,
que tempera sem conduto
as açordas que comemos.
Quando um dia deixar este mundo, não vou partir triste com os poucos que me censuraram, mas sim com os muitos que aplaudiram e foram coniventes com a minha censura.
