Quadras e Trovas
Minha Senhora! Canto-vos,
Trovas de amor! Amor!
Em minha voz de tenor!
Sabeis porquê?! Por amar-vos.
Eu cavaleiro andante!
Em cavalo branco!
Vou adiante! Adiante!
Até, que os lirios do campo,
Tenham flor e cor.
Para eu, vo-los dar!
Sim a vós, meu amor!
Porque eu, vos amo!
Com verdadeiro amar.
Minha Senhora! Ai pois! Só eu sei como!
Primavera, estação que me encanta!
Ela traz-me beleza, perfume e cor.
Inspira poetas com trovas e canto,
Adornando os dias com seu esplendor!
Concurso de trovas & poesias em geral
(vencedora em Taubaté - 2004)
Poesias & Trovas
*
Muitas vezes fico mudo,
sentindo dentro esta mágoa
que a água é que lava tudo,
e todos sujam a água.
Cipotânea é a lembrança
de meus tempos de menino,
um passado de esperança
no presente me sorrindo.
Não temo erros, nem enganos,
e, se os houver, Deus perdoa!
Nos meus avançados anos
eu só penso cousas boas.
Dom Antonio Afonso de Miranda
filho de José Afonso dos Reis e de Maria das Dores Miranda nasceu em Cipotânea/MG. Bispo Emérito, domiciliado em Taubaté/SP, com participações em concursos de trovas e de poesias em geral.
Aqui começa uma arte.
Onde termina ?
Eu não sei.
Tenho uma vida de Poeta.
Entre as Rimas,Trovas e Versos.
Aqui vai um abraço meu.
Não busco talento.
Vivo os meus momentos.
Digo com profundo sentimento.
Viajo com as poesias.
Durmo com os poemas.
Eternizo dentro de mim.
Os dias que vivo
Envernizo meus versos.
Sigo só mais um pouquinho.
Dando um pequeno polimento.
Nessa atitude de Poeta que sou.
Falo com todo Respeito.
Nesse tipo de literatura.
Cada um com sua Bravura.
E no fechar dessa inspiração.
Desejo apenas um mundo melhor.
Vou vivendo de paz com vida.
Com esse meu segmento.
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
VOO
Idas e vindas , voltas e revoltas . trovas e trevas ...Sinta e minta , me ame ou me esqueça . Eu desço mas depois subo , o mesmo trajeto da queda é aquele que me reergo ...Não fecho minha mão , tenho você nela. Se fecho posso te machucar e você é livre . Um leve aperto lhe fere , um pássaro ferido não voa , assim sendo perde-se a essência . Sinto e minto , minto que não sinto , um dia me convenço que já não minto , simplesmente já não sinto .
Eu já falei de amor com poesia, atitude, palavras, provas, trovas, lagrimas, risos e gestos. Hoje discuto com meu pensamento por que sei o que amar é bom.
Esta na alma esta magia
Pela manhã ao acordar
Surge um novo dia
A poesia a desabrochar
Trovas deste meu viver
Frases de amor ou não
Sou tão feliz a escrever
Que vivo nesta emoção
Faço poemas sem pensar
Mesmo sem me aperceber
Sou rosa a desabrochar
Sou fruto do meu saber...
TROVAS - SAUDADE
Na ausência que me consome,
vivo sem a liberdade,
com um poema sem nome,
eu trovo minha saudade.
No balanço da saudade
a lembrança vai e vem
Embalo a oportunidade
para eu poetar também.
As minhas trovas em versos soam como uma melodia continua que envolve o teu coração em proporções universal...
E minha voz desperta os teus desejos em um grau salientemente em sensações não compreendidas por corações não entendido...
TROVAS
Por estradas que nem sei
Caminhei sem ter noção.
Se errei mais do que acertei
Só me serviu de lição.
Vivo em dilema completo
E preciso sair disso:
Ou eu ganho o teu afeto
Ou vou parar um hospício.
Apenas a morte silencia a voz de um poeta, deixando no ar toda sua obra eternizada em trovas e versos nos acorde de sua canção.
FUGA
Sentimentos livres
Dentro dos livros
Em cima de trovas
Embrulhados em poemas
Sem escolha de temas.
Palavras nos espaços
Torturas torturam
Lembranças lambem beiços
Corpo conspira
Hora da fuga
Alma de asas
Coração decola
Irei revendo meus pensamentos;
Minhas trovas nos meus momentos
Talvez encontre no firmamento
A linha do horizonte pra me ajudar .
Trovas coração
Outra melodia a quem de direito
Canta mais uma vez
Deixe seus versos fluírem
Nascerem da emoção
Faça bonito
Encante...
Deixe-se levar
E mais uma vez fascinar
Com teus verso livres
Do seu amor falar
Provoque lágrimas
Arranque sorrisos
Mas deixe o amor falar
Embevecer a quem ouvir
Os mais profundos suspiros
Você venha arrebatar.
Islene Souza Leite
Escrevo coisas boas e porcarias
Escrevo verdades e mentiras
Falo de Deus e de Maria
Faço trovas e poesias
Crio sonhos e fantasias
Mas pra você faço carícias
E me encho de malícias
Sentindo, do amor, as delicias
TROVAS
99
Quando ela passa, atraente,
Bem em frente à minha casa,
Sinto um troço, de repente ,
Que me queima feito brasa!
100
Tão formosa e pretendida
Qual a flor que tem perfume,
Ela é tão comprometida,
Mas eu morro de ciúme!
TROVAS -
101
Deixe a porta d'alma aberta
Para o amor e a bonança.
Tudo tem sua hora certa,
Quem sabe esperar não cansa.
102
O porvir é promissor,
A colheita melhor é,
Se a alma do sonhador
For semeada de fé.
TROVAS -
125
O brilho dos olhos dela
Enfeitiça os olhos meus!
Lá no azul, nenhuma estrela,
Brilha mais que os olhos seus!
126
Quando em seus lábios lampeja
Um sorriso encantador,
Mais uma rima viceja
Na lira do trovador!
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