Poemas e textos sobre psicologia que abordam a profissão da mente
Estudar psicologia é como preparar uma panela de pipoca. Dentro da panela está cheio de inúmeros grãos de milho. Sabe-se que uns vão estourar antes, outros depois e alguns não vão estourar. Quando a panela estiver pronta e cheia, pega-se cada pipoca isoladamente e percebe-se que elas se parecem muito umas com as outras, mas cada uma é única, pois possuem um formato único, singular. Outra coisa é que elas não se encaixam umas nas outras. Pipocas não foram feitas para se encaixar umas nas outras. Isto revela seu caráter personalíssimo, ou seja, muitas vezes, não se encaixar é que a torna tão interessante e peculiar. Você pode até analisar e visualizar cada pipoca isoladamente, mas todas elas dentro da panela parecem todas iguais. O mínimo que se desejaria seria que houvesse um caldo grosso e doce que unisse todas estas pipocas e lhes desse um formato bem definido, que lhes desse uma interpretação e significado únicos. Como se pudéssemos identificar e orientar o talento de cada uma delas, a sua singularidade, o seu ineditismo. Mas as teorias se revestem de uma grande pretensão: que fosse possível analisar o grão de pipoca de forma objetiva e colocar-lhe um rótulo, tornar o mutável em algo fixo, que não surpreende em nada, previsível, algo que tem um comportamento e existência dentro dos padrões. Contudo, a utopia (de preservar a autenticidade de cada grão) parece muito incômoda, pois pelo visto ninguém está interessado em compreender a pipoca e seu papel essencial de transformação, mas sim, apenas, em comê-la.
O que é o amor?
Bem, o amor é algo que destrói o psicologia do indiviso que experimenta tal substancia, chamada "AMOR".
Os sintomas podem variar de acordo com a intensidade que o indiviso foi exposto a tal substancia, podendo ser agressivo para as pessoas em sua volta ou até para si mesmo,podendo se alto destruir.
A psicologia vomitada pelos ditos inteligentes, só veio atrasar o estudo da psicologia pelos tolos - esse, bem mais adiantado.
Habitar sua cama é uma questão da Física, já habitar sua alma só é possível pela Psicologia. Sonhos e desejos não podem ser guardados embaixo do travesseiro.
A psicologia cognitivista se preocupa com o processo da compreensão, transformação, armazenamento e uso da informação, por isto, se torna tão urgente e importante reflexões e novas técnicas educacionais.
Sempre vou dizer que éramos tão inocentes. Achávamos que podíamos mudar o rumo da psicologia em Sergipe. Que a vontade de fazer era tudo. Um dia estive lá e vi que o quanto o sistema é forte e bruto. A nossa boa vontade não foi nada. É como a vida, te humilha e te deixa de joelhos. Mesmo assim, lateja em mim o desejo pela mudança, pela transformação.
(Lembranças do facebook)
(Chapa 12 - 2016 - CRP 19)
Essa frase do Marcelo Castilho Assis toca em um ponto fundamental da psicologia do consumo e da utilidade: a relação entre qualidade e valor percebido.
A estrutura dela é quase matemática em sua lógica de condições. Ela é tão assertiva:
"Se necessário ou desejado, o produto adquirido, se for de qualidade, ganha importância."
Marcelo Castilho Assis.
Os discursos aprazíveis e das ações de Jesus quebraram todos os paradigmas da psicologia e das filosofias humanas.
Evitar aborrecimentos, constrangimentos e sofrimentos por meio da psicologia, sabedoria e empatia é próprio dos cristãos que fazem o bem, confiando nos conselhos da paz, da harmonia e cidadania.
Há verdadeiros líderes de igrejas que sabem diferenciar o que é Psicologia Pastoral, a disciplina e a medicina aplicadas para ovelhas como há também outros que exaltam os seus pastores com Etiqueta Pastoral.
Pastores ou líderes que perdem parte de seu rebanho precisam aprender o que significa Psicologia Pastoral e treinar seus membros a como confiarem neles por meio de apoio espiritual, reconhecimento e responsabilidades públicas.
Psicologia no Brasil: Desafios Profissionais e Jurídicos Frente à Saúde Mental
A profissão de psicólogo no Brasil foi formalizada relativamente tarde, sendo regulamentada em 1962, o que significa uma lacuna historica equivalente entre 60 a 80 anos, comparado a Paises como EUA e Alemanha. Embora a área tenha avançado, ainda enfrenta desafios significativos, que refletem tanto a complexidade do cérebro humano quanto as pressões de uma sociedade cada vez mais orientada por metas e produtividade.
Atualmente, o Brasil conta com mais de 400 mil psicólogos registrados no Conselho Federal de Psicologia (CFP). No entanto, ao considerarmos a proporção de psicólogos por habitante, a realidade se apresenta de outra forma. Com uma população de aproximadamente 203 milhões de pessoas, o Brasil tem cerca de 1 psicólogo para cada 500 habitantes. Esse número, que pode parecer positivo, esconde uma distribuição geográfica desigual desses profissionais.
Estudos indicam que há uma concentração de psicólogos nas regiões mais ricas e urbanizadas, como o Sudeste, especialmente em São Paulo, que possui o maior número de profissionais no país. Por outro lado, regiões como o Norte e o Nordeste apresentam um número significativamente menor de psicólogos, dificultando o acesso das populações mais vulneráveis a serviços psicológicos adequados.
Além da desigualdade na distribuição, os psicólogos enfrentam pressões relacionadas à produtividade no mercado de trabalho, o que muitas vezes os leva a adotar práticas padronizadas. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), embora amplamente reconhecida por sua eficácia, é frequentemente aplicada de forma generalizada, sem as adaptações necessárias para casos mais complexos, como o atendimento a pessoas neurodivergentes. Estudos recentes demonstram que condições como o autismo e o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) demandam abordagens personalizadas e individualizadas para garantir um cuidado adequado.
A conscientização sobre neurodivergência tem crescido globalmente, com um aumento de 30% nos diagnósticos de autismo e TDAH na última década, segundo dados da Associação Americana de Psiquiatria. No entanto, muitos psicólogos no Brasil ainda carecem de formação adequada sobre esses transtornos, o que contribui para um atendimento que nem sempre atende às necessidades específicas dessas populações.
Outro desafio significativo enfrentado pela categoria está relacionado ao valor jurídico dos laudos psicológicos. Embora psicólogos possam emitir laudos em contextos clínicos, a legislação brasileira não atribui a esses documentos o mesmo peso que aos laudos médicos ou psiquiátricos em disputas judiciais. Na justiça trabalhista, por exemplo, para validar uma alegação de burnout ou obter benefícios como a CIPTEA (Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista), o laudo psicológico geralmente precisa ser complementado por um diagnóstico psiquiátrico.
Essa exigência cria um obstáculo prático na atuação dos psicólogos, que muitas vezes são essenciais no acompanhamento terapêutico, mas acabam limitados na esfera judicial, onde apenas o laudo de um psiquiatra tem plena validade. Isso é especialmente evidente em disputas trabalhistas, onde condições como burnout, ansiedade e depressão — muitas vezes diagnosticadas e tratadas por psicólogos — precisam de confirmação médica para serem levadas em consideração. E como fica o psicólogo recém formado que não tem network e não conhece o sistema na prática?
Dessa forma, o cenário da psicologia no Brasil evidencia uma contradição: embora o número de psicólogos no país seja elevado, há uma distribuição desigual e limitações legais que dificultam o pleno exercício da profissão, principalmente no que diz respeito à proteção dos direitos dos pacientes em contextos judiciais.
PSICOLOGIA DA FUGA - UM ESPELHO QUE SE RECUSA A REFLETIR.
A Ilusão da Fuga e o Lugar - Onde Mora a Felicidade.
“Ninguém foge verdadeiramente: apenas escolhe caminhos de ilusão, acreditando escapar de si, quando na verdade se perde em culpas e acusa os outros — até que a dor o faça retornar ao ponto de origem, onde sempre esteve a chave da própria felicidade.”
A PSICOLOGIA DA FUGA:
UM ESPELHO QUE SE RECUSA A REFLETIR.
Fugir é uma fantasia recorrente. Alguns fazem isso viajando, outros mergulhando em distrações, relacionamentos tóxicos ou mesmo em conquistas sucessivas. Mas a fuga mais sutil — e mais comum — é aquela de si mesmo.
Essa fuga se dá toda vez que evitamos encarar as verdades que habitam nossas emoções. Em vez de compreendermos nossas dores, culpamos os outros. Em vez de lidarmos com nossas falhas, nos escondemos atrás de máscaras de autossuficiência. Criamos narrativas que nos aliviem temporariamente da responsabilidade de amadurecer.
No entanto, o que ignoramos não desaparece — apenas se acumula. E um dia, retorna, como angústia, como vazio, como sensação de estar "perdido" mesmo rodeado de pessoas.
O ciclo da ilusão: perdidos na própria negação.
Ao evitar olhar para dentro, entramos num labirinto emocional. A cada tentativa de escapar, mais distante ficamos de nós mesmos. Muitas vezes, é apenas quando algo quebra — um relacionamento, um projeto, um plano — que somos obrigados a parar e escutar o que por tanto tempo tentamos silenciar.
A culpa, nesses momentos, costuma ser lançada sobre os ombros de alguém. É o outro que “não entendeu”, que “nos feriu”, que “nos fez sair”. Mas no fundo, estamos apenas projetando para fora a dor de um conflito interno mal resolvido.
A felicidade silenciosa: ela já estava lá.
A verdade mais consoladora — e por vezes mais esquecida — é que a felicidade raramente está em chegar a algum lugar. Ela mora, em silêncio, na sinceridade com que vivemos quem somos.
Ela está nas pequenas pazes que fazemos conosco, na leveza que sentimos quando não estamos fugindo, mas habitando o instante presente com autenticidade.
É possível que já estejamos vivendo momentos felizes — mas tão ocupados em procurar algo maior, idealizado, que não os reconheçamos.
Voltar para si mesmo não é retrocesso. É reencontro. É quando deixamos de correr em círculos para caminhar com direção. É quando compreendemos que a dor não veio para nos punir, mas para nos reconduzir ao centro de onde nunca deveríamos ter partido.
Não é que estejamos longe da felicidade. É que, ao fugir de nós, esquecemos como ela se parece.
Segundo ela [psicologia adleriana], na criação dos filhos e em todas as formas de comunicação com outras pessoas, não devemos elogiar.
A ESPIRITUALIDADE COMO RAMO DA PSICOLOGIA
O Organismo Humano é constituído por Espírito, Alma, Consciência, Mente e Corpo.
O Espírito e a Alma são Entidades porque agem, o Espírito age na construção e administração do Corpo e na orientação da Alma, enquanto a Alma age na gestão do Corpo.
O Espírito Humano origina-se pela emanação do Espírito Cósmico ou Deus e, por isso, é seu representante no Organismo Humano.
A Alma Humana origina-se pela emersão do Espírito Humano e, por isso, é seu ajudante no Organismo Humano.
A Consciência, a Mente e o Corpo são Conteúdos porque não agem mas apenas determinam o contexto da ação das Entidades.
A Consciência, relativa a reminiscência, é o conjunto de Informações oriundas do Espírito e da Mente que se impregnam na própria Alma, como uma tintura que se impregna numa água qualificando-a quanto a cor.
A Mente é o conjunto de Informações oriundas da Educação e Aculturação que se gravam no Cérebro.
O Corpo é o conjunto padronizado de Informações genómicas materializadas.
O grau de orientação da Alma pelo Espírito constitui o nível de Consciência da Alma; quanto maior for o grau de orientação maior será o nível de Consciência; um Homem ou Alma Humana com grau de orientação acima da média é considerado Espiritual, enquanto um Homem com grau de orientação abaixo da média é considerado Corporal ou Carnal.
Entretanto, pelo livre-arbítrio, a Alma pode preferir orientação externa contrária a do seu Espírito e que a torna péssima ajudante, como as Almas Humanas do Planeta Terra, cujo grau de orientação pelo seu Espírito é mínimo e consequentemente o seu nível de Consciência é baixo, por isso, os Homens ou Almas Humanas do Planeta Terra têm tendências autodestrutivas e de destruição do seu próximo e do Planeta.
O grau de orientação da Alma ou Homem pelo seu Espírito determina o seu grau de Afetividade; assim, um Homem com alto grau de orientação é mais Afetivo ou Espiritual manifestando genuíno Amor e Compaixão aos outros, enquanto um Homem com baixo grau de orientação é menos Afetivo manifestando sobretudo egoísmo; deste modo, a Espiritualidade corresponde à Afetividade.
Portanto, a Espiritualidade é um ramo da Psicologia que estuda a Consciência como qualidade de ser Espiritual ou Afetivo; a Espiritualidade é um ramo da Psicologia que estuda a Consciência como qualidade da Alma ou qualidade de ser e estar do Homem.
A Espiritualidade, como ramo da Psicologia, trata de questões relacionadas com a qualidade da Alma; dentre as questões destacam-se:
1. Quais são os vários níveis de qualidade da Alma Humana?
2. Como são os vários níveis de qualidade da Alma Humana?
3. Em que se apega a Alma Humana nos vários níveis de sua qualidade?
4. Quais são as estratégias de aperfeiçoamento da qualidade da Alma Humana?
