Proverbios sobre a Mulher
Sobre meus demônios? Eu geralmente não os dou ouvidos e eles vão pra longe. Eu não tenho medo, tenho autocontrole. O segredo é os deixar solitários e fingir que eles não existem.
Pontuação na Extrema Idade
“Não há nada mais espantoso que a raiva, nada mais curvado sobre a própria força. Se bem-sucedida, nada mais arrogante; se frustrada, nada mais insano, como ela não é forçada a recuar pelo cansaço mesmo na derrota, quando a sorte elimina seu adversário ela crava os dentes em si mesma”
O filósofo ensina que a raiva é uma derrota sempre, conseguindo ou não o que deseja. Um bom exercício: examinar a própria raiva e perceber que ela é o ato de se envenenar para punir o mundo. A grande vítima da raiva é você.
Questão de Tempo
Andam circulando críticas sobre os aumentos da carne e outros produtos. Acham que é algo negativo. Não! Nós subimos o preço da carne para zelar pelo bem comum. Quais seriam as vantagens? a) preparação da quaresma e estímulo à espiritualidade geral; b) preservação do peristaltismo intestinal do consumidor ingerindo mais fibras; c) combate ao excesso de ácido úrico e da gota; d) reforço de vitaminas. É um indicativo para todos ficarem mais saudáveis. Assim também fizemos com o aumento dos combustíveis: queremos todo mundo andando mais e emagrecendo de forma saudável. Aguardem: em breve tomaremos mais medidas pelo bem de todos. Aproveitem.
O florescer está dentro de cada ser. Os frutos ou flores que vamos colher na vida dizem muito sobre as sementes que depositamos nela.
Sobre esse dia... Recém outono, chuvoso, um tanto triste, ou talvez melancólico. Talvez sejam meus dramas internos. Mas eu sinto. Não quero fingir que não esta tudo bem, até porque agora não esta.
Logo tudo passará...
Não há tempo certo além deste agora!
Qualquer ilação sobre outro tempo será a compreensão da sua escolha pela letargia de optar pela insossa vida da qual se alimenta!
O controle da emoção nos proporciona paz ou conflito, clareza ou complicação sobre a responsabilidade de nossas ações.
O dia que perdi minha mãezinha
Deus tu és soberano sobre minha vida, sei que o senhor conhece todo o meu viver, tua palavra diz que o senhor conhece meu sentar e o meu levantar, o senhor me sonda e me conhece, e é neste Deus todo poderoso que ponho a minha fé, é neste Deus grandioso que coloco minhas esperanças, é neste Deus grandioso que eu me regozijo, é a este Deus grandioso que agradeço por tudo, eu te agradeço Deus por cuidar de nós, e te agradeço por que o senhor olhou dos céus e teve compaixão da minha mãezinha que estava sofrendo tanto, obrigada meu Deus por ter me concedido belos dias ao lado dela, por ter permitido que eu vivesse dias maravilhosos com ela, minha mãe mulher forte, carinhosa, amorosa, sorridente, minha mãezinha vai deixar muitas saudades, mas quando lembrarmos dela vamos lembrar com alegria, porque foi isso que ela passou pra gente, que a vida deve ser vivida com alegria, lembro-me sempre de quando acordavas , eu estava no seu quarto e dizia bom dia mamãe, e a senhora me devolvia um bom dia lindo, as vezes até cantando, era maravilhoso passar os dias com a senhora, estou escrevendo isto hoje, mas em vida eu te falei também, e te mostrei o quanto te amava.Te amo mamãe, sempre é para sempre estarás dentro de mim.
Adeus minha mãezinha querida.
Vamos falar sobre violência na escola?
A escola é o ambiente de socialização, seja de conhecimento específico, como as disciplinas, seja de conhecimento pessoal, como os colegas, professores etc., seja de conhecimento experimentais, como saber sobre as experiências das pessoas que nos rodeiam.
Nós que estamos à frente da escola, da sala, da direção, secretaria etc., nos deparamos com situações de violência na escola. Embora não sejamos psicólogos, acabamos tendo que procurar caminhos para resolver as diferentes situações que nos são apresentadas no dia-a-dia.
MAS nem sempre conseguimos dar conta.
No universo do ensino fundamental 2, por exemplo, os alunos, a depender do tipo de escola que fazem parte e da base familiar que têm, já estão convivendo com a violência assiduamente fora dos muros das escolas.
Por que dentro desses muros seria diferente?!?
Como a escola sozinha consegue mudar uma realidade que ela recebe de fatores externos a ela?
Como a escola se comunica com as famílias, se muitas vezes as famílias não querem se comunicar com a escola?
Como as escolas podem conseguir mudar sozinhas situações que precisam de mais ações, mais interesses, mais, mais e mais?
Há alunos e alunas do fundamental 2 com a carga extra responsabilidades escolares, como:
> tomar conta da e dos irmãos por diversos fatores que não cabem aqui;
> a necessidade de trabalhar para sobreviver;
> carência da presença paterna ou materna;
> gravidez na adolescência etc.
Há alunos que não conseguem se manter acordados por conta do cansaço extra responsabilidades que muitas vezes não são suas.
Há alunos que reclamam de um cansaço mental e o demonstram na realização das atividades.
Muitos desses alunos, geralmente, têm um desempenho baixíssimo na educação.
É ISSO QUE QUEREMOS PARA
NOSSOS FILHOS,
ALUNOS,
SOBRINHOS,
CIDADÃOS BRASILEIROS,
FUTURO DA NOSSA GENTE??
A VIOLÊNCIA NÃO É UM PROBLEMA DA ESCOLA, MAS SIM, UM PROBLEMA TRAZIDO PARA DENTRO DOS MUROS DO SABER.
Alguns dos alunos dos quais tenho contato afirma ser a escola seu refúgio, preferem a escola do que estar em casa com a família.
Alguns dos alunos vêm de realidades muito complexas mesmo, poucos alunos têm uma base familiar cujo apoio aos estudos exista, cujo afeto e diálogo se façam presentes, cujo atos de violência sejam inexistentes.
COMO FAZER PARA MELHORAR ISSO?
O CORPO ESCOLAR GERALMENTE NÃO SABE. MAS PROURA CAMINHOS PARA DESCOBRIR.
É PRECISO SIM que as famílias andem lado a lado com a escola; muitos pais não gostam de ser chamados para conversar com os membros escolares, mas é o caminho que as escolas encontram de imediato.
É PRECISO SIM que temas sociais sejam tratados no âmbito escolar; Embora os conteúdos que temos que tratar sejam muitos, levar temas que nos cercam para a sala de aula, permitir que os nossos alunos entendam o que ocorre ao redor deles é importante e necessário.
FALAR SOBRE TAIS e CONSCIENTIZÁ-LOS é outro caminhos que o corpo escolar pode lançar mão para amenizar o problema.
O DIÁLOGO EM CASA É MUITO NECESSÁRIO TAMBÉM.
como é gostoso poder sentir o vento gelado batendo no meu rosto, ao me balançar sobre as águas...nunca perdi minha essência de criança.
Às vezes, nem é sobre o que a pessoa diz, é sobre como ela faz você se sentir. Existem julgamentos silenciosos que condenam mais que palavras.
É sobre chorar e saber que tá tudo bem as vezes se desmanchar
É sobre saber que além das subidas existem as quedas
É sobre se permitir e sentir
É sobre errar e aprender
É simplesmente sobre viver
- É sobre
O IMPÉRIO DE MASCA
Uma sátira sobre o quê?
Era meados de maio, em 2020, quando este reino saudou, por imposição de seu nobre Monarca, a nova soberana.
Esta ¨amiga do povo¨ oferecia proteção contra a invasão do bárbaro Sars, “O Temível”.
Num cenário em que a manchete era de caos iminente, com sintomas aqui e acolá, a providência monarca parecia atender aos interesses gerais.
Masca, a Imperatriz, então, chegou ovacionada como salvadora da pátria.
A figura vindicava, com muita elegância, tão e somente o respeito às suas regras, aquelas tidas como básicas, para as quais nem o mais abastado de intelecto haveria de discutir, porquanto dispostas em nome do bem supremo (saúde e tranquilidade para todo o Império).
Todavia, de início, queixas e desconforto; extrema confusão, pessoas sem identidade; ruídos controversos de opinião.
Incômodo! É fato, diante da nova Imperatriz, pairava na gente do reino.
Mas…com o tempo, quase todos renderam-se, súcubos de tão hipnótica majestade.
Aquela figura, solerte e receosa de abandono, cuidou de mostrar nova roupagem, para o agrado da população.
Colorida, alegre e engraçada, até mesmo personalizada, tudo ¨de acordo com o desejo de cada integrante do reino¨, acolhendo de um jeito lúdico e especial, até mesmo os pequeninos, antes livres da perturbadora discussão.
Era tanta beleza espalhada, que até memorava a outra disposta em arte no centro do mundo moderno, em Les Amants, René Magritte.
A figura a quem aqui se dá o título de imperatriz, afinal, não parecia tão cruel.
Justificativas não faltavam para a sua defesa; seus súditos manifestavam desculpas inclusive quando se esqueciam de saudá-la; confusão, as pessoas de fato mudaram seu comportamento, adaptando-se ao novo comando.
Contudo, por razões toldadas, não havia felicidade no ímpeto daquela nação.
As vozes calaram-se, os sorrisos desapareceram, o ar tornou-se de difícil inspiração e expiração; entretanto - porque no coração do povo ¨há bondade e empatia com o próximo", tinha-se de respeitar a coletividade, sob pena de banimento.
Verdadeira tirana e abusadora social, em verdade, vilipendiou todos os valores. Fustigou os rostos, escamoteou risos e aproveitou para represar informação, funcionando como um simulacro de mordaça, sufocando o conhecimento.
Até mesmo os mais íntimos da lei que enxergavam aqueles despautérios preferiam o silêncio, receosos de maior restrição de suas já parcas liberdades.
Movimentos e dança também sucumbiram, não obstante tóxicos resultados durante a atividade física.
Abusos deveriam ser suportados por um bem maior, ainda que por mau.
Sorrisos, expressões, ar, liberdade, tudo efêmero perto do novo e permanente rebuço.
Liberdade em raras ocasiões, por exemplo, quando sentados os discípulos para alimentação. Porém, quando na vertical, a canga retornava, porque ressurgia das cinzas o invasor.
Mas para quê revoltar-se? Afinal protegidos, enfeitados e alguns até confortavelmente escondidos por detrás do novo adereço.
O bafo da dentadura melhor solitário.
Até os tímidos, desta vez, ganharam força (perderam a voz, de vez).
A Soberana negava a verdade, colocava uns contra os poucos, confundia suas vítimas, ao mesmo tempo em que elogiava-as por terem a coragem de defendê-la e glorificá-la.
O tempo transcorre.
A maioria vibrou em medo, depressão, sofrimento, isolamento.
A minoria despertou para a cruel realidade e bradou: ABUSO!
No horizonte a liberdade da já sempiterna abusadora. Agora finalmente “democracia”!
Um édito real (do Monarca) decretou a sua separação do Império, já preocupado com o novo destino de seu Reino, o qual deseja ampliar, não sem aprovação unânime de sua já fiel população. A conviva agora já não lhe servirá!
Estaria a Imperatriz descartada, não fosse o pânico difundido e consequente prestígio conquistado.
Muitos querem a manutenção de forças da Cruella De Vil, nefanda comensal; afinal, criou-se com ela um vínculo, uma espécie de conexão pessoal, emocional e até mística! Confortáveis, por de trás da escuridão querem permanecer.
Sentimentos positivos em relação à nobre tirana, negativos contra quem a menoscaba, vociferando anátemas (rebeldes negacionistas, egoístas, burros, bois, etc); o povo é seu convivas, além de partilhar das idéias da grande irmã.
Encantados pela algoz, muitos até desejam, mas não conseguem abandoná-la.
Simbioticamente, em verdadeira SÍNDROME DE ESTOCOLMO, quem reinou foi o abuso, a cegueira, a incoerência e a falta de união.
Sieg Heil!
Escrito em março de 2022
É sobre sentir desmotivado
Saber que reconhecimento é ilusão
Sobre sentir tristeza profunda
Uma fragilidade doída
Um corpo calado
Uma alma sedenta de esperança
O choro que fica entalado
Clamando por alguém
Alguém que te socorra
Sem cobranças
Sem um porquê
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