Promessa
Deus nunca falha, Ele é fiel,
Sua promessa se cumpre, em Sua mão há poder.
Ele não se esquece, não abandona,
Em cada passo, Ele está com você.
É promessa viva do céu em ação,
É selo de Deus, nossa direção.
É poder que age em amor e verdade,
É a certeza da eterna fidelidade.
Não era descuido, nem acaso,
era promessa embalada em pano.
Jesus, o Rei ressuscitado,
deixou um sinal para cada humano.
O céu não esqueceu Suas palavras,
nem a Terra silenciou Sua voz.
A promessa ainda pulsa viva,
entre cada batida de fé em nós.
Maranata, vem Senhor Jesus!
Tua promessa é a âncora da minha alma. Que eu esteja pronta, com o coração puro, as mãos cheias de boas obras e os olhos no céu. Enquanto espero, quero viver Teu amor, cumprir Tua missão e adorar com toda minha vida. Amém.
Não é sobre o que sinto, é sobre o que creio.
E eu creio que há sol, promessa e calor.
Mesmo quando tudo parece sombrio,
Então ergo meus olhos, não para o que muda,
mas para o Deus que é constante e fiel.
O céu pode nublar, a alma até chorar,
mas meu coração está voltado para o Céu.
“Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos.”
— 2 Coríntios 5:7
Nova Jerusalém — a cidade santa, a noiva adornada, o lar preparado pelo Noivo. Uma promessa viva para os que vencerem, para os que choraram com esperança e caminharam com fé.
Sobre você existe uma promessa, e quem te fez a promessa te levanta, e te diz: não acabou, tudo que se realizou até aqui é só o começo do que está por vim.
Aguardam o Espírito Santo; a promessa do Pai, que os fortalecerá e os guardará sua missão, então, eles cumprirão, levando a boa nova a toda nação.
“Como libertar o homem comum de sua ignorância espiritual, sem contudo lhe enganar com a promessa de um céu de ociosidade nem lhe escravizar com um inferno de fofo, criado por mente maligna com o fim de dominar inocentes? A inteligência cósmica de Einstein pode ser o primeiro passo para uma aurora iluminada.”
O Limiar
No limiar, a eternidade espreita,
não como promessa, mas como ameaça.
Entre o passo seguro e o salto no abismo,
o homem hesita, petrificado
pela vertigem do possível.
Afundar na mediocridade é fácil:
um declive suave,
onde cada escolha não feita
é um alívio que pesa mais que o risco.
Ali, a eternidade morre devagar,
como uma vela esquecida na escuridão.
Mas o abismo – ah, o abismo! –
clama com sua garganta infinita,
oferecendo a vertente do desconhecido,
um eco que promete não respostas,
mas expansão.
É nele que a eternidade vive,
não como certeza,
mas como um desejo sem fim.
No limiar, somos tudo e nada,
um suspiro preso na garganta do universo,
um instante que decide se a alma
se desintegra na poeira do comum
ou se arde no fogo insaciável do eterno.
E então, ao olhar para trás,
quem ousou saltar verá não o chão,
mas o infinito que o acolheu.
Quem recuou, verá não o conforto,
mas as grades de sua própria fuga.
No limiar, a escolha é simples,
mas o peso é eterno:
morrer na margem
ou viver na queda.
No amanhecer frio, quando tudo parece adormecido e silencioso, o sol traz consigo a promessa de um dia cheio de possibilidades.
