Procuro um Homem de Verdade
Procuro todos os dias me encontrar,
Mas a cada passo dado, me vejo a divagar,
Fico mais perdido em pensamentos dispersos,
Sem encontrar respostas, apenas versos.
Busco incessantemente o meu eu verdadeiro,
Mas a confusão só parece crescer, derradeiro,
Meus pensamentos são como um labirinto,
E a angústia é um fardo, pesado e distinto.
Sigo em busca de respostas, dia após dia,
Mas a incerteza e a insegurança me guiam, em agonia,
Apesar da procura constante, o vazio é profundo,
E a angústia me envolve, como um manto imundo.
Anseio por encontrar a minha direção,
Superar a confusão, encontrar a redenção,
Mas enquanto procuro, me afundo mais na dor,
Esperando um dia encontrar a paz interior.
Só o tempo poderá me mostrar o que tanto procuro. Ele é e sempre será o mistério. A não ser que eu me torne o próprio, assim poderei descortiná-lo.
Debalde procuro as nossas histórias,
Todas retidas na minha retina,
E bordadas nas minhas memórias.
Flutuação que sempre me leva
Para dentro, ela rompe o tempo,
E sacode todo o sentimento...
Entrevejo a tua presença em tudo:
Tens o meu amor nada diminuto.
És o meu canteiro, o meu jasmineiro.
Não sossego nenhum segundo,
Distância que há de ser rompida,
Por esse amor inexplicável e profundo.
Eu procuro por você
como que busca uma sombra,
Como a água do mar
busca pelas areias,
Eu procuro por você
porque você é o sentido
Como o vento balança o mar;
Eu escrevo para te tocar,
Danço para o teu corpo embalar...
Sigo os teus passos
porque você me interessa,
Recolho cada vestígio teu
pelas areias,
- como quem recolhe conchinhas;
Eu quero fazer um presente
para te agradar,
Fazer-te carícias macias
e te dar a minha alegria,
Sonho com a Paraíba noite e dia
- você virou poesia!
Quem sabe um dia em João Pessoa
a gente se encontra?!
O futuro só ao Bom Deus pertence,
- o Cabo Branco é uma bela praia
do litoral pessoense;
Quando fecho os olhos,
sei que você me sente;
É o amor chegando maravilhosamente,
Com o bom jeitinho paraibano
tomando conta da gente.
No pairar da noite te busco silente,
Procuro por teus olhos carentes,
Olhos tão secretos e diligentes;
Olhos tão repletos de silêncios,
Olhos tão carinhosos, presentes e experientes.
Respirei doçura na tua declaração,
Escolheste-me como a tua heroína,
Estou ouvindo a canção divina:
o meu coração está batendo
novamente e divinamente.
Imagino a tua malícia incontida,
Escolheste-me como Musa da Poesia,
Estou guardada por esses olhos ocultos;
o meu coração já imagina
os nossos segredos - desnudos.
Segredos hão de ser divididos
na mesma taça de vinho,
E serão por mútuas declarações
de amor desvendados,
Os nossos risos serão deleitados
por nossos suspiros,
e os nossos pensamentos
serão sincronicidades e intensidades.
A poesia uniu espetacularmente
as nossas polaridades,
Enquanto o amor não vem,
vivemos só de doces vontades,
Imaginar a tua masculinidade,
já me sinto em companhia,
Abuso da minha feminilidade,
sou toda poesia,
Buscamos viver o nosso amor
de verdade e em sintonia.
Procuro por teus lábios tintos de paixão, Ainda não apareceram, Farei de tudo só para chamar a tua atenção...
Voando contra os ventos
fugindo do mau tempo,
não desisto de ser arauto
porque sei o quê procuro.
Onde tudo coopera para que
percamos a nossa essência,
a minh'alma de Jandaia
cultiva sempre o melhor
com toda a persistência.
Sementes de delicadezas
e castanhas das ideias
para serem abertas
por todos a qualquer hora.
Urge nos concentrar naquilo
que direto do pé frutifica
poesia para que a harmonia
se torne a inequívoca Soberania.
Eu ando na pretensão de te ter
Mais sei da sua trajetória
Procuro sempre me envolver
Sem pertencer
De estar sem depender
Um segundo seria o infinito perto de ti
Todo tempo pequeno no desejo de sentir
De todas minhas escritas a mais sincera tem sido você
De todas minhas linhas
Nenhuma te definiria
Que seja amizade
Que seja saudade
Que apenas seja
Você é confiança sem receio
De todos os dias meu anseio
É luz que me ilumina
Paz que contamina
Se por acaso chegou
Se veio da dor
Esteja por certeza
Sem cobranças
Suas palavras não são alianças
Sua intensidade combina com a minha
Mais nossa trajetória ainda distância
Tu diz que gosta do que escrevo
Que vê sentido nos meus devaneios
Eu amo tua voz, sinto cada canção no violão
Cada letra que te espelha
Eu evito me mostrar
Tu consegue me ler
Eu evito focar
tu diz pra pensar em você
Eu poderia me acostumar a de algum modo te querer
Você é cuidado diário
Carinho inesperado
Inspiração e rotina
Mesmo longe a melhor companhia
Poderia dizer que amo te ter
Mais é muito relativo
Então eu amo todo esse tempo contigo
E se for ou ficar
Só posso agradecer por hoje estar.
Te procuro
Por onde quer que eu ande
Aonde quer que eu olhe
Nada afasta essa lembrança de você
Tem vezes que eu canto
Pra ver se você volta
É impossível, eu não consigo esquecer!
O sofrimento é consagrado a Deus pela fé, não uma fé no sofrimento, mas uma fé em Deus. Aceitar o sofrimento estoicamente, receber o fardo de uma necessidade fatal, inevitável e incompreensível, e leva-lo com coragem, não é consagração alguma. (...) A Cruz de Cristo não diz nada do poder do sofrimento ou da morte. Ela só fala do poder Daquele que venceu o sofrimento e a morte pela ressurreição do túmulo.
“... Ninguém se indigne contra os homens ao ver sua dureza, sua ingratidão, sua injustiça, sua arrogância e o esquecimento dos outros; são feitos assim, é sua natureza, é não poder suportar que a pedra caia ou que o fogo suba...!”
A criança torna-se adolescente quanto toma consciência de si mesma e o adolescente torna-se adulto quando toma consciência da humanidade.
O mundo anda em crise há longos anos a despeito do pensamento econômico das diferentes épocas do nosso século; Keynes, Karl Marx, Galbraith, Adam Smith - mesmo assim, com todo o somatório de idéias, os eventos que ofuscaram e vida das pessoas mundo afora, não deixaram de existir; muitas vieram rapidamente, outras moderadamente e outras tantas, chegaram e ficaram por muito tempo e vez por outra, aparecem, para que os estudiosos do assunto, nunca se afastem da realidade do dia-a-dia.
“Ao homem que ama com sabedoria — e não apenas com impulsos —, o mundo inteiro perde valor diante da serenidade afetiva que encontra em uma única mulher.
Porque o verdadeiro afeto não é motivado pela novidade, mas pela neurosegurança emocional, pelo reconhecimento, e pela dopamina que só a paz genuína pode liberar no cérebro.
Uns mortos, jazem no além, mas sobretudo, debaixo de sete palmos de terra. Outros mortos em vida, jazem em vida, os mais desgraçados.
"Se" houver certeza da existência de um Deus criador de tudo então o homem não está apar de questionar sua própria existência,mas enquanto não houver certeza toda ideia (seja ela de qualquer natureza) está impelida de cogitação. Mesmo aqueles que escondem-se atraz de sua própria fé um dia já temeram estar enganados,a incerteza de Deus é um enigma de natureza invisível,é a desculpa do agnosticismo,é a doença do sábio e a hipocrisia dos eruditos...
