Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Se não deu certo, tenta de novo. Se for pra acontecer, mesmo que com muito trabalho rola! SE FOR PRA DESISTIR DESISTA DE SER FRACO.
Se tem alguma coisa que estou aprendendo com essa louca existência é não julgar o próximo. Não nego que já julguei os outros, e muito, e que atire a primeira pedra quem nunca julgou. É inevitável, entretanto, com o tempo, acredito que seja controlável. Julgamento é uma opinião egoísta sobre algo que idealizamos, e tendemos a nos decepcionar e ficar irritados quando as coisas ou as pessoas não são como queremos. As pessoas são o que são, mas nós somos tão cegos que construímos imagens falsas, criamos armadilhas para nós mesmo. A culpa é toda nossa. Sim, é nossa. Não deixamos os outros serem como são, e qualquer mudança de atitude de outrem já é motivo para desconfiança. Mas o que é isso? Por que apenas não respeitamos a personalidade do próximo sem questionar? Todos têm seus altos e baixos, mas somos tão egoístas por natureza, que qualquer detalhe é motivo para ficarmos exacerbados. Viemos de uma cultura que não tem por princípios aceitar o indivíduo como ele é, e o julgamento torna-se a palavra chave quando se trata de seres humanos. Seriamos tão mais felizes se esquecêssemos de viver a vida do outro e vivêssemos a nossa própria vida, nossa própria privacidade, nossa liberdade. Todos temos o direito de errar, de falhar, e de ser aceito pelo modo que agimos, mas nunca de julgar e sermos julgados. Se agimos de tal modo, por mais impulsivamente que seja, é o modo que, naquele momento, queríamos ter agido. Não existe o certo, não existe o errado, não existe presente, futuro. Cada momento vivido é passado, e é lá que começam as raízes de nosso maléfico ato de julgar. E se pararmos para pensar, julgar não faz sentido, julgar faz sofrer. Compreender e respeitar deveriam ser o topo da pirâmide. É difícil no começo, é necessário paciência, mas isso tudo é adquirido através da experiência. Deslizes acontecerão vez ou outra, somos humanos e propensivos a errar, mas é com o tempo que obtemos a maturidade suficiente para entendermos que o julgamento não nos leva a lugar algum, aliás, é um passo atrás de tudo que acreditamos. Deixar as pessoas ser como são, sem criar expectativas, curtir cada momento, seja ele bom ou ruim, sem pressão. Vamos aprendendo a lidar com as diferenças, ninguém é dono de ninguém, ninguém é dono de si.
Não sei o que é pior: Se iludir pensando que vai dar certo, ou ter a certeza de que não vai dar certo.
O que consegues quando atinges os teus obejectivos não é tao importante como o que te tornas ao atingi-los.
Quando a pessoa supera o fim do relacionamento, ela não precisa bloquear a outra do Facebook, nem do WhatsApp, nem da vida. Superar o fim do relacionamento é aceitar os rumos diferentes que as vidas tomaram. É soltar as mãos do passado e encarar a realidade.
Não sou perfeito!
Sou humano, com tendência a falhar,
mas sigo uma ordem em minha vida:
não engane e nem se deixe enganar.
Comédia pra fugir da desgraça
Não entendo como as pessoas conseguem gostar de filmes de terror, a vida já é um terror quase que vinte quatro horas, pois temos mais pesadelo do que sonho. São tantos os problemas que são tão assustadores do que qualquer “O Exorcista”, contas de tudo pra pagar, água, luz, telefone, gás, internet, TV à cabo, cervejas, não, isso não é um dos problemas.
E quando mais pobre se é, mais problemas se tem, e mais medonha se torna a vida. Quando se é pobre e se tem filhos os problemas se multiplicam de acordo com o número de filhos, com dois filhos, duplicam, três filhos, triplicam e assim por diante. Por isso que quando vou ver um filme vejo um de comédia, às vezes é preciso fugir da realidade e se iludir um pouco, rir pra não chorar, esquecer que amanha é mais um dia de trabalho grosso pra no fim do mês receber um salário fino, tão fino que depois de uma semana acaba.
Tudo bem que gosto não se discute, por pior que seja o gosto, cada um tem o seu, mas filme de terror não. Quero sorrir, chega de chorar, chega de ter pavor, medo. Pior é a pessoa que vai ao cinema como comemora o dia da independência do Brasil, uma vez por ano e quando vai escolher o filme, escolhe um de terror, pra piorar nas cenas aterrorizantes tapa os olhos, tapa os olhos para não ver a cena aterrorizante! A pessoa paga pra sentir medo, mas na hora do medo ela fecha os olhos para não sentir medo, era melhor ter ficado em casa.
Gosto de comédia porque eu esqueço da vida, esqueço do mundo, quanto mais demorar melhor, tem dias que fico fora do mundo, inerte na frente da TV assistido qualquer coisa de comédia, qualquer coisa que me faça rir, pois eu sei que quando acabar o terror voltará.
Lembra da minha coleção de decepções? Você faz parte dela agora. Não definitivamente pela minha mania de preferir acreditar na inocência. Foi tudo uma coincidência até que se prove o contrário. '
Não teve nada que meu pai me deixou que foi duvidoso.
Meu pai deixou muita matéria-prima pra eu procurar ser a melhor pessoa possível. Meu pai era sensacional!
A pessoa mais legal que já conheci em toda minha vida.
(Re)acostumar
Estou me acostumando a não sentir tua ausência, a não derramar uma lágrima em sua presença e a não receber tua atenção. Estou me acostumando a ser largada, jogada e pisoteada, como se nunca houvesse sido alguém - seu alguém. Minhas promessas se tornam banais conforme o tempo passa e não as cumpro, porém continuo repetindo por vezes seguidas. Me prendi e perdi num replay em camêra lenta onde a cena que passa está longe de ser agradável. Contudo, permaneço estática como uma pedra. É, estou me reacostumando.
É preciso amar não por um instante, só casualmente,
mas sempre até o fim.
De amar casualmente somos todos capazes,
até os malvados.
Ando com saudade do meu sorriso.
Aquele que só aparece quando estou com você...
Sorriso bobo, descontrolado.
Aberto.
Igual às portas do meu coração...
Não devemos nos preocupar em como as coisas são, mas nos maravilharmos por elas serem, por existirem.
ja fazem alguns minutos que estou me olhando no espelho.
Não me sinto satisfeito.
Eu vejo as lágrimas deslizando sobre meu rosto,sem controle algum sobre elas.
Bem,nem minha vida
Sou capaz de controlar,
Mas quem é?
Eu tenho meus projetos que fracassaram contidos nessas lágrimas.
Eu tenho séries de dias ruins em cada goticula que se choca contra no chão.
Eu me vejo desabando,como um edificio sem serventia.
Eu quero implodir com essas lágrimas e reduzir tudo a pó.
Eu quero escorregar como poeira que paira sobre o vento.
Ser levado para longe daqui,para longe de mim.
Quero quem sabe, por algum tempo ser eu, mas sem todo esse peso que costantemente carrego nas costas.
Queria ser leve, mas sendo escritor, esse querer é pura contradição.
O peso das palavras é sempre o mesmo
E so cabe a mim lidar com tudo isso.
Deus habita, sim, numa luz inacessível. É um mistério insondável com o qual não podemos brincar. Mas face ao padecimento humano, deixa sua transcendência, toma partido pelos oprimidos contra seus opressores e decide intervir, animar profetas como Oséias e suscitar líderes como Moisés, para libertar seus filhos e filhas humilhados e ofendidos.
Doce e Amargo.
Um coração que não dança conforme a música. Que não compreende os passos. Que questiona o porquê de tudo.Que não arrisca por pouco e que foge de quem demonstra tudo de uma vez só. Quero tudo aos poucos, em doses pequenas, pra não enjoar. Se me amas, não me diga no primeiro encontro. Se és meu amigo não venha com "melhor amiga" em uma semana de amizade. Meu coração não entende esse afeto todo. Tudo o que é muito doce,no meu paladar, amarga.
O que acontece é que um romance não é escrito nem com o cérebro nem com as mãos. É preciso estar disposto a se esfolar. Você se esfola, tira a pele, fica em carne viva, e então se atira no despenhadeiro do romance até o fundo do precipício. Se batendo, se ralando e quebrando os ossos contra as pedras. É o único jeito. Quem não se atrever a fazer assim é melhor deixar o lápis e o papel sobre a mesa e se dedicar a vender tomates ou entrar para o ramo imobiliário.
Se queres amar a vida, eu preferiria dizer, se queres apreciá-la lucidamente, não te esqueças que morrer faz parte dela. Aceitar a morte -a sua, a dos próximos- é a única maneira de ser fiel à vida até o fim.
Mortais e amantes de mortais: é o que somos e o que nos dilacera. Mas essa dilaceração que nos faz homens ou mulheres, também é o que dá a vida o seu preço mais elevado.
Se não morrêssemos, se nossa existência não se destacasse assim contra o fundo tão escuro da morte, seria a vida tão preciosa, rara, perturbadora? “Um pensamento insuficientemente constante sobre a morte, escrevia Gide, “nunca deu valor suficiente ao mais ínfimo instante de vida.”
Portanto é preciso pensar a morte para amar melhor a vida -em todo caso, para amá-la como ela é: frágil e passageira- para apreciá-la melhor, para vivê-la melhor, o que é uma justificação suficiente para este capítulo.
