Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Quase sempre percebo que vivemos em busca de algo maior, mas nunca alcançamos tal ponto. Ainda sim, não deixamos de procurar no “infinito e além”.
Por sermos tão eloqüente e perseguidores. São-nos mostrados no fim da carreira os passos não dado do nosso passado, talvez nos vem a memória de relance! Para debochar a nossa segurança de um momento extraordinário de nossas vidas.
Minha história com ele ainda continua sendo escrita, mesmo que somente eu continue digitando capítulo por capítulo.
Eu tenho muitas duvidas. E isso se torna um grave defeito. Mas a desconfiança, ainda consegue ser maior.
Imaginação ou realidade? De que importa? O tempo pode passar e muita coisa mudar, mas todos ainda vão precisar ouvir falar de amor…
Hoje eu acordei, ainda estava com conjutivite. Comi um rango dos bons. Fui pro emissário ver a Anny e a Tats com meu amigo Alê e minha amiga Amanda. Fritamo logo o pastel que fiz. Ficamo como? Biruta.
Aprendi que ainda vamos amar e odiar a mesma pessoa, vai querer morrer e vai querer viver mais, vai se perguntar o porque de gostar, o porque de amar.
Essa mania minha, de terminar relações, quando essas ainda gozam de paixão, pode ser medo. Ou talvez um eu romântico que não sabe se desapegar do amor e sai antes do fim, pra guardar ele pra sempre, ainda quente, em mim.
Mesmo que pudéssemos evitar o luto, ainda sim sofreríamos. Mesmo que nunca celebrássemos festanças inesgotáveis, ainda sim seriamos felizes
Despedida
Eu sou um de muitos que já passaram, e que ainda vão passar por esta terra,
Deixando pra trás um rastro de existência.
Um louco tentando escapar do absurdo coletivo.
Mais um medíocre aos olhos da humanidade.
Caminho sem rumo, sem direção a procura de uma ilusão, ao qual eu possa,
Chamar de amor.
Assim vou vivendo, queimando pouco a pouco, os sonhos que ainda me restam.
Digerindo a falsidade que me rodeia, rindo sozinho da demência humana.
Meus amigos são poucos, minhas conquistas menos ainda.
Mas minha coragem ainda triunfa, escondida na minha misericórdia.
E o corte da minha espada ainda se faz presente, dilacerando a altivez de quem ousar atravancar o meu caminho.
Vou-me assim vivendo, apenas com a pureza de um recém nascido.
Comprarei uma casa na montanha, distante de tudo e de todos.
Onde quem sabe em uma tarde fria de inverno ver-te-ei meu rosto refletido.
Em uma pequena poça de água formada pelas lagrimas que chorarei pela manha,
Ela me mostrara todos os anos que já se foram embora, darei meu ultimo suspiro, e um sorriso simples cansado pelo tempo, um estrondo ira cortar o silêncio quase angelical.
Logo após depois de uma imensa espera, finalmente irei acordar do sonho da vida.
Tenho grandes sonhos, planos, metas, promessas. Mas ainda estou tomando coragem, e criando forças pra lutar
Sim, ainda amo você, mas vai passar. Um dia passa, tenho que entender tuas escolhas.
Sim, estou triste, mas tb vai passar. Não se preocupe.
Como não me preocupar se fui eu a causadora de toda essa dor? Como posso deixar de te amar, se você está gravado em meu corpo, na minha alma?
Como faço pra não chorar mais por esse amor tão intenso que tenho por você... Não há mais lágrimas, apenas um nó na garganta de ter perdido o grande amor da minha vida, de ter perdido pra insegurança a razão dos meus dias, do meu viver, aquele que seria o pai dos meus filhos.
Mas como tu mesmo disse, um dia passa... tem que passar... Aceite!
O PARADIGMA DA SOCIEDADE...
O paradigma da sociedade ainda é muito presente.
Várias e várias vezes tento (falando o portugues claro) ser louca mesmo, jogar tudo pro alto e seguir meu destino.
Mas o "ser louca" não cabe aqui, e nem em momento algum.
Quero me realizar sendo sã.
Quero me realizar sendo livre
Quero me realizar sendo EU mesma.
Andei a olhar o igual, tentando ultrapassar os seus finos e delicados olhos;tentei tocá-lo mas ainda havia um estranho abismo entre nós e isso nos levou a um vazio de palavras (entendam como quiser o tal do "vazio..."). Estou a deriva num inferno medonho, caloroso e pálido: tenho me olhado no espelho.
Meu gato tentou se matar esta semana, pulou do oitavo andar do meu prédio de lamentações e isso me tem posto a pensar que umas grades de segurança nas janelas de minhas lamentações seria algo beneficente. É que eu me lamento demais e silenciosamente desbravo-me, coisa muito complexa de se explicar mas, admito... não sei me expressar pela boca, apenas pelos dedos que por aqui me levam. Qual foi mesmo o motivo de aqui vir escrever hoje?
Ah! Lembrei-me! Vi o igual,cara a cara, dedos apontando para minha triste face...algo desconcertante entretanto, excitante. Excitante seria a palavra cabível? Acho que sim. Funciona assim: uma taça de vinho do Porto a três passos de uma dama solitária (apesar de cercada por gestos). Vi, cheirei, não toquei; um trio de palavras que se repetem em espirais.
Ainda tento entender o porquê de eu aguentar todo esse sofrimento, essa solidão... Poderia ser mais fácil ou talvez nem ser. Queria poder acordar todos os dias com um sorriso estampado no rosto, com a certeza de que você é meu. Que quando eu precisar de colo, de mais amor, de belas palavras é em você que eu vou encontrar. Queria ter apenas que sonhar com um futuro melhor para nós dois em vez de te colocar em meus sonhos sem você saber. Queria tê-lo comigo e poder segurar as lágrimas que agora escorrem em minha face, pelo não saber, pois pelo ser… seria meu!
Ainda sou menino
Querendo um dia aprender beijar
Menino que um dia, vai te amar
Se é isso que você quer, então espere...
Que esse dia vai chegar.
