Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Mães são eternas quando elas, no cumprimento de sua missão, plantam, colhem e ainda continuam distribuindo o amor de Deus a todos.
À você mãe, que já se foi
Que muito bela já existiu
À você mãe, que ainda é
Que formosa é
Te desejo todo o teu bem
Cura qualquer tipo de dor
Tenho o bem que é teu
Melhor exemplo de amor
+Q Teólogo
Lúcifer, o Diabo, antes Satanás, ainda que caído é um anjo e foi o querubim da guarda, grandioso entre as criaturas celestiais. Ainda que do mal, como todos os anjos é um mensageiro e ele é em seu nome o 'portador da luz'. De anjo também é chamado o teu guarda, o teu bem e o teu amor. Anjos todos são, mas nem todos te querem bem. Assim também são todas as pessoas, ainda que seres humanos nem todas são ou fazem o bem.
Torne o seu dia ainda melhor. Pense em mim, porque já estou pensando em você e em como preencher essas lacunas de solidão com meu amor e minha paz.
A doçura e a felicidade de poder dar um presente especial a quem mereça ou ainda poderá merecer ou nunca merecerá, é sempre infinitamente maior e plenamente dadivosa que a finita, previsível possibilidade de se ter, dar e ganhar de si mesmo.Se a maioria das pessoas entendessem o que à "Lei do Retorno" teríamos mais pessoas felizes pois a resposta não vem, não retorna e nem funciona propriamente dita com o que damos e com quem ofertamos o melhor de nos com amor.Se soubessem que a Lei é muito mais uma contínua corrente intermitente, um intercalar de carinhos e mimos que vão e vem, que rejubila geralmente a quem menos tem, pra dar do que aquele que sempre teve toda a possibilidade de oferecer. Mas não são moedas de trocas, permutas de favores, são docilidades humanas pelos caminhos do breve sorriso e um pouquinho de expressão de alegria e serenidade, completa com jeitinho o tudo mais que nem sempre temos para melhor oferecer.Mas tudo Isto já fortalece e vivifica o que é realmente ter,ser, entender e viver.
Como seria bom se eu permanece se hoje como ainda eu era ontem.Já sinto uma forte saudade de como eu era e do pouco menos que sabia e entendia. Muitas das vezes passar a saber à verdade torna nossa convivência e nosso comprometimento mais difícil. Como entendo hoje o significado exato e doce do amor, dos sonhos e do silêncio dos inocentes. O relógio não caminha no sentido anti-horário logo já será amanhã.
Só existe uma forma de abreviamos a futura provável longa jornada no inferno, ainda nesta vida. Por justiça divina, poderemos ter indulgencias, se conseguirmos amarmos em plenitude todas as vitimas, os órfãos e as viúvas de que fomos responsáveis direto ou indiretamente por tanta dor.
O ser humano no caminho da verdade do conhecimento da existência, ainda tem muito que aprender com os vegetais, animais e minerais.
Amo o Brasil, amo na verdade todos os Brasis só lamento que ainda sejam tão distantes em realidade, igualdade e oportunidade, uns dos outros.
A fonte fidedigna de esperança está contida no sorriso espontâneo de uma criança. Ainda existem meios de tudo mudar.
Enquanto jovem só se pensa no agora, o futuro é uma abstração ainda a se encontrar mas as verdadeiras respostas são respondidas enquanto jovem mesmo que incompletas pois na maturidade menos perguntas terá interesse de perguntar.
Ainda que eu ande nesta dimensão pelo vale das sombras e da morte, entre as invejas e as injustiças, não temeria mal algum, porque tu, Altíssimo estás comigo, sempre. Quão bom e suave seria que os todos irmãos por sua luz, vivessem na verdadeira união. Seria como o óleo virgem precioso colocado sobre a cabeça que desce sobre a barba, a barba de Aarão, e que desce à orla de suas vestes brancas, do linho mais puro da colheita, seria como o gelo e o orvalho do Monte Hérmon que desce sobre os Montes de Sião; porque ali o Altíssimo, ordena a bênção para todos e a vida para sempre.
Quando tiver motivos para chorar, sorria!
Pois além dos motivos,
Ainda lhe resta a vida.
(Nepom Ridna)
“A Santidade do Pecado Que Ainda Me Chama”
Há um altar em mim e nele repousas,
com o perfume dos que foram sagrados pelo erro.
Teu nome não se apaga, apenas silencia,
como se a eternidade tivesse medo de pronunciar o que fomos.
És santo agora dizem os anjos,
mas eu, que te amei no pó e no fogo, sei que há cinzas que ardem mais que a chama.
Tua inocência não me consola;
ela me fere, como a pureza de um véu sobre um corpo que ainda treme na lembrança.
Foste o pecado que ajoelhou,
o amor que quis absolvição,
mas o divino não apaga o humano, apenas o exila num suspiro.
Eu não sonho contigo apenas descanso nas fronteiras do que não pode voltar.
E quando o sono me concede tua sombra, não desperto: permaneço suspenso,
entre o sacrário e o abismo,
onde tua voz ainda pede perdão
por ter amado demais.
Na carne, morre-se uma vez;
no espírito, infinitas.
E em cada morte tua dentro de mim, renasce o silêncio,
funéreo, ardente, onde minha alma te beija pela última vez
sem jamais te deixar.
“Se a tua última vela arder apenas por um fio de paz e fé, ainda assim, nenhuma noite será capaz de sufocar-lhe o brilho; pois mesmo a menor centelha, quando nasce da alma, desafia o escuro do mundo.”
O Bolo de Coco e os Dias da Semana
Por Diane Leite
Ainda deitada, com o corpo entregue ao travesseiro e a mente girando devagar,
ouvi a cena como quem assiste a um filme sussurrado pela casa.
Era manhã de domingo.
E por coincidência — ou delicadeza do destino —,
também era dia primeiro.
O bolo era meu.
Mas deixei meu filho de sete anos pegar.
Ele queria dividir com o irmão de vinte e um.
Só que o mais velho já tinha comido outro doce,
e eu disse:
“Come sozinho, meu amor. Esse é todo seu.”
E foi aí que a vida virou roteiro.
“Eu acho que eu não gosto tanto assim de bolo de coco…”
disse ele, pensativo, como quem descobre que cresceu um centímetro por dentro.
O irmão, curioso, perguntou:
“Mas que nota você deu?”
“Sete.”
“Por quê?”
“Porque hoje eu não tô gostando muito de coco.”
E o mais velho, com aquela sabedoria prática que só os irmãos mais velhos têm:
“Ah… é que você gosta de bolo de coco de segunda a quarta.
De quinta a domingo, você já não gosta tanto.”
Era domingo.
E eu sorri.
Porque entre uma mordida e uma conversa,
eles me deram a melhor metáfora para começar o mês:
— Tudo que é nosso pode ser ofertado.
— Tudo que sentimos pode mudar.
— E tudo que muda pode ser recomeço.
Na simplicidade de um bolo dividido,
aprendi de novo que o amor mora nos detalhes.
Que a escuta silenciosa é presença.
E que ser mãe é isso:
testemunhar o mundo sendo redesenhado todos os dias pelas palavras dos nossos filhos.
Às vezes, o bolo de coco é só bolo.
Mas às vezes,
ele é tudo que precisamos para lembrar
que até o amor tem gosto diferente dependendo do dia —
e tá tudo bem.
Porque amar também é isso:
respeitar o paladar emocional do outro,
e ainda assim, continuar oferecendo o melhor pedaço.
Amar é apostar na lagarta, ainda que ela esteja em sua fase de destruição.
Amar é acreditar na metamorfose do ser.
