Prisioneiros
Vamos ser livres, livres, livres...
livres da impossibilidade de ser
somos prisioneiros até da nossa própria liberdade...
Jesus, durante o seu ministério, sempre esteve cercado de pobres, prisioneiros, cegos, oprimidos e os menos desfavorecidos. Jesus desenvolveu como servo, a práxis do serviço de forma inclusiva.
O maior desafio de um homem livre, é exercer sua liberdade, sem que os ainda prisioneiros não fiquem escandalizados com ele.
Difícil viver livre e por inteiro se somos carcereiros, prisioneiros e reféns de nossas antigas mentiras e de nossos novos medos. A vida é eternamente possível no agora pois o ontem e o amanhã são imutáveis.
Somos prisioneiros e reféns de nossos medos e libertadores audaciosos e inimagináveis de nossos sonhos, no mundo do faz de conta.
Solidão na multidão
é o que enfrenta
uma tropa e um general
(prisioneiros de consciência)
por entregar as suas
vidas por uma Nação.
Deus nos concedeu o livre arbítrio com um único propósito, para que sejamos livres, livres para fazermos nossas próprias escolhas, se somos livres ao olhos de Deus, porque nos tornar prisioneiros de nós mesmo?
Já vi,
Com poucos cigarros e alguns copos de vinho te tornarem dependente de ser um prisioneiro do seu próprio inicio velho de vida, um inicio deturpado, um futuro incerto, com um fim sem fim. Ocasionado pela ingenuidade do coração ter falta de cabeça.
Além do mas,
Já ouvi muito álcool falando á verdade
e pouco ser humano se rendendo ao tal.
A religião pode até trazer conforto para o espírito, mas entorpece o discernimento da realidade e torna as pessoas prisioneiras de seus medos.
Quem conquista fama e sucesso pode ser uma vítima e prisioneira do estrelato. O vácuo e o vazio produzido pelo silencio de não estar mais no topo e na boca das pessoas pode ser esmagador e a antiga busca pelo sucesso se transformar em medo. O medo do silencio das multidões.(Walter Sasso - Autor de "Dobra Púrpura" e "Sem Denise")
O pássaro vive preso numa gaiola cujos vazios enfeitam as barras e o homem vive preso numa gaiola cujas barras enfeitam os vazios.(Walter Sasso)
