Prazo de Validade

Cerca de 301 frases e pensamentos: Prazo de Validade

As riquezas deste mundo tem prazo de validade. Se enriqueça de Deus, o único tesouro indestrutível.

Inserida por elissiqueira

Tudo na vida tem prazo de validade. Insistir é passar mal na certa...

Inserida por alinebbela

As pessoas comemoram conquistas que possuem prazo de validade, sem saber que o valor das coisas está incutido apenas no espírito.

Inserida por Torsh

O amor não possui prazo de validade, mas o corpo requer controle de qualidade!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

Estou numa de te consumir,antes que termine teu prazo de validade.

Inserida por silvia933320

A vida não tem prazo de validade. Vamos viver!

Inserida por MARCCOSRABELLO

A felicidade parece ter prazo de validade , mas a tristeza as vezes parece que nunca vai acabar.

Inserida por AnaLineLima

O Amor não tem prazo de validade e não é perecível

Inserida por Luizagreis

A vida tem prazo de validade, e resolver viver perto do vencimento não muda nada. (VIVA)

Inserida por GabrielaStacul

Faça seu preço, mesmo que tenha que ficar na prateleira, porque quem compra não vê prazo de validade.

Inserida por murilloleal

Vou te esperar até quando meu coração permitir.
Mas logo te aviso: O PRAZO DE VALIDADE DELE ESTÁ ACABANDO!

Inserida por NinahAlves

Logo você, prefere ser mais uma garota discartavel com prazo de validade.

Inserida por lucasmendizabal

Tudo na vida tem prazo de validade. Você até pode consumir algumas coisas depois, mas sem o mesmo sabor.

Inserida por darcijanarelli

Uma forma segura de saber se o que se sente é amor ou não, consiste em checar o prazo de validade do sentimento!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

A diferença entre o gostar e o amar está no prazo de validade. Aquele é sempre derrotado pelo tempo; já este nem sabe o que seja tal coisa!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

O fracasso tem prazo de validade, mas uma conquista e para sempre.

Inserida por andersonalvesluz

Amizade verdadeira não tem prazo de validade,amizade verdadeira dura uma vida inteira.

Têm amores que duram tão pouco, como se já nascessem com prazo de validade, só pra deixar aquele gostinho bom na vida da gente. São efêmeros mas com tamanha intensidade que nenhum outro sentimento é capaz de equiparar.

Inserida por Semeandoamor

Deus fez o homem com sabedoria pois o criou com prazo de validade!

Inserida por NivaldoDepoli

Prazo de validade

Há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar

Ser romântico no início raramente é um problema. O problema é ser romântico no fim – recusar-se a perceber que as coisas acabaram, persistir, contrariar a realidade, a inteligência e os próprios sentimentos. Não interessa se é uma semana, um mês ou se são 10 anos depois do primeiro beijo. Quando as coisas terminam, deveríamos ser capazes de perceber e aceitar. Raramente é o caso. Nos recusamos, coletivamente, a reconhecer o prazo de validade de sentimentos e relações. Queremos que durem para sempre.
Há um paradoxo aí. Aquilo a que nos apegamos no final nada tem a ver com a beleza do que sentíamos no início. O encantamento pelo outro sumiu. O desejo tomou um ônibus e foi morar em Barra do Piraí. A paciência, o carinho, o prazer de estar perto do outro quase desapareceram. Os planos estão cada vez mais turvos, enquanto as conversas se tornam cada vez mais ásperas. Ainda assim, nos agarramos. A quê? Provavelmente ao pavor da solidão e a suas implicações sociais, que não são pequenas.
Nessas horas, sinto que nos falta coragem e memória. Coragem para saltar no escuro insondável do futuro. Memória para lembrar que já fizemos isso antes, dezenas de vezes, com enorme sucesso, desde que éramos bebês e começamos a nos aventurar longe do colo da mãe. O mundo sempre foi uma sequência misteriosa de deslumbramentos e decepções que se renovam. É preciso acreditar e caminhar. De certa forma, há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar.
Uma das coisas que acontecem quando perdemos contato com o amor é secretamente deixarmos de acreditar nele. Afundados na rotina insípida da sobrevivência emocional, ou mergulhados na solidão brutalizante, passamos a dizer a nós mesmos que aqueles sentimentos de exaltação e esperança que chamamos de amor não existem. A lembrança da existência deles é tão dolorosa que preferimos negá-la. Tratamos o assunto como ilusão, imaturidade, pieguice. Nos esquecemos, espantosamente, que um mês antes, um ano antes, dez anos antes, nos sentíamos apaixonados – e não pela primeira vez. Perdemos a memória de um sentimento que deveríamos cultivar com carinho. Ela nos permitiria comparar. Também poderia nos guiar quando fosse a hora de procurar de novo.
Como saber que essa hora chegou? Cada um tem seu jeito de perceber.
Há quem use o termômetro do desejo: acabou, já era. Mas o desejo pode ser vítima de um zilhão de circunstâncias alheias ao relacionamento. Às vezes, basta um fim de semana tranquilo para renová-lo. Como saber? Outros usam o carinho, tão essencial no dia a dia de quem vive próximo. Mas ele está sujeito aos diferentes temperamentos e humores de nossa vida profissional e familiar. Há que levar em conta essas circunstâncias. Muitos se fiam na queda nos padrões de paciência e no outro lado da moeda, a irritação com o outro. É um bom teste, mas poucos casais que partilham a intimidade há muitos anos resistiriam a ele. Rabugice passa a ser quase uma norma.
Não é fácil. Mais simples, acho, é captar o conjunto da obra e os sinais emocionais que ela nos manda.
Quando o olhar do outro não nos comove mais, quando seu corpo não nos diz mais nada, quando ouvir não é mais um prazer, quando falar parece um cansaço inútil, quando a beleza que se via antes não se acha, quando a personalidade vira resmungo, quando chegar em casa parece um saco, quando sair para encontrar torna-se um fardo, quando já não se ri, já não se enternece, já não se tem vontade de chorar na despedida, parado na esquina, abraçados – bem, então talvez tenha chegado a hora de acabar e começar de novo. Cheio de dor, cheio de esperança, cheio de medo e excitação pelo futuro que há de vir.

Ivan Martins para Rev.Época

Inserida por PensandoComOCoracao