Pranto
INDIFERENÇA ...
Solidão, vivo tão falto, numa tristeza
onde os olhos se desfazem em pranto
distante daquele afeto, alegre encanto
onde a alma contemplou só surpresa
Tão privado ando disso, só incerteza
no sentimento, dor! No entretanto
há mais e mais querer, tanto, tanto
que sinto na emoção aquela certeza
Ando disperso, sofrente na tortura
dos convívios comigo tão ausentes
que me alucinam, sem a tal doçura
Vivo no viver dos esteios pendentes
e morro nesta agonia tal a loucura
do vazio, que parece que não sentes! ...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
09/04/2021, 05’09” – Araguari, MG
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
Dos olhos chorosos fez-se o pranto
Beijou a praia, as lágrimas, bordando de estrelas o céu da boca,
Num sorriso inconfundível, mostrou seu canto. Numa melodia infinda de amor, beijou a flor...
Incontestável acalanto!
Lenir Moncorvo
Espírito Santo x Espírito do pranto
Oh!! O sobrenatural é verdade.
Teor da santidade.
Se, se somente seria.
Mudar o estado do brio, do saber.
A identidade do caráter e moral de viver.
Uau que legal, orar, a fé, crente, todos vamos ser, viver.
Meditando aqui, quando o impulso do homem.
O intento profano de alcançar o céu.
Muito além da torre de babel.
Lúcifer operando, a serpente induzindo.
Usando o que o dom supremo do Espírito Santo.
Ciência, tecnologia, a religião, economia.
Diga, diga fiim, o que, como assim.
Ora, ora, um sinal, um gole de cerveja, perder credito social.
Ler a mente, manobrar o que sente, um robô real, violação total.
O mecanismo além do fomento Nano, o que viaja na veia, o olhar digital, a forma marginal, além do imaginar, novo gole da santa ceia.
Oh! Como dói, o corpo de Cristo, o sobrenatural, a grande prisão.
Experimento de vigilância.
Câmera, bomba, míssil, brincadeirinha de criança nas mãos desses artistas.
Indivíduos alvos, tantas e tantos são as manobras.
As fábricas abertas de enfermidades.
Eu sei, eu vivi, senti, não, muito mais além, vivo dentro do trem, no trilho do além.
Além do adormecimento da população.
Espírito Santo simmm.
Espírito do pranto, meu Brasil, 5g, a lua, fibra ótica da Europa a América.
Kkkkkkkk, faz me rir, faiz mim rim.
A tv, o celular, minha mente, meu coração e meu neurônio, viver é perigoso, enganoso, coragem pra viajar.
Eu cá nesse aspecto, prospecto de escrever, não me engano, sei da manobra do homem.
Brasil, a grande prisão, experimento disfarçado, muito mais além do que eu mesmo imagino.
É Cristo, os Judeus a dois mil anos desconfiou, o rejeitou, porque ja sabiam do poder do engano do homem.
Essa cruz precisa falar, a sede que promete matar, a porta que promete abrir, o fruto da árvore da vida, o homem, eu semelhante ao criador.
Outrossim, simplesmente um objeto de fato, ser usado como macaco e rato.
Ser cobaia do laboratório do mundo, um processador humano, o pecado julgado, no tribunal da ciência e tecnologia, não adianta se arrepender, não adianta sonhar?
Parei, sei de nada.
Vida macabra.
Hospital psiquiátrico.
Manicômios.
Inocentes aprisionados.
Nas armadilhas dos homens.
O sobrenatural pra frustrar esses planos.
Giovane Silva Santos
Oh! Receba senhor, a voz dos meus joelhos, o pranto da minha esperança, o sangramento do anseio.
(Salmo 61 de Giovane Silva Santos).
Sim, Altíssimo, em nome de Jesus, pelo sangue Santo, eu, eu mesmo, sozinho fisicamente no meu lar.
Adentro pelo amanhecer, no canto mais doce de um pássaro, no adorno de uma cadela companheira.
É que sonho mesmo, vivo mesmo, hoje, porque as redes sociais, os trâmites de comunicações, tudo manobrado, incitado, manipulado, a intimidade violada, a tecnologia quer ser alimento da alma, veja que loucura dessa gente.
Ameaçam mesmo, é uma feroz e grande bagatela de poder e interesses, esquecem os conselhos e preceitos simples, adornar o coração do semelhante com o simples bem querer.
Oh! Onde está a alma dessa gente, quanta ganância, fecha a porta das oportunidades, dos segredos, tudo pelo intento de ira, furor, vingança, dá se a impressão que os donos, doutores da lei, tem por prazer humilhar o pobre, humilhar.
Confesso senhor, olha, examina, faz perícia na minha vida, coloco meu corpo, alma, espírito, minha nudez, a que este a REINADO, A DEMOCRACIA DEMOCRÁTICA SEMI – ABSOLUTA ganhe corpo e vida, pois mesmo apresentado como uma unção dos céus, estes muitos homens profere a mim, ao céu, uma alma de mendigo, de humilhação, de rejeição, de vida indigna e sem respeito, de humilhação.
Apresento a ti senhor, esta afronta, ao que a tua criação, nesta Terra Brasil, a que na pessoa desta criação, muito mais de 120 milhões de pessoas, gente, povo, com anseios e necessidades, somos, fomos ofertados com as demandas da Terra, todo adorno de leite e mel, uma infinita riqueza, vou ser bem reto senhor, até um pão é negado a muitos, sendo que radiante é o trigo da Terra.
Oh pai amado...
Gira girou
Girando o mundo
Se perdendo, se encontrando
Fugindo da raia
Caindo em pranto
Cega o medo
Fingindo ser sol
Brindando a vida
Bebendo o mar
Curando as feridas
Cansada de ser normal
Enlouqueceu de vez
No fundo, sem fundo
Ninguém vai perceber
Viver é um mar
Ninguém precisa entender
Sereia no luar
Girassol no amanhecer
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 15/07/2021 às 18:35 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Esperei a vida em festa
Desprezei toda agonia
E ela me bateu tão forte:
De mim só queria o pranto
Não a alegria....
O canto espiritual alivia o pranto, enxuga as lágrimas e traz o amor incomensurável de Cristo para junto de todos nós....
Querido adeus
Ver-te partir, fatal como o morrer,
Pensei que em pranto e dor eu me afogaria,
Num drama intenso que faria tremer,
Mas jamais em versos a ti dedicaria.
Não nego, a dor veio, sim, chegou,
Menor, porém, do que em sonhos previa.
Findou-se e o coração sequer notou,
Menos te amei do que eu mesma dizia.
Dei-me por completo, sem hesitar,
Mas não a ti, e sim à visão que criei,
Dotei-te de virtudes, sem notar,
Que tuas reais cores, a ver me neguei.
Querido, chamá-lo assim te irrita, sei bem,
Apenas refletir sobre o sentir é meu desejo.
Raiva? Saudade? Nada em mim retém,
Grande paz em tua partida eu vejo.
NÃO MAIS O VERSO TRISTE...
Aqueles versos que em pranto soavam
Rasgando a alma em poética convulsão
E as toadas e os acordes já imaginavam
Que vinham do mal do partido coração
No carecido verso, desagrados estavam
Pedintes, largados, vãos, ali pelo chão
Os cânticos de outrora, escalpelizavam
O sentimento... Dedilhando a emoção!
Chegou ao fim! Não mais o verso triste
À espera duma inspiração que ensecou
Cada afiada sensação, que, no entanto,
Não mais, no palpitante encanto, existe
Então, a satisfação o versar encontrou
Antes agoniado, agora, glória e canto...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
22 fevereiro, 2024, 16’53” – Araguari, MG
Chuva: Serenata da Melancolia
Chuva, tua melancolia se mistura ao meu pranto,
Gotas suaves, como lágrimas que caem do céu.
Em tua tempestade, encontro meu abrigo,
O som das gotas acalma minha alma, que se debate ao relento.
Trovoes ecoam como pensamentos tumultuados,
O vento sussurra segredos que só eu posso entender.
Teu toque frio é como um abraço, me envolve e acalma,
Na dança das águas, encontro paz no caos que se instala.
Chuva, és minha favorita, minha confidente nas horas de dor,
Teu rugido é a música que embala meu coração aflito.
E quando o sol brilhar novamente, lembrarei de tua canção,
Chuva, és minha companheira, meu consolo na escuridão.
Elaine N Silva
' UM DIA TUDO ACABA '
Existe saudade e pranto,
Que mora dentro de mim ,
De alguém que foi embora,
Me deixou na solidão,
Partindo o meu coração ,
Um grande amor sem fim .
espero que um dia isso acaba ,
Ficando somente lembranças;
Voando livre minh'alma,
Rindo igual criança.
Doeu forte os meus áis ;
Mas com tempo a dor se esvai
Quando este não nos quer mais .
Chorei por um grande amor
Em grande momento de dor,
Deixando-me enferma,
foi embora sem avisar .
Mas tudo que se planta ,
É isso que colherá .
Maria Francisca Leite
Quando as cortinas podem se fechar
Para eu desabar meu pranto?
Onde a gente pode esconder
Aquela tristeza
Que aparece de quando em quando?
É...
Nos bastidores da vida, ninguém
É feliz todo o tempo,
Mas sorrimos, esperançosos,
Contagiando toda a gente, e...
O que queremos mesmo
É ser contagiados.
Quando as cortinas se fecham?
Ah, Felicidade
Ah, felicidade, que outrora batia no peito,
fazia-me riso, e não pranto desfeito.
Quanta tristeza tomou-me o ser,
onde antes havia razão para viver.
Ah, felicidade, que me impulsionava,
guiava meus passos, e hoje me trava.
Quanta tristeza fez-se morada,
onde a esperança outrora dançava.
Ah, felicidade, que me fazia voar,
nas nuvens, sem rumo, apenas flutuar.
Quanta tristeza pesa em meu peito,
como um céu sem cor, desfeito em lamento.
Ah, felicidade, que me fez corajoso,
e hoje sou medo, menino medroso.
Quanta tristeza roubou meu querer,
de quem eu fui, restou o não ser.
Felicidade que fazia bem, me fazia quem e hoje mais ninguém.
Quando o tempo não for mais o tempo
E o doer não for a-versão
Quando tanto não der n’outro pranto
Quando o sim for menos que o não
Ela chora, ardendo, gritando
Faz calar toda, tanta, ilusão
E o peito, cremado, berrando
Diz, enfim, que chorou de emoção
Sabe, aqui, que tudo faz motivo
Quando a hora não é de moer
E o bordado, bordado agressivo
Sabe, enfim, n’outra mão se caber
E o sentido que ninguém achava
Escondido, no que era pra’si
Faz resposta, assim, intuitivo
Como se choro pudesse sorrir
Entre adeus, chegadas e meios
Prefere ter tudo onde possa ficar
Porque voltar, já não suficiente
Faz a dor calejada sarar
Mas fica inda batendo tão roxo
E assim ninguém volta a sua cor
Aprendido que o cadarço frouxo
Não segura nenhum caçador
E agora ela entende o momento
De agradecer somente a quem fica
Casa, ninho, asa que descansa
Quando ir não destrói o que habita
Quando o tempo não for mais o tempo
Quando a marca não mais desbotar
Ela vai terminar o bordado
Ela vai saber se podar
Porque horta, para crescer grande
Só se poda quando se rega
Quando o tempo não for mais o tempo
Ela vai enxergar quando cega
Quando tudo não for mais a tora
Quando a hora não for o seria
Toda cura será para agora
Todo precisar saberia
Pelo belo de (se) achar mais bonito
Dentro d’olho de quem faz caminho
Casa, tranca, risco na parede
Quando tempo não se faz sozinho
E ela vai saber ceder,
Vai pedir
Demorado
Quando o tempo não for mais o tempo
Finalmente não será (mais) calado
Que de tanto corpo sem vida
Parou de ter tempo para viver
Mas quando o tempo não for mais o tempo
Não terá tempo é para morrer
(Vanessa Brunt • @vanessabrunt)
Strimani, meu amor, você é um encanto,
Com seu jeito doce, me faz perder o pranto.
Teus olhos brilham mais que a luz do luar,
E seu riso, ah, esse me faz delirar!
Às vezes eu fico pensando na nossa história,
Como um filme de comédia, cheio de glória.
Te vejo dançando na sala, cheia de graça,
E eu só posso rir enquanto a vida passa.
Você é a rainha do meu coração bobo,
Com você ao meu lado, nunca fico em apuro.
Teus abraços são como cobertores quentinhos,
E suas piadas, ah, são como docinhos!
Se a vida é um circo, você é a palhaça,
Com seu jeito divertido que sempre me abraça.
Juntos somos uma dupla tão divertida,
Um amor que ri e dança pela vida.
Então vamos celebrar esse amor tão sincero,
Com risos e abraços, e talvez um bolinho de mero!
Strimani, meu amor, você é meu melhor par,
E juntos nessa comédia vamos sempre brilhar!
Se um dia fui riso, se um dia fui pranto,
se causei a dor ou fui ledo encanto,
sou feito de falhas, mas sigo a lutar, errando, aprendendo, buscando acertar.
- Relacionados
- De repente o Pranto fez-se Riso
