Pouco
Supremamente você governa o meu coração com um pouco mais de calma para conseguir dominar todo o meu ser;
E ainda sim você resolveu o parecer que se situava em meu interior desatinando os meus sentimentos com algo não entendível;
Tudo de você que me vem me faz grato e feliz para o meu regozijar com verdades e alentos;
Minha ausência é justa para quem nunca me valorizou, mas o meu amor e carinho são pouco para quem sempre me apoiou;
Sou loira, inocente e um tanto bela, às vezes um pouco tensa e na maioria das vezes calma;
Fico em júbilo ao ser cortejado de maneira que encante o meu coração e dê sentido a minha vida;
Se não sabes, ó sábio poeta! Meu coração queres amar apascentando os meus receios do poder ou não;
Eu odeio o seu jeito
E sua forma de me irritar
Odeio quando você faz pouco caso
E deixa de me ligar
Odeio os seus carinhos
Mas me conforta os seus beijinhos
Odeio suas vinganças
E seu modo de me corrigir
Odeio a sua inocência
Ou pelo fato de você existir
Odeio ter que odiar
Pois o amor e o ódio
Estão juntos à caminhar
E por juntos andar
É que faz minha sina te amar;
Não dispersarei o pouco de inocência que ainda me resta, pois é com o mínimo de ingenuidade que me seguro nas graças de Deus;
Não busco viver de esboços
Os meus equilíbrios se fazem pouco a pouco
E os meus sentimentos são doados para os outros;
O que realmente vale nessa vida, não é valorizar o que não possui, mas ser valorizado pelo pouco que se conseguiu;
Felicidade ainda é pouco para com o que quero, com quem amo!
O que almejo vaga pelo infinito figurativo;
Pouco importa se chegarei tarde, pois o importante é que chegarei;
A minha determinação supera a mais rígida descrença;
Entendo que a dignidade e a honra está ligado a sabedoria;
Pois pouco adianta constatar a honra e a dignidade sem saber;
