Pouco

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"A paz não é um luxo de quem tem pouco, é a estratégia de quem tem muito a preservar."

Viver é matar um pouco de si mesmo, vez ou outra.

Ninguém se perde de si; abandona-se, pouco a pouco, em concessões que parecem inofensivas. Troca-se a própria trilha — austera e silenciosa — por caminhos já validados, onde o conforto encobre a deserção. Vive-se muito, mas habita-se pouco. Até que, em algum ponto, a consciência — tardia, porém irredutível — rompe o ruído e cobra o retorno àquilo que nunca deixou de chamar.

⁠Cultivar o silêncio é fazer florescer pouco a pouco os efeitos benevolentes da paz interior

Assim é a vida com Deus: Ele pega o pouco que temos, cobre-nos com o Seu cuidado e nos faz voar mais alto do que jamais imaginamos.

E eu sigo…Inteira, sensível, um pouco sonhadora, mas sempre acreditando que o amor, mesmo quando dói, é o que faz tudo valer a pena.

O poliformismo é retrado dos seres que fazem apologia e demagogia.
Tão pouco respeito próprio sentido a vida.
O valor consignado apa seu próprio desfrute.
Sem menor pudor sao predadores do patrimônio nacional.
Ainda assim bem caminha cabaliando as margens da lei.

Quem responde rápido demais geralmente escuta pouco demais.

Se você gasta 90% do seu tempo pensando no que não quer que aconteça, sobra pouco espaço mental para planejar o que quer que aconteça.

As redes sociais estão, pouco a pouco, programando você para sentir raiva de quem você ama.


Elas não conhecem a sua história, não sentem o seu amor, não vivem o que vocês construíram juntos. Ainda assim, conseguem plantar dúvidas, distorcer sentimentos e transformar momentos em conflitos desnecessários.


Não permita que um conteúdo passageiro escreva o fim de relações que levaram anos para ser construídas. Porque pode chegar um dia em que você só vai querer estar ao lado de alguém… e aí será tarde demais.

Não que você

não mereça

eu te querer,

Você em pouco

tempo povoou

a minha fantasia

Elevando a minha

vaidade feminina.



Não posso ficar

onde sei que não

tenho como

emocionalmente

sustentar;

Não preciso

prever o futuro

porque sei que

entre nós tem

tudo para dar errado.



O amor pede de nós

profundos cuidados,

Da forma que você

está acostumado,

Não sou eu é que

farei impossível

para te modificar.



Não, não há nada

de errado comigo,

E nem contigo;

Apenas temos

expectativas

diferentes,

Só não quero

colocar o meu

coração mais

sob o teu perigo.

"Geralmente, quem sabe muito
sobre a vida dos outros,
sabe pouco sobre si"

⁠O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.


Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.


Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.


Ali, onde quase tudo é pouco.


Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…


Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.


O que quase sempre sobra é muito medo.


Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.


Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.


E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.


Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.


Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.

Sempre que a saudade desiste de fingir costume e me abraça um pouco mais apertado, o que me consola é a gratidão e a certeza do azar de ter tido tanta sorte.

⁠É muito Feno para tão pouco sal...


Talvez seja melhor temperar com uma boa pá de cal.


Haja sal para a quantidade assustadora de Feno necessário...


Quando a desproporção chega a esse ponto, já não se trata mais de tempero, mas de engano.


Talvez seja mesmo melhor recorrer a uma pá de cal, não para enterrar expectativas, mas para sepultar de vez as ilusões que insistimos em alimentar.


Porque certas mesas, por mais que pareçam fartas, só servem palha; e certos banquetes, por mais barulho que façam, não sustentam ninguém.


No fim, a verdadeira sabedoria está em abandonar o que só ocupa espaço e buscar o que, ainda que pouco, de fato, nos alimente.

Daqui a pouco vai começar
o Stamm Tchucalonga
para a gente se esbaldar,
e para a La Sagra
a gente se esquentar,
Muita festa vai rolar,
você vai adorar,
E no ano que vem
com certeza irá voltar
para com a nossa
querida Rodeio festejar.

A vida é maravilhosa,
um pouco doce e ácida
como a Jentik-Jentik
que ainda não provei,
Sob a orientação de Deus,
logo jamais desistirei.

Tenho envolvido os seus sentidos
pouco a pouco por dentro,
Porque sou o amor crescendo
e entregue de aurora em aurora.


Não estou em guerra com você
e nem você está em guerra comigo,
Para Deus só peço neste caminho
é que nós permaneçamos vivos.


Teto de espelhos não foram feitos
para nós e sim o teto de estrelas
em noite de céu aberto refletido
no salar de chão perfeito e cristalino.


O mais doce e que me pertence são
os teus lábios de Achachairu feitos
para desfrutar enquanto a canção
do vento do Hemisfério Sul a embalar.

Sem nenhuma pretensão
de ser nenhum pouco
diferente do que sou,
não volto atrás no tempo
que por mim passou.


O meu próximo rumo
é sempre em frente,
não disputo os espaços
que não me pertencem,
até as plêiades sabem.


Sob os teus olhos entre
as grumixamas que tingem
os lábios e a imaginação
rendidos para o gamahuche
inaugural para a cavalgação.


A sorte por nós foi lançada,
não é mais um jogo de sedução
que não vai dar em nada,
estamos na mesma conexão
a cada dia mais alinhada.

Não é rico quem tem tudo, mas quem precisa de pouco; não é sábio quem acredita saber tudo, mas quem compreendeu que nada sabe.