Posso ser Agradavel ou Rude Depende de Vc
Pensamento do dia 13/05/2017
Não posso permitir que altos e baixos da vida interfiram na qualidade que escolhi.
Assim posso contar toda a minha estória como um conto de fadas. Se não tenho nomes ela não me pertence.
Não desejo mal a ninguém. Não desprezo ninguém. Apenas não posso deixar ficar perto de mim as pessoas que me desprezam, as folhas mortas que pesam à vida. Não quero isso no meu mundo, invadindo o meu interior, destruindo a minha paz. A vida tem alturas em que devemos ser sensatas. Esta é uma delas. Sou uma pessoa de verdade. E humana. Não uma personagem qualquer. Impeço-me de perder a ética, a dignidade e a moral, mas não me preocupo absolutamente nada com o que possam pensar. A vida é minha. E na minha vida quero algo mais, sobretudo paz e a verdade.
Amar eu deveria,
Mas não posso,
Porque o meu amor não controlo,
Pois eu amo em demasia!
É um amor utópico,
Que me deixa sem norte.
Num devaneio fugaz,
Lembro-me da felicidade,
Felicidade súbita,
Que acaba quando me deparo com a realidade de minha alma moribunda.
Não posso tirar as pedras do meu caminho
e nem das plantas os seus espinhos...
Mas, posso aprender a caminhar entre eles!
Estou aqui. Amanhã posso estar distante. Me disseram que não planejo as coisas. Sim, eu planejo. De última hora mas sim. Então amanhã posso estar distante.
Contrariedades
Eu hoje estou cruel, frenético, exigente;
Nem posso tolerar os livros mais bizarros.
Incrível! Já fumei três maços de cigarros
Consecutivamente.
Dói-me a cabeça. Abafo uns desesperos mudos:
Tanta depravação nos usos, nos costumes!
Amo, insensatamente, os ácidos, os gumes
E os ângulos agudos.
Sentei-me à secretária. Ali defronte mora
Uma infeliz, sem peito, os dois pulmões doentes;
Sofre de faltas de ar, morreram-lhe os parentes
E engoma para fora.
Pobre esqueleto branco entre as nevadas roupas!
Tão lívida! O doutor deixou-a. Mortifica.
Lidando sempre! E deve conta à botica!
Mal ganha para sopas...
O obstáculo estimula, torna-nos perversos;
Agora sinto-me eu cheio de raivas frias,
Por causa dum jornal me rejeitar, há dias,
Um folhetim de versos.
Que mau humor! Rasguei uma epopeia morta
No fundo da gaveta. O que produz o estudo?
Mais uma redacção, das que elogiam tudo,
Me tem fechado a porta.
A crítica segundo o método de Taine
Ignoram-na. Juntei numa fogueira imensa
Muitíssimos papéis inéditos. A Imprensa
Vale um desdém solene.
Com raras excepções, merece-me o epigrama.
Deu meia-noite; e a paz pela calçada abaixo,
Um sol-e-dó. Chovisca. O populacho
Diverte-se na lama.
Eu nunca dediquei poemas às fortunas,
Mas sim, por deferência, a amigos ou a artistas.
Independente! Só por isso os jornalistas
Me negam as colunas.
Receiam que o assinante ingénuo os abandone,
Se forem publicar tais coisas, tais autores.
Arte? Não lhes convém, visto que os seus leitores
Deliram por Zaccone.
Um prosador qualquer desfruta fama honrosa,
Obtém dinheiro, arranja a sua "coterie";
Ea mim, não há questão que mais me contrarie
Do que escrever em prosa.
A adulaçãao repugna aos sentimento finos;
Eu raramente falo aos nossos literatos,
E apuro-me em lançar originais e exactos,
Os meus alexandrinos...
E a tísica? Fechada, e com o ferro aceso!
Ignora que a asfixia a combustão das brasas,
Não foge do estendal que lhe humedece as casas,
E fina-se ao desprezo!
Mantém-se a chá e pão! Antes entrar na cova.
Esvai-se; e todavia, à tarde, fracamente,
Oiço-a cantarolar uma canção plangente
Duma opereta nova!
Perfeitamente. Vou findar sem azedume.
Quem sabe se depois, eu rico e noutros climas,
Conseguirei reler essas antigas rimas,
Impressas em volume?
Nas letras eu conheço um campo de manobras;
Emprega-se a "réclame", a intriga, o anúncio, a "blague",
E esta poesia pede um editor que pague
Todas as minhas obras...
E estou melhor; passou-me a cólera. E a vizinha?
A pobre engomadeira ir-se-á deitar sem ceia?
Vejo-lhe a luz no quarto. Inda trabalha. É feia...
Que mundo! Coitadinha!
Eu não posso dizer quem é salvo.
Mas a bíblia diz que quem vive na prática
do pecado não nasceu de novo.
Elis
Eu venho lhe falar meu grande amor
das coisas que me vi na mente
posso lhe contar como vivi
e tudo que aconteceu
comigo
viver é melhor que sonhar
e o passado quebrou-se no vidro
Amanhã o dia se põe
E somos nada mais comigo
Espalha o veneno espalha,
parasita da mente
Sempre que olho teu rosto
caminho em vã aventura
Me diga palavras tão minhas
espanta memórias vazias
Perdido na sala escura
vagando em mundo egoísta
Eu sei que você me existe
e que tu me fez isso comigo
Andando encontro teu corpo
despido da voz do teu mundo
cabelos de sangue me tomam
carinho em teu rosto sozinho
Se você tivesse ido embora
minha voz encontrar-se perdida
vagando nas entranhas dos órgãos
procurando um fim de ternura.
Eu amo ela!
Por muito tempo sofri por garotos que a pena posso garantir que não valia, que só me iludiram com palavras que nunca deveriam ser dias assim, em vão.
Mas em uma linda noite o universo me presenteou, o melhor presente que já ganhei na vida! Uma pessoa que eu nunca imaginei que fosse me fazer tão bem acabou fazendo. Um amor secreto por 2 anos, que a sonsa aqui nunca percebeu, sempre fui cega para essas coisas, por um bom tempo fiquei cega para pessoas que realmente queriam só me fazer feliz.
E o presente, me surpreendeu ainda mais... uma garota! Eu que sempre fui hétero nunca imaginei que uma garota seria a lanterna que me mostraria o final de um túnel, que só havia escuridão por causa de decepções provocadas por pessoas que acham que o sentimento alheio não vale de nada.
O mundo hoje está cheio de pessoas que acham que sentimento é um jogo, no qual ele são os jogadores e as outras pessoas níveis e quanto mais pessoas esse jogador decepcionar mais "foda" ele (a) será. Infelizmente a sociedade é quem cria isso. A sociedade nos ensina a julgar, criticar, brincar com os sentimentos alheios e o pior a nos importar com a vida alheia. Algumas pessoas tentam mudar isso mas não é simples assim, a vida dos outros é mais importante que a nossa. Não tem nada pra fazer e por isso se preocupa tanto? Meu caro vá ler um livro, vá estudar, aprender uma língua nova, aprender a tocar um instrumento... tenho certeza de que tem inúmeras opções para pessoas assim!
Parar? Não paro! Posso até esmorecer, me fadigar, mas não paro! Prossigo... Mesmo que meu corpo cambalear... Só pararei quando minha alma se cansar de vez.
Não posso ver estrelas no céu se a noite está chuvosa. Mas posso ver os raios da tempestade que há em mim.
De mim mesmo até posso fugir de vez em quando, mas os cães que ladram tentando interromper o meu caminho jamais me desviarão dos meus objetivos.
Senzala do amor
Acorrentado, não posso fugir,
Não há janelas, as portas fechadas,
É minha prisão, rústica e abafada,
Total é o desconforto, nada a contemplar,
Ouço lá fora, o canto dos pássaros,
Eu sei que estão felizes, livres a voar.
Liberdade, liberdade, ah! sonho meu!
Enquanto isso, eu estou aqui.
Somente eu.
Amanhece o dia, ouço movimentos,
Talvez humanos, ou desumanos, não sei.
Só sei que lá fora, o que me espera,
Não é minha amada, minha namorada, certeza não é.
O que me espera, nada desejado,
Somente a jornada,
Trabalhos, trabalhos!
Ah! Minha vida, será que eu vivo?
Não sei, nada mais sei.
Só sei que lá fora, me espera a lei.
A lei que tirou, minha liberdade,
Que também tirou, de mim minha amada.
Que não mais à vi.
Porém o amor,
No meu peito ficou,
Ninguém o arrancou,
Meu direito de amar.
Muito embora que a sorte,
Forte como a morte,
Me trancafiou,
Em masmorras de dor,
Na senzala de horror.
Porém, no entanto,
Fiz em meu coração,
Suave canção.
E um lugar reservado,
Pra abrigar minha amada,
A senzala do amor.
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