Frases sobre portas

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A vida dolorosa,
No poema triste.
E sigo minha intuição,
Entrando por portas
Onde não sou bem-vindo.
Dizem que, aqui,
O amor deixou de existir
Tudo é abstrato,
Pura ilusão.

O dinheiro abre muitas portas; a da espiritualidade, porém, emperra a maçaneta.

Tem portas que eu fechei, não porque nunca mais vou abri-las, mas porque quem me feriu, nunca mais deixarei entrar.

Cuidado! Um sobrenome abre portas, tanto do céu, quanto do inferno!

Portas Invisíveis


Existem portas que não se veem, mas nos barram o caminho.
São muros feitos de olhares, de palavras que pesam mais que ferro.


Dizem o que podemos ser, julgam o jeito de andar, de falar, de sonhar. Erguem limites invisíveis, onde só deveria haver espaço para crescer.


Mas cada gesto de empatia, cada mão estendida, cada escuta sincera, rasga o véu das atitudes fechadas, e deixa entrar a luz da compreensão.


Não é a diferença que nos separa, éo preconceito que nos prende.Quebremos as barreiras atitudinais, para que todos possam caminhar livres.

Orgulho fecha as portas,
Humildade faz recomeçar.
Quando o perdão encontra espaço,
A felicidade volta a morar.
Helaine machado

"A determinação e a perseverança abrem portas que antes pareciam estar fechadas."

Eu tinha me acostumado com o cinza da rotina, com as portas trancadas da minha alma e com a ideia de que o afeto era um luxo do qual eu não precisava mais. Construí muros altos, acreditando que a única forma de não me machucar era não deixar ninguém entrar.​E então, você apareceu.​Você não pediu licença e nem tentou derrubar minhas defesas à força. Apenas entrou com a leveza de quem sabe exatamente onde quer ficar. Trouxe luz para os meus cantos mais sombrios e fez com que o silêncio pesado do meu peito se transformasse em paz.​Com o seu sorriso que desarma qualquer tempestade e o calor do seu abraço, você me ensinou que amar não é se expor ao perigo, mas sim encontrar um abrigo seguro.
_ Enzo Ruchell_

Estou de partida
cansei desta vida...
onde e a saída?
Sou ave ferida.

Portas fechadas...
vidas só de fachadas,
meio sorrisos...
lágrimas disfarçadas.

Tateio... um mundo escuro,
encruzilhadas, mil labirintos...
O que mais eu sinto?
Você não saber a que veio...

Na busca por fazer o bem comum, trocou-se a gratidão por olhares de dúvida e portas fechadas.

Janelas abertas, cômodos vazios, museu de pensamentos,


Promessas cansadas, portas gritantes, esperanças que vão e vêm,


Doce é a lembrança, dura é a saudade, vadia é a necessidade,


Pés no chão gelado, olhos fixos no espelho que tudo vê e o desengano das vontades perdidas nos abraços distantes.

Depois do primeiro passo, vêm as portas abertas.

Estou fechando
Portas e janelas
Precavida
Limpando a casa
De poeira e teias
Me desfazendo
Das coisas velhas
E feias
Me confortando
Casaco e meias
Algodão nos ouvidos
Surda a tormentas
Não sou responsável
Por tempestades alheias.
Lori Damm

Quem viaja abre as portas para um mundo novo.

Quando abri as portas do meu coração,
o peso revelou sua verdadeira natureza:
não era força, era ausência de confiança.


Então Deus sussurrou ao meu espírito:
"Se crês em Mim,
por que insistes em sustentar
o que já repousa em Minhas mãos?"


Ele contemplou a profundidade da minha dor,
purificou as cicatrizes da alma
e fez da esperança
o princípio de uma nova existência.

O Altar do Impossível

Crescemos alimentando um mito de cavalos brancos e portas abertas. O amor projetado na adolescência não aceita falhas; ele habita o território da perfeição absoluta. É a espera por alguém que adivinhe nossos silêncios, cure nossos traumas e transforme a rotina em um filme de Hollywood.

Essa busca pelo príncipe encantado, embora ingênua, carrega uma beleza rara: a capacidade de acreditar piamente no extraordinário. No entanto, o verdadeiro amadurecimento não é destruir esse sonho, mas entender que o amor real é muito mais bonito justamente porque é imperfeito. O encanto não está em encontrar alguém impecável, mas em descobrir a magia de
Caminhar junto de alguém real.

#Romance #Relacionamentos #Cronica #Expectativas #Juventude

A gratidão abre portas que ninguém fecha e a honra vem junto.Tenha sempre um coração grato que você vai muito mais longe do que imagina .

A felicidade está atrás das portas que se abrem e das que se fecham.
O tempo ensina a escolher...

o dado.


Dizem que existem decisões que não parecem decisões quando chegam. Parecem portas. Você olha para elas e sabe que, depois de atravessar, alguma coisa vai ficar para trás.


Naquela noite, ele colocou um dado sobre a mesa.


Era pequeno. Branco. Com os números pretos perfeitamente desenhados nas faces. Uma coisa ridiculamente simples para carregar o peso de uma vida inteira.


Você sabe como funciona - disse o homem sentado do outro lado da mesa.


Ele sabia.


Um dado justo tinha seis faces. Seis possibilidades. Cada uma com exatamente 16,67% de chance de aparecer.


Mas aquele não era um dado comum.


Cada número representava uma vida.


E para jogar, ele teria que entregar a que já tinha.


Não existia voltar depois.


O número 1 era a vida medíocre.


Não era uma vida ruim. Talvez esse fosse justamente o problema.


Ele teria trabalho, teria dinheiro suficiente para pagar as contas, algumas pessoas ao redor, alguns domingos felizes, algumas sextas-feiras vazias. Amaria alguém, talvez. Teria uma casa, um carro, fotografias de momentos que um dia pareceriam importantes. Nada seria grande o bastante para destruí-lo, mas nada seria grande o bastante para fazê-lo sentir que realmente venceu.


Uma vida inteira sem tragédia.


E sem milagre.


16,67%.


O número 2 era pior.


Uma vida onde tudo funcionava, menos aquilo que importava.


Ele teria estabilidade, mas acordaria cansado. Teria amigos, mas se sentiria sozinho no meio deles. Teria dinheiro suficiente para comprar coisas e pouco tempo para aproveitá-las. Amaria, mas sempre existiria alguma coisa faltando. Um tipo de vida que não machuca de uma vez apenas desgasta.


Aquela era a vida de quem envelhece perguntando onde foi parar o tempo.


16,67%.


O 3 era diferente.


Ali existia uma espécie de felicidade calma.


Não haveria fortuna, nem histórias dignas de filme. Mas haveria paz.


Uma pessoa esperando por ele em casa.


Um cachorro correndo pela sala.


Café feito de manhã.


Uma mesa cheia em alguns domingos.


Uma vida pequena, mas inteira.


Ele poderia olhar pela janela aos cinquenta anos e pensar:


Eu não tive tudo.


E, pela primeira vez, aquilo não seria uma reclamação.


Seria suficiente.


16,67%.


Então havia o 4.


O homem sorriu quando falou dele.

- Essa é a vida que todo mundo acha que quer.


Dinheiro.


Muito dinheiro.


Sucesso.


Viagens.


Casas enormes.


Carros.


O tipo de vida em que ninguém pergunta quanto custa.


O tipo de vida em que os problemas passam a ter números.


Mas havia uma condição.


O 4 não prometia amor.


Poderia existir.


Poderia não existir.


Ele poderia passar a vida inteira comprando coisas que não sabia com quem dividir.


16,67%.


O 5 era o mais perigoso.


Porque não prometia dinheiro.


Não prometia fama.


Prometia algo muito pior de desejar:


a possibilidade de encontrar o amor da vida.


Aquela pessoa.


Não uma pessoa boa.


Não alguém compatível.


Não alguém que simplesmente ficasse.


Aquela pessoa que faria o mundo parecer ter sido construído para que os dois se encontrassem.


O problema era que ninguém sabia quanto tempo duraria.


Talvez fosse para sempre.


Talvez fossem dez anos.


Talvez três meses.


Talvez ele tivesse a sorte de encontrá-la aos vinte e cinco e o azar de perdê-la aos trinta.


Mas a chance estava ali.


16,67%.


E então existia o 6.


O homem ficou em silêncio antes de falar.


- O seis é a morte.


Ele olhou para o dado.


Não havia metáfora.


Não havia segunda chance.


Se caísse seis, terminava.


Não existiria dinheiro.


Não existiria amor.


Não existiria arrependimento.


Não existiria amanhã.


16,67%.


Ele encarou o objeto por alguns segundos.


- Então são cinco vidas e uma morte?


- Não.


- Não?


- São seis vidas. Uma delas só termina mais cedo.


Aquilo o incomodou.


Porque era verdade.


A morte não era uma possibilidade fora do jogo.


Ela estava em uma das faces.


Como estava escondida em todas as vidas que ele poderia viver.


Ele pegou o dado.


E naquele instante percebeu a verdadeira crueldade da proposta.


Não estava jogando para ganhar.


Estava jogando para trocar.


Se escolhesse não jogar, continuaria vivendo a vida que tinha.


Com os erros que já conhecia.


Com as pessoas que já conhecia.


Com os amores que deram certo e os que deram errado.


Com o dinheiro que tinha ou não tinha.


Com os sonhos ainda distantes.


Com aquela versão de si mesmo que, apesar de tudo, continuava respirando.


Se jogasse, poderia ganhar tudo.


Poderia perder tudo.


Poderia encontrar o amor que sempre imaginou.


Poderia acordar rico.


Poderia viver uma vida tranquila.


Poderia passar décadas sentindo que escolheu a existência errada.


Ou poderia simplesmente morrer.


E talvez fosse isso que ninguém entendia sobre sorte.


A gente fala em ganhar quando aposta alguma coisa.


Mas toda aposta começa com uma perda.


Ele fechou o dado na mão.


Pensou nas manhãs que ainda não tinham acontecido.


Pensou em alguém que ainda não conhecia.


Pensou nas versões de si mesmo que nunca existiriam se ele permanecesse exatamente onde estava.


Pensou em todas as vezes em que desejou uma vida diferente sem perceber que uma vida diferente também significava perder aquela que possuía.


Então levantou a mão.


Por um segundo, o mundo inteiro coube dentro daquele pequeno objeto.


Seis faces.


Cinco futuros.


Uma morte.


E uma única certeza:


a vida que ele tinha estava sendo trocada pela possibilidade de uma vida que ele sequer conhecia.


Ele lançou o dado.


O som dele batendo na madeira pareceu alto demais.


Uma volta.


Duas.


Três.


Quatro.


O dado começou a perder força.


E, enquanto girava, ele percebeu a coisa mais assustadora de todas:


pela primeira vez na vida, ele não estava com medo do resultado.


Estava com medo de descobrir que a vida que desejava nunca foi a que estava do outro lado do dado.


Talvez fosse aquela.


A que ele estava prestes a perder.


O dado parou.


Ele não olhou imediatamente.


Ficou alguns segundos encarando aquela pequena coisa imóvel sobre a mesa.


Porque enquanto o número estivesse virado para baixo, todas as vidas ainda existiam.


O amor ainda era possível.


O dinheiro ainda era possível.


A felicidade ainda era possível.


A morte ainda não tinha acontecido.


E a vida que ele tinha...


ainda era dele.


Então ele entendeu.


Talvez o maior golpe da sorte não seja aquilo que ela pode te dar.


É fazer você perceber o valor daquilo que estava disposto a abandonar para tentar conseguir outra coisa.


Ele virou o dado.


E foi aí que a história realmente começou.

Fechei portas nos meus sentimentos; Fechei portas nas minhas ilusões; Fechei portas nas minhas expectativas; Fechei portas dos meus sofrimentos.
Abri janelas do amor próprio.
Abri janelas para a paz.
Abri janelas para o perdão.
Abri janelas para o esquecimento. Se quiser entrar terá que construir sua própria porta em mim.