Porque
Se não muda o mundo,é porque nós, homens,
até aqui nos mostramos pouco interessados em sua natureza inspiradora, originado tão singulares oportunidades de aperfeiçoamento ao nosso
espírito — antes, porém, entregues aos
seusrasospretextos e vícios!
Irmãos hoje há milhões e milhões de pessoas seguindo para o fogo do inferno, porque nós perdemos o fogo do Espírito.
Apreende na tua
sede os teus
lábios aos meus.
Porque não
sei nem por
onde começar...
Apreende na tua
fome o meu
corpo ao teu.
Porque longe
de mim
querer me
salvar de ti.
Apreende o meu
peito bem
unido ao teu.
Em ti não
serei mais eu,
seremos
o infinito.
Estou cercada por você,
Sob o teu jugo doce,
Estou por ti dominada,
Porque as tuas curvas,
Feitas de montanhas,
Repletas de histórias,
De revoluções e glórias,
Não esmoreceu, sempre lutou;
Até o veludo entrou em revolução
Para cumprir o destino, e fazer de ti
República Eslovaca uma NAÇÃO!
Uma Bofetada de Amor.
Não espero curtidas ou coraçãozinhos...
Porque ninguém aplaude quando leva uma bofetada, quando é ferido...
E é exatamente isso que quero...
Mexer onde ninguém toca. Onde você resolveu se esconder, fugir daquilo que te faz sangrar, do que te faz sentir, do que você realmente é.
Aquele lugar que o mundo não conhece e que você tenta esquecer...
Não espero curtidas. Quero que, ao terminar de ler, você saia do texto sem palavras, sem movimentos, em choque, porque uma luz vermelha de emergência se acendeu dentro de você e agora está tentando entender onde foi parar e por quê.
E isso leva tempo, porque o próprio corpo entra na defensiva, tentando se proteger da cura, com medo do desconhecido.
Mas não tenho pressa. Eu espero.
Esse é o preço do amor...
E é em nome dele que não quero ver ninguém sofrer, afogando-se nas próprias máscaras, escondido dentro de um véu de ilusões.
“O difícil não é contar uma história, porque toda gente tem uma história — seja ela feliz ou triste — para contar, porém, o difícil mesmo é encontrar ouvidos que estejam disponíveis para ouvir a história”.
Imagina-te no teu quarto, irmão, onde o sol deixou de sorrir para a tua janela porque já não consegue expor a vaidade do brilho da sua luz, e a lua escondeu-se dos buraquinhos das chapas do teu teto porque quis encobrir a sua vergonha, para que ninguém — especialmente tu — zombasse da sua nudez.
Os teus olhos cessam de descansar sobre os seios da paz; a dor canta e a tua alma dança, pois não consegue resistir à música que agrada aos ouvidos.
As noites tornam-se cinzentas porque, em cada canto das paredes do teu quarto, a solidão vigia-te e exige que a abraces.
Os pensamentos convidam-te a viajar naquele mar chamado passado, que sufoca calmamente sem avisar da "morte". Ideias atravessam o mísero conceito de "subsistência", pondo à prova, diariamente, as nossas fracas "existências".
A coragem cala-se diante do medo, pois o infortúnio anda à solta com duas guilhotinas e um estilete.
Diz-me, irmão... abraçarias o enredo denominado "vida" e continuarias a sofrer, ou clamarias pelo desfecho designado "morte" para que houvesse um final naquilo que te mantém refém de um destino que não oferece descanso, paz e felicidade?
“Ninguém poderá te defender de você mesmo, porque os maiores tribunais da vida funcionam dentro da própria consciência. E é diante dela que todos nós, cedo ou tarde, precisamos prestar contas.”
“Há quem acumule informações para parecer inteligente. Eu prefiro acumular perguntas, porque são elas que continuam me ensinando.”
“A inteligência artificial não é inteligência, nem é artificial. Não é inteligência porque não compreende; não é artificial porque foi alimentada pela inteligência humana.”
“Toda mente acredita existir porque pensa; toda consciência desperta quando percebe que pensar não prova existência; e toda alma reconhece que existir sempre esteve além de qualquer prova.”
“O homem não foge de si mesmo porque não sabe quem é; foge porque sabe, no silêncio que evita, que o ‘eu’ que defende é exatamente aquilo que o impede de ser.”
“O maior medo do homem é o encontro consigo mesmo; porque nesse encontro morre o personagem, desmorona o ego e nasce a única pergunta que a mente sempre tentou silenciar: quem sou eu quando deixo de fingir que sou quem nunca fui?”
“O homem não teme a morte da carne; teme a morte daquilo que chamou de ‘eu’. Porque, quando o personagem morre, a consciência revela que a maior mentira que ele sustentou foi acreditar que precisava ser alguém para finalmente ser.”
A vida não pertence aos amaDORES que poupam, mas aos enfrentaDORES que formam. Porque todo pai que poupa demais o filho acaba condenando o próprio filho a descobrir, tarde demais, que a realidade não cria exceções para quem foi criado como exceção.
A vida não é para amaDORES que poupam, mas para enfrentaDORES que formam; porque todo pai que poupa o filho da responsabilidade não cria um herdeiro da própria consciência, cria um devedor da própria existência.
Toda decadência é precedida por uma falência da decência. Nenhuma civilização caiu porque lhe faltou conforto; caiu porque lhe sobrou complacência. O mesmo acontece dentro de casa. Pais que negociam princípios para comprar aprovação, que terceirizam limites para evitar conflitos e que chamam de amor a própria incapacidade de educar não estão apenas fracassando como pais; estão patrocinando a decadência da geração que dizem amar. Cada responsabilidade poupada é uma competência enterrada. Cada consequência impedida é um caráter interrompido. Cada privilégio sem mérito é um golpe contra a dignidade. A infância termina no calendário; a imaturidade permanece quando a educação fracassa. A vida nunca precisou de amaDORES que anestesiam a realidade, nem de poupaDORES que sequestram o amadurecimento; a vida sempre pertenceu aos enfrentaDORES que compreendem que educar é ferir o ego para salvar o caráter. A falta de decência dos pais nunca produz apenas filhos frágeis; produz uma sociedade incapaz de sustentar a própria liberdade, porque toda geração que é poupada demais acaba acreditando que o mundo existe para sustentá-la. E nenhuma sociedade sobrevive por muito tempo quando cria mais dependentes do que responsáveis.
