Porque

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“Tem os momentos bons e os momentos ruins. Todos eles marcam nossas vidas, até mesmo porque são instantâneos e surpreendentes.”

Não há nenhuma objeção normal à existência do Ser, porque não aceitá-lo seria afirmar o Nada absoluto, o qual já estaria negado pela própria afirmação que dele se fizesse.

Deus é onipotente porque Deus pode tudo o que pode; pode, portanto, todo o possível. Ora, o não-ser (nada) é impossível. A onipotência é proficiência e não deficiência. Pecar é não alcançar a perfeição do ato; portanto, pecar é ser deficiente na ação, coisa que repugna a onipotência. Deus não peca porque é onipotente. Não se deve dizer que não pode pecar, porque, neste caso, pecar não é produto do poder, mas de deficiência de poder. Os ateístas, que repelem a idéia de Deus, por lhe notarem deficiências, fazem apenas confusão entre poder e não poder.

O Sol se afastou da Lua
Mas comecou esfriar
E com seu brilho ofuscado
Espera Ela voltar.
Porque o Sol e a Lua
Não podem se separar.


⁠Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/04/2024

Eu levo na “brincadeira”, mesmo quebrada por dentro, porque sempre que eu precisei de colo eu recebi julgamento.

⁠Existo, porque penso! Transformo o que existe, quando imagino e executo.

Se é para ser preso!
Que seja porque violei as regras de transito do teu corpo.

Se você aceita é porque concorda,
Portanto é tanto quanto⁠.

É muito bom cada um ter a capacidade para cuidar e se preocupar com a própria vida... até porquê, a do outro, é alheia.

Se a vida lhe mostrou um erro, é porque você já está pronto para superá-lo.

eu te amo porque você me faz ver graça na vida de novo

Eu construo.
Eu destruo.
Eu reconstruo.
Porque nada em mim aceita permanecer igual.


Eu construo.
Eu destruo.
Eu reconstruo.
Não por fraqueza — mas porque evolução exige ruína.


Eu construo.
Eu destruo.
E toda vez que algo em mim morre, algo mais forte ocupa o lugar.


Eu me refaço antes que o mundo tente me refazer.


Como aço eu me desfaço, como espada eu renasço.

Há quem diga que a literatura morreu. Quando será o enterro? Até porque também se faz literatura a partir da tragédia.

Ouvir você dizer que o amor havia acabado despertou algo terrível em mim.
Porque, pela primeira vez, eu entendi que te perder era real.
Foi tarde demais para voltar atrás. Tarde demais para desfazer as feridas. Tarde demais para amar você da maneira certa.
E talvez o pior seja saber que eu ouvi isso da pessoa que mais tentou ficar.

Eu vim da Escuridão, conheci o fundo do poço e não foi por escolha minha ,foi porque a vida foi madrasta para comigo ..
Têm dias que tb choro ,que tb sofro e a alma Sangra ,mas não coloco meu fardo nas costas de ninguém..
Sou a melhor pessoa do Mundo para quem me merece ,e para não me tornar a Pior pessoa protego minha indetidade me afastado de quem me fere !
Aprendi que o desapego e a Solidão me são muito mais favoráveis!
Mary Gonçallves

⁠Os bolsonaristas nunca pegam COVID! Porque eles já adquiriram imunidade de rebanho!

*Odeio estudar*


Odeio estudar
Não porque estudar é chato
Mas porque odeio por causa da pressão que colocam em mim


Eu odeio estudar
Não porque os números se misturam e embaralham
Mas sim porque se eu entender esses números, todos vão esperar eu ser a melhor


Eu odeio estudar
Não porque eu não tenho uma memória boa
Mas sim porque se espera que no vestibular, eu me lembre de todas as fórmulas matemáticas que estudei


Odeio estudar
Não porque ouvir um monólogo seja ruim
Mas sim porque depois desse monólogo que ninguém entendeu, todos irão perguntar de mim


Odeio estudar
Não porque tenho preguiça
Mas sim porque a expectativa que colocam em mim é dolorosa
"E se eu não conseguir o que esperam de mim?" Isso me corroe


Odeio estudar
Não porque a ansiedade que sinto é horrível
Mas sim porque mesmo me sentindo ansiosa e com medo, não posso contar a ninguém


Odeio estudar
Não porque postergo estudar e brigam comigo
Mas porque sei que perco tempo com leviandades e porque vejo a decepção em seus olhos


Odeio estudar
Não porque é chato
Mas sim porque estudar me dá medo

se amas tanto alguém
porque morres com este amor no peito?
porque não esbanjar oque sentes?
se for sincero
sente.

É BrasiL com L maiúsculo mesmo, porque esse L é do Lula.

AS HORAS QUE SE RECUSAM A MORRER


Não durmo.


Não porque exista alguma coisa
que valha a pena vigiar,
mas porque até o sono
parece ter desistido de mim.


A madrugada é um animal velho
deitado sobre o peito.


Respira devagar.


E eu escuto.


03:12.


O relógio continua funcionando
com a obscena fidelidade
das coisas que não possuem alma.


Nós somos assim:
inventamos máquinas para medir o tempo
e depois descobrimos, tarde demais,
que era o tempo
que estava nos medindo.


03:47.


Penso na infância.


É estranho chamar aquilo de infância.


Havia paredes,
havia nomes,
havia pessoas que deveriam ter ficado.


Mas algumas ausências
nascem antes das pessoas morrerem.


Talvez essa seja
a primeira forma de abandono:


descobrir que alguém pode estar vivo
e ainda assim
já não existir para você.


04:06.


Acendo um cigarro.


A brasa ilumina meu rosto
por alguns segundos.


É quase uma oração.


Depois vira cinza.


Como tudo.


O amor também foi assim.


Primeiro, uma pequena chama
que prometia aquecer a casa.


Depois, fumaça.


Depois, cheiro.


Depois, nada.


Tenho uma coleção inteira
de coisas que acabaram
sem nunca terem começado direito.


Amores.


Amizades.


Promessas.


Versões de mim mesmo
que morreram sem funeral.


04:33.


A cidade permanece silenciosa.


Milhares de pessoas dormem
sem saber que existir
é apenas uma maneira elegante
de adiar a própria decomposição.


Talvez o sono seja misericórdia.


Talvez seja apenas
a morte ensaiando.


Eu nunca soube diferenciar.


04:51.


Há algo profundamente humilhante
em continuar.


Você acorda.


Come.


Trabalha.


Ama.


Perde.


Finge.


Repete.


E chama isso de vida
porque a palavra "prisão"
parece pessimista demais
para caber numa conversa civilizada.


05:17.


O céu começa a clarear.


Que ironia.


Até a luz parece cansada.


Ela atravessa as janelas
como um funcionário público
cumprindo uma obrigação antiga.


Nenhum milagre.


Nenhuma redenção.


Apenas mais uma manhã
chegando para cobrar
o preço de ontem.


Olho para minhas mãos.


Ainda estão aqui.


Essa é a única vitória
que consigo reconhecer.


Não sou feliz.


Não estou curado.


Não encontrei Deus,
nem sentido,
nem uma razão suficientemente bonita
para justificar tudo aquilo
que precisei perder.


Mas ainda estou aqui.


Talvez seja isso
o que mais incomoda o vazio.


Ele passou anos tentando me convencer
de que eu não significava nada.


E eu, miserável,
continuei respirando.


Não por esperança.


Esperança é uma palavra
que os desesperados inventaram
para tornar o sofrimento suportável.


Eu continuo
por uma razão muito mais simples:


ainda não terminei
de transformar minhas ruínas
em alguma coisa que se pareça comigo.


06:02.


O mundo acorda.


Eu permaneço sentado
entre a noite e o dia,


com os olhos vermelhos,
o coração em ferrugem
e a alma cheia
de quartos abandonados.


Não dormi.


Mas sobrevivi à madrugada.


E talvez seja isso
que ninguém nos conta:


às vezes, viver
não é encontrar uma razão para continuar.


É simplesmente olhar para o abismo
até que ele perceba


que você também
aprendeu a encará-lo.