Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim
Eu rezo o tempo todo. No carro, no trabalho, em casa, na igreja... Adoro rezar! Isso me ajuda demais e faz a diferença na minha vida, assim como a presença da minha família.
O desamor
Onde estou eu?
Onde estou eu no seu amor
Que não encontro o teu calor.
Era fogo de momento,
Ou só pra mim
Em sentimento?
Eu me procuro no teu mundo
Onde eu não seja tão sozinho,
Buscando no teu folego
O todo amor que eu respiro.
O tempo passa...
Esvai-se a vida
Levada pelo vento da saudade
Transbordando em solidão.
Só não passa o frio dessa dor
Que me trouxe o desamor
Por me negar o teu calor.
Edney Valentim Araújo
1994...
Acho que se me soltar na sociedade em pouco tempo eu morro. Mas se me soltar na natureza acho que em pouco tempo eu começo a viver.
Quando Eu Não Te Tinha
Quando eu não te tinha
Amava a Natureza como um monge calmo a Cristo.
Agora amo a Natureza
Como um monge calmo à Virgem Maria,
Religiosamente, a meu modo, como dantes,
Mas de outra maneira mais comovida e próxima...
Vejo melhor os rios quando vou contigo
Pelos campos até à beira dos rios;
Sentado a teu lado reparando nas nuvens
Reparo nelas melhor –
Tu não me tiraste a Natureza...
Tu mudaste a Natureza...
Trouxeste-me a Natureza para o pé de mim,
Por tu existires vejo-a melhor, mas a mesma,
Por tu me amares, amo-a do mesmo modo, mas mais,
Por tu me escolheres para te ter e te amar,
Os meus olhos fitaram-na mais demoradamente
Sobre todas as coisas.
Não me arrependo do que fui outrora
Porque ainda o sou.
Estrela brilhante, fosse eu como tu és constante -
Não em solitário esplendor no alto do céu pendurado
E com as eternas pálpebras abertas vigilante,
Como um eremita da natureza paciente e acordado,
As águas movendo-se em sua tarefa sacerdotal
De pura ablução nas praias da terra inteira
Ou observar a máscara virginal
da neve sobre cada charneca e cordilheira -
Não - apesar de ainda constante, imutável ainda,
Acomodado sobre o seio maduro da minha amada linda,
Sentir para sempre seu suave subir e descer,
Despertar para sempre em doce desassossego,
Ainda, ainda ouvir seu delicado ofego,
E viver para sempre - ou então na morte desfalecer.
(Poema "Bright Star", de John Keats,1795-1821, traduzido por Alex Raymundo)
Não me culpe por te amar demais, eu já me culpo o suficiente. Não me culpe por não perdoar aquilo que sabia que eu não perdoava. Não me diga que sente muito, quando eu sei, que na verdade não sente nada. Não subestime minha inteligência; minha cota de burrice já foi além; já deu.
Estou obcecado por esse regresso. Nem um dia sequer se passa sem que eu deixe de me lembrar do país. Um som furtivo, um odor difuso, uma luz na parte da tarde, um gesto, às vezes um silêncio, tudo isso basta para despertar lembranças da infância. “Você não encontrará nada lá além de fantasmas e de um monte de ruínas”, não cansa de repetir Ana, que nunca mais quer ouvir falar daquele “país maldito”. Eu a escuto. Acredito nela. Sempre foi mais lúcida que eu. Então, afugento essa ideia da cabeça. Decido, de uma vez por todas, jamais regressar. Minha vida é aqui.
Foi então que ali, no silêncio pesaroso da noite, que finalmente compreendi. Eu estava doente. Eu havia nascido doente. E essa doença se chamava 'melancolia'.
E nessa vida eu aprendi, cresci, amadureci, mudei. Nas ações acertei e gostei de acertar, por vezes errei e gostei de errar, novamente mudei. Adotei a "vida pouco ortodoxa", inconscientemente para negar certos erros, conscientemente me perguntar, o que realmente é um erro? E mudei
Eu to sem chão
Não aparenta ser criação
Da minha mente nem do coração
Eu só quero ter visão
Eu só quero poder andar em paz e isso não ser em vão
Eu to perdida
Eu não sei aonde tá a saída
Eu não to conseguindo vencer a corrida
Eu preciso aprender a ser destemida
E enfrentar essa vida
Entender que nem tudo são flores
Mas também que nem tudo são dores
Que a tempestade pode vir
Mas que o Sol vai voltar a sorrir
O mundo pode ser um mar com monstro
Só que não deixa de ter sua beleza
Por isso me demonstro
Nessas linhas a riqueza
Eu e ... memória
Existem muitos motivos para não lembrar
Mas dentre todos eles se destaca um
Aquele que é contrário ao meu querer
O pequeno rebelde , não quer desistir
Mas , mesmo assim irei ignora-lo
Sei que não posso dar continuidade
A algo que já acabou
Nada resta de bom
O tempo passa e passou
Mas a memória infelizmente não se apagou
Saiba meu caro eu
Não deixe seu coração se corromper
Ele não sente gosto de ódio
Apenas cultiva sentimentos bons
Continue sem deixar que isso acabe
Está bem , da maneira que está
Sabe? Sei que já quis mudar
Mas querer não é desejar
Pois se quer algo , você alcança
Então viva com esperança de melhores dias
Nada , definitivamente nada poderá lhe impedir
Apenas , o seu próprio eu
Se algum dia que seja , soubesse que se corrompeu
Mas isto não será real
Pois você não é e não será assim
Por ter em minha família e em meus amigos as minhas fontes de inspiração, eu acabei por ilimitar o meu prazo de entrega.
A probabilidade de que eu não faria falta alguma caso não existe é enorme algo me diz que eu posso ser substituído sem problema algum talvez eu já tenha sido…
Com o tempo eu passei a me dar ao luxo de hierarquizar as emoções e, nessa escala de importância o que as pessoas fazem passou a ter muito mais valor para mim que o que dizem.
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