População
A humanos sem humanidade, uma população covarde, formando o que chamam de comunidade.
São todos realmente iguais, pois escondem seu lado sensível com medo de confiar demais.
No fim são apenas animais fingindo ser racionais.
O poder público permanece inerte, relegando à população as consequências de seus próprios infortúnios. Embora a resiliência possa permitir à comunidade se reerguer, urge corrigir os mecanismos subjacentes a tal desenlace. A constatação de que, apesar dos esforços coletivos, a exaustão e a aflição permeiam a experiência humana, evidencia a dicotomia entre os agentes sociais, cuja comunicação se mostra deficiente. Sob a égide governamental, o desfecho seria fatal. Nesse contexto, a população, em seu extremo, estende a mão ao próximo, enquanto este último se revela taciturnamente egoísta. Contudo, é na exposição do verdadeiro ego que emerge a genuína empatia, delineando, assim, o ideal de uma sociedade a ser alcançado.
Uma das coisas em que políticos de esquerda são bons em fazer é quebrar as pernas da população - depois eles vendem muletas e convencem a população que graças a eles agora podemos andar novamente.
Esse é o desafio: sistema brasileiro parece ter internalizado a importância de manter a população ignorante e profundamente religioso. Isso facilita o trabalho deles.
Não podem ser pessoas boas
aquelas que fazem parte do 1% da população
que detém mais de 90% da riqueza mundial.
Pessoas que acumulam até o final de suas vidas
uma fortuna que elas nunca serão capazes de consumir,
enquanto bilhões de pessoas passam por dificuldades financeiras,
passam fome, adoecem e morrem.
Tais pessoas extremamente ricas
são a mais completa expressão do egoísmo humano.
São culpadas, ainda que involuntariamente,
da maior parte dos males do mundo.
Em cada pedaço de filé que consomem,
degustam a fome de crianças raquíticas ávidas por um pedaço de pão.
Em cada taça de vinho ou de champanhe que tomam,
bebem o sangue daqueles que adoeceram e morreram
por falta de um tratamento médico adequado.
Em cada dia de lazer do qual desfrutam em lugares paradisíacos,
desfrutam da dor e do terror daqueles que sofrem
a violência urbana ou nas regiões de conflito.
Não há o que admirar na saga de quem tanto acumula.
Não são mais do que vermes que chafurdam em prazeres pagos
às custas da miséria da civilização humana.
Qual a função do estado?
Suprir as necessidades e anseios da população!
Onde foi o erro, que tudo deu errado?
Quando a população se conscientizar da violação dos seus direitos e se revoltar, a OAB vai surgir clamando pela salvaguarda dos direitos e garantias fundamentais, a liberdade de expressão e as prerrogativas dos advogados. Talvez cheguem a tempo para uma fotografia.
A qualidade de vida da população é frequentemente considerada um indicador importante para avaliar o sucesso de um regime de governo.
Procurando respeitar o que seria bom para todos, de todas as formas e para todos os gostos, acredito que precisa ser bom em todos os lugares, em todos os regimes. Acredito que é preciso melhorar tudo do jeito de cada lugar, e cada cidadão precisa, e deve ter a oportunidade de se encontrar e se mudar, se for o caso.
Mas não acredito em um mundo universalmente igualitário de ponta a ponta, mas todos buscam alguns fatores comuns: vida, paz, qualidade de vida, prosperidade com modos de vida diferentes. E que os revezes também tenham o seu lugar.
Não existe uma solução única ou abordagem que funcione universalmente. Criar condições ideais com todas as situações no mesmo lugar é impraticável.
Não tem como todos os tipos de governo governarem simultaneamente em um único lugar. Seria um conflito eterno.
De pensamento micro para macro, o pensar em transformar tudo a sua voltar para si e não buscar o que se tem, faz talvez com que esse seja o motivo dos grandes conflitos e das grandes guerras.
E faz retornar tudo e todos ao início: Adaptação, mudança, diálogo, abordagem multidisciplinar e busca pela equidade.
Eles enlouqueceram a maioria da população mundial possível, fizerem suas lavagens CEREBRAL e com isso o que tinha de vergonha na cara, razão lógica e bom senso, isso tudo foi levado junto com a sanidade direto para o RALO.
Quando um país tem uma população majoritariamente religiosa, qualquer pessoa que use o nome de Deus como chancela convence o povo.
Você quer saber quando o sistema de justiça de um país é um lixo e a população se tornou complacente com esse lixo?
Olhe ao redor e observe a complacência na pobreza, a indiferença de quem governa em meio à corrupção e o silêncio de quem pode mudar tudo...
A idiotização da camada mais pobre da população parece que se tornou lei, mas na política não poderia ser diferente, pessoas simples e sem instrução são mais fáceis de manipular.
A questão é justamente o fato de uma parcela da população ter acesso a determinados direitos básicos, e outros não terem. É preciso que TODOS tenham acesso.
Escravos que desconhecem sua posição são mais eficazes. A população humana foi moldada para que só seletos tenham o prazer do universo e a grande maioria mantenha a casa em ordem.
Se as pessoas só pudessem falar quando soubessem o significado das palavras, a metade da população seria muda.
[...] no período em que predominava a população agrícola, era precária a legislação que a abrangia.
