Político
O termo politico que no dicionário tem o significado exato da palavra, aqui no Brasil já se fragmentou para muitos outros sentidos, por conveniência dos políticos, que nem mesmo o intelectual sobre o assunto consegue definir o que estes milhares de candidatos estão querendo dizer, então em qualquer que seja a rede social, mídia e afins que se utilizarem para postarem suas sandices, o cidadão que se converter para um ou outro partido, alienado estará por total falta de compreensão.
Quando vejo multidões em carreatas, passeatas, comícios e afins em prol de algum político a única coisa que me conforta é que a censura da ditadura é pior
-SE POLITICO NO BRASIL FOSSE INTELIGENTE, NÃO USARIA AS MESMAS PALAVRAS -SEGURANÇA, EDUCAÇÃO- USARIA SIM CRESCIMENTO POIS SOMENTE O CRESCIMENTO PODE MUDAR TUDO.
Não defendo nenhum político, porque não sei qual será o preço que pagarei para justificar os erros do indivíduo.
Se o povo é analfabeto político, tanto faz ter democracia ou não, entra nos grilhões da mesma forma.
Época eleitoral, como tem pessoas que consegue defender um político? Ainda não vi um político defendendo os seus eleitores, a primeira coisa que os mesmos defendem, são seus honorários, benefícios, partido e alianças políticas
Na insanidade mental. na loucura individual e no radicalismo religioso e politico, são esses os pilares que alimentam a chama da guerra.
PARALELO ENTRE O POLÍTICO E O HOMEM DE ESTADO
O político tem a voluptuosidade do poder. O Homem de Estado, a fascinação de um ideal.
O político tem a magia da transigência e é única a sua finalidade: durar no poder. O homem de Estado tem o fetichismo da intolerância de seus princípios, e nada o afasta da diretriz a que se traçou.
Um é plástico. O outro, irredutível.
Um segue a curva das conveniências. O outro, o fio a prumo do seu destino.
O primeiro pode sofrer todas as influências do meio e acomodar-se às cores, às ideias e à temperatura do ambiente. O segundo é insensível às reações contrárias e é inamolgável.
O político tem em vida as cortesias da popularidade, mas, quando morre, a multidão se diverte em espetar-lhe a língua com estiletes. O Homem de Estado possui fidelidade e pureza de ideais. Não é em vida, vitoriado em carros de triunfos. Mas, à sua morte, o povo o eleva à glorificação dos altares.
É com a matéria prima dos homens de Estado que os regimes plasmam a sua glória.
O político faz-se como o gramático. O homem de Estado nasce, como o poeta.
Um é a conquista do próprio homem, obtida pelo estudo ou pelo interesse. O outro é uma criação que surge de séculos a séculos; é um presente da natureza, uma dádiva do destino.
Um é a glória de uma ambição. O outro é uma apoteose de uma vocação.
O político vive do presente. O homem de Estado do futuro.
Um vive para os seus contemporâneos. O outro se projeta na prosperidade.
Um fala o idioma comum dos homens. O outro, a linguagem mística dos tempos, e, por isso, nem sempre o Homem de Estado pode ser compreendido em vida.
O político surge na vida pública sob os únicos estímulos do seu interesse. O Homem de Estado traz para o poder uma idéia que deve ser posta em marcha.
O político orienta-se pelo interesse privado. O Homem de Estado, pelo interesse público.
Para um, a política é o trapézio, onde as vitórias do cinismo têm as galas de habilidades acrobáticas. Para o Homem de Estado, a ação de governo é um sacerdócio e, em vez de trapézios, deve construir arcos de triunfo.
O renome do político dilata-se facilmente em superfície e atinge muitas vezes ampla popularidade. A fama do Homem de Estado cresce em profundidade, lentamente, mas mergulha suas raízes nas sombras da História e a posteridade aprenderá o seu nome de cor.
Um tem a escassa limpidez do vidro. O outro, a fulguração eterna do diamante.
Cada vez que vejo um ser humano sendo massacrado pelo sistema (seja o sistema político, religioso, econômico, etc.), sinto o estômago revirar, a garganta fechar e o choro vir à tona.
É questão de direitos. O Estado, as igrejas, os sustentadores da economia têm a obrigação de "morrer" antes de qualquer cidadão da "base". Essa é a ordem correta.
Nenhuma instituição é mais valiosa do que uma única vida.
Eu tento entender, mas não consigo. Tento de novo, e não me é possível compreender o ciclo vicioso que caímos, porque quem sempre pôde ajudar a mudar a realidade, sem muito esforço, também nunca se interessou por isso. Colocam seu dinheiro acima do prato de comida digno para muitos outros.
Quem se negaria a ter educação de alta qualidade? E aqueles que têm a oportunidade de dar educação de qualidade para todos, mas não dão?
E são esses mesmos, que negam os direitos para todos, os primeiros a puxar o gatilho, quando alguém os incomodam. Para eles, a lei é matar qualquer um que os enfrente, ou que seja ser humano demais para sobreviver com o que eles oferecem.
Temos o dever moral de desrespeitar leis injustas.
Toda mudança política que não seja uma reforma total do sistema político, contribui para que a política continue sendo impotente para operar mudanças reais na sociedade.
Por questões político partidárias, as pessoas perdem a honra, os amigos e a capacidade de ser integro e viver uma vida comum na sua própria sociedade.(Sócrates Di Lima)
Político derrotado: candidato que não terá de explicar por que não pode executar suas promessas eleitorais.
No atual cenário político, apenas uma coisa desperta o meu interesse, merece toda a minha atenção, e deve ser tratada com imenso respeito: as piadas no WHATSAPP, e os MEMES nas redes sociais. Alguns valem realmente a pena.
A política desgraça a vida de um bom rapaz. Não tem jeito, político honesto é bom morto. Não dura muito tempo. As vezes eu fico tentando imaginar um mundo sem politicagem. Devo ser um sonhador.
"A moralização na política não exige a dizimação desse ou daquele partido político.
O que deve ser desejado é a limpeza da sujeira e o descarte apropriado do rejeito."
