Poetas Portugueses
O tempo é de Deus, não pra simplistas conveniências dos homens, e, seus moldes são sempre, gentis e leves, prá boa educação vigorar, pela harmonia das multidões, nascentes estelar.
Este mundo é exigente, não pra perder-ti, ou diminuir-te, mas, certamente pra alinhar-te, saia das alas dos mexericos, de quem, ainda, não sabe o que faz.
Quando nossos elétrons se esbarrar, sem a intencionalidade, muitas graças temos pra ti dar, por favor, amor, saia do egoísmo do mar, já és muito abundante.
Muito nos seria útil, uma quantidade maior de matérias, pra transmissão sair dos egóicos construtivos, agora, pelos fatos, que seus atos sejam reveladores souvenir.
Que nossos contrários se ajustem às verdades de nossos sonhos, sem modificar à realidade de nossas vidas.
O beijo é dado divino, que a humildade contida no ato pela entrega, do fechar em olhares, serve pra outros, serem sabiamente abertos.
Às percepções sempre dependem do observador, que, muitas vezes, necessita de tempo"s", pra edificar suas próprias limitações.
Que a beleza em tintas, nos quadros, satisfaçam os referidos artista, em saúde e vigor, essa é a medina, que trata com alegrias e amor.
As repetições são criatividades prezas, oras em energias, aguardando novas possibilidades em certezas, pelas peles livres caminhou, e, enquadrou simples levezas, prá sabedoria das declarações, confirmadas em multidões de padrões.
Litúrgicos são nossas leituras, em feituras de nosso ser, escolha o que quer quando crescer, pelo bem do eterno querer.
Quando me viro, eu sou também o você, na delicadeza da diferença, daquilo que ainda, não se podia fazer, caminhamos juntos, mesmo quando distantes, pois somos o dever ser, cumprindo facilidades, prá alegrias de todos seres serem.
O respeito pelas diferenças, é a chave da responsabilidade, que a humildade nos oferece, pro alcance do vigor, sustentado pela graça, isso nos edifica no compartilhar de nossos presentes, enquanto almas, e, no que somos, sem precisar ninguém derribar isso ou àquilo, prá se amostrar, e, ou vitimar-se, antigo método de busca por energia, em consequências atais, reeditando vez por vezes, pois, somos todos originais, na beleza das épocas objetivas a lapidar, pelo canal daquilo que de fato viemos fazer.
Sem confusão, subimos esferas celestiais, ancorados pela alegria, bússola da gratidão, integramos paz, e, consequentemente, saúde.
Contei nos dedos, me deram doze, prá ser o pão, sem brigas e confusão, quem planta colhe, sempre nos diz o irmão, pois somos unidos, pela sábia estrutura da gratidão, além das vontades perdidas, do ser querer algo, causando imputação, antigo traço de *birração*.
Antiga e bem equilibrada, em falta de imposto na vontade, prá satisfazer o alimento, depois da queima necessária, íntegra e transmutados Sóis, em alegrias daime artes.
