Poetas Franceses

Cerca de 1018 frases e pensamentos: Poetas Franceses

Uma noite, sentei a Beleza no meu colo. - E a achei amarga. - E a xinguei.

Há uma terra que se parece contigo, onde tudo é belo, rico, tranquilo e honesto, onde a fantasia ergueu e decorou uma China ocidental, onde a vida é doce de respirar, onde a felicidade se une ao silêncio. É lá que devemos ir viver, é lá que devemos ir morrer! - L'horloge

É preciso sempre desculpar-se por ter agido bem - nada fere mais do que isso.

Diz, fala, exclama cada um consigo mesmo, sem que seja quebrado o silêncio exterior. Há um grande tumulto; tudo fala em nós, excepto a boca. As realidades da alma, por não serem visíveis e palpáveis, nem por isso deixam de ser também realidades.

Os homens se diferenciam pelo que mostram e se parecem pelo que escondem.

Vivamos, seja.
Mas façamos com que a morte nos seja progresso. Aspiremos aos mundos menos tenebrosos. Sigamos a consciência que nos leva para lá.

O vento é esse morcego invisível; quando não devasta, faz adormecer.

Só os grandes espíritos resistem. E ainda assim...

Senhor! Pusestes em tudo um negro mistério.

Na maioria dos casos o estado visionário abate o homem, e o embrutece.

Os cemitérios aceitam o que lhes dão.

O olho do espírito em parte nenhuma pode encontrar mais deslumbramentos, nem mais trevas, do que no homem, nem fixar-se em coisa nenhuma, que seja mais temível, complicada, misteriosa e infinita. Há um espectáculo mais solene do que o mar, é o céu; e há outro mais solene do que o céu, é o interior da alma.
(...)
Penetrai, a certas horas, através da face lívida de um ser humano, e olhai por trás dela, olhai nessa alma, olhai nessa obscuridade.

Não pode pensar quem está em êxtase, como não pode nadar quem está numa torrente.

Nesta idade, os rostos dizem tudo. A palavra é inútil. Há jovens cuja fisionomia diz mais do que a boca. Olha-se para eles e fica-se a conhecê-los.

Na almofada do mal é Satã Trismegisto
Quem docemente nosso espírito consola
[...]
É o Diabo que nos move e até nos manuseia!

'Trecho Chason du mois de mai (canção do mês de maio)'

O burro o rei e eu
Estaremos mortos amanhã
O burro de fome
O rei de tédio
E eu de amor
No mês de maio

A vida é uma cereja
A morte um caroço
O amor uma cerejeira.

As crianças têm seu canto da manhã, como os pássaros.

Quando o viram semear dinheiro, disseram: "É um comerciante; Quando o viram ganhar dinheiro, disseram: "É um ambicioso"; Quando o viram recusar honrarias, disseram: "É um aventureiro"; Quando o viram recusar a sociedade, disseram: "É um bruto".

A ninguém faltam forças; o que falta a muitos é vontade.

A fé, esse puro facho que aprisiona o temor, essa palavra de esperança escrita na última página, esse batel no qual pode salvar-se a tripulação...