Poetas Franceses

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A prudência dos cobardes assemelha-se à luz das velas; ilumina mal, porque treme.

As crianças têm seu canto da manhã, como os pássaros.

Não pode pensar quem está em êxtase, como não pode nadar quem está numa torrente.

Na almofada do mal é Satã Trismegisto
Quem docemente nosso espírito consola
[...]
É o Diabo que nos move e até nos manuseia!

Há uma terra que se parece contigo, onde tudo é belo, rico, tranquilo e honesto, onde a fantasia ergueu e decorou uma China ocidental, onde a vida é doce de respirar, onde a felicidade se une ao silêncio. É lá que devemos ir viver, é lá que devemos ir morrer! - L'horloge

O seu prazer era passear pelos campos.

Os bons pensamentos têm os seus abismos, tal como os maus.

É preciso sempre desculpar-se por ter agido bem - nada fere mais do que isso.

Diz, fala, exclama cada um consigo mesmo, sem que seja quebrado o silêncio exterior. Há um grande tumulto; tudo fala em nós, excepto a boca. As realidades da alma, por não serem visíveis e palpáveis, nem por isso deixam de ser também realidades.

Os homens se diferenciam pelo que mostram e se parecem pelo que escondem.

Vivamos, seja.
Mas façamos com que a morte nos seja progresso. Aspiremos aos mundos menos tenebrosos. Sigamos a consciência que nos leva para lá.

Senhor! Pusestes em tudo um negro mistério.

O vento é esse morcego invisível; quando não devasta, faz adormecer.

Só os grandes espíritos resistem. E ainda assim...

Na maioria dos casos o estado visionário abate o homem, e o embrutece.

Nesta idade, os rostos dizem tudo. A palavra é inútil. Há jovens cuja fisionomia diz mais do que a boca. Olha-se para eles e fica-se a conhecê-los.

'Trecho Chason du mois de mai (canção do mês de maio)'

O burro o rei e eu
Estaremos mortos amanhã
O burro de fome
O rei de tédio
E eu de amor
No mês de maio

A vida é uma cereja
A morte um caroço
O amor uma cerejeira.

Quando o viram semear dinheiro, disseram: "É um comerciante; Quando o viram ganhar dinheiro, disseram: "É um ambicioso"; Quando o viram recusar honrarias, disseram: "É um aventureiro"; Quando o viram recusar a sociedade, disseram: "É um bruto".

Os cemitérios aceitam o que lhes dão.

A fé, esse puro facho que aprisiona o temor, essa palavra de esperança escrita na última página, esse batel no qual pode salvar-se a tripulação...